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	<title>VIVASEMFIO &#187; Xohm</title>
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		<title>WiMAX e o caso da Nortel</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 11:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[WiMAX]]></category>
		<category><![CDATA[Embratel PME]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/logo_WiMAX_tech.jpg" width="440" height="216"></center></p>
<p align="justify">WiMAX (<strong>Worldwide Interoperability for Microwave Access</strong>) é o &#8220;nome&#8221; da tecnologia de banda larga sem fio que opera em conformidade com o padrão IEEE 802.16. Desenvolvida para cobrir grandes áreas, era capaz de estabelecer conexões a quilômetros de distância em linha de visada já na sua primeira especificação, publicada em abril de 2002. Depois desta, surgiram outras, como a ratificação em 2004 do padrão IEEE 802.16d, também conhecido por WiMAX Nomádico. Este padrão incorporou diversas melhorias, como o suporte a antenas tipo MIMO (Multiple-Input Multiple-Output), porém, somente na especificação IEEE 802.11e o WiMAX passou a fazer handoff em altas velocidades. Foi nesta &#8220;etapa da evolução&#8221; que muitos desacreditados começaram a dar seus votos de confiança a esta tecnologia. Então surgiu o WiBRO (Wireless BROadband), versão coreana do WiMAX que opera em 2,3 GHz e os primeiros rumores sobre o WiMAX como uma tecnologia de 4G (candidata a substituir o 3G). Hoje sua velocidade pode atingir 1 Gbps com um raio de atuação de até 50 quilômetros.</p>
<p align="justify">Muitos desacreditados? Pois bem, todos os entusiastas que acompanharam a trajetória no WiMAX sabem que esta tecnologia já passou por diversos altos e baixos. Vejamos: após um conturbado período de incubação, o WiMAX começou a crescer e aparecer em meados de 2006/2007, época na qual os testes com a tecnologia retornaram os primeiros resultados verdadeiramente &#8220;satisfatórios&#8221;. O Brasil, por exemplo, montou sua primeira rede WiMAX de repercussão nacional ainda em 2007, frutos de uma parceria entre a PUC de Campinas e a israelense Alvarion. Depois desta, claro, vieram outras, como o caso da Embratel que utiliza o WiMAX como tecnologia complementar à rede da Net para oferecer o plano Embratel PME. Já se pensarmos &#8220;mundialmente&#8221;, deixando o Brasil de lado, o WiMAX também deu saltos significativos. Alguém se lembra dos celulares da Samsung que operam em WiBRO? Ou da plataforma móvel Montevina, da Intel, que virá com suporte ao WiMAX? E as espetaculares redes WiMAX da Xohm nos Estados Unidos?</p>
<p align="justify">Por outro lado, alguns acontecimentos deixam os aficionados por esta tecnologia com a pulga atrás da orelha. No início do ano passado (2008) a gigante finlandesa Nokia fez o maior estardalhaço com o lançamento do seu tablet N810 WiMAX Edition, para a alegria do pessoal da Xohm. Mas a festa durou pouco, pois já em 2009 a empresa afirmou que deixará de produzir o N810 e passará a olhar com &#8220;mais carinho&#8221; para o LTE (<a href="http://www.vivasemfio.com/blog/category/lte/" target="_blank">Long Term Evolution</a>) – candidato a 4G. E as bombas não param. A Nortel, empresa que recentemente pediu concordata no Canadá e Estados Unidos, decidiu encerrar seus negócios envolvendo o WiMAX e finalizou sua parceria com a Alvarion. Estranho, não? Há algum tempo a Nortel defendia com unhas e dentes a tecnologia. Mas veio a crise e com ela o WiMAX foi direto para escanteio. Quanta neblina nessa história!</p>
<p align="justify">O que vocês acham disso? E o WiMAX? Veio para ficar ou não?</p>
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