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Transformando seu iPhone TIM em um modem

Não se fala em outra coisa: com o iOS 4, o novo sistema operacional da Apple, os usuários da TIM poderão usufruir do recurso de tethering – que, basicamente, transforma o iPhone em um modem. Por exemplo: com o tethering, que NÃO é novidade para quem é cliente da VIVO, os usuários TIM poderão compartilhar a conexão de internet que chega ao iOS 4 com outros dispositivos, através do wireless (como o Bluetooth) ou cabos (como o USB). Este recurso já foi confirmado pela assessoria de imprensa da operadora TIM e funciona tranquilamente sem a necessidade de jailbreak, técnica usada para “destravar” o aparelho. Saiba mais aqui!

(*) nos Estados Unidos, a AT&T cobra 20 dólares mensais para oferecer este recurso.

A atualização para o novo sistema operacional da Apple, o iOS 4, pode ser feita gratuitamente pelo iTunes 9.2 ou superior no Mac ou no PC. O sistema é compatível com o iPhone 3G, iPhone 3GS, iPhone 4 e segunda e terceira gerações do iPod touch (modelos vendidos após 2009 com 32 GB ou 64 GB de armazenamento). No entanto, de acordo com a Apple, alguns modelos mais antigos podem não desfrutar de todos os recursos, como a multitarefa.



Celular da TIM com o Google Android

Em julho de 2005 a Google adquiriu uma pequena empresa que desenvolvia softwares para dispositivos móveis: a Android Inc. Com isso os fundadores da Android Inc, juntamente com outros funcionários de empresas como Wildfire Communications, Danger, T-Mobile e WebTV, integraram-se a equipe Google e deram início aos trabalhos que posteriormente resultaram no sistema operacional Android. O Android, como sabemos, é um SO extremamente “enxuto”, desenvolvido para equipar aparelhos portáteis como smartphones, PDAs, GPSs e outros (apesar de que alguns nerds já fizeram este sistema funcionar num netbook Asus Eee 1000H). Criado com base no Linux, ele é descrito por alguns analistas como o primeiro SO móvel verdadeiramente aberto. Alias, a Google já liberou seu código visando obter mais adeptos (leia-se “empresas”) e um gigantesco número de programadores (formais e informais) para este sistema.

Sabe-se que o G1, lançado pela HTC (High Tech Computer Corporation) no segundo semestre de 2008, foi o primeiro smartphone a receber o Android. Comercializado oficialmente em diversas regiões (exceto no Brasil e em outros “pobres” países), trata-se de um sucesso de vendas. Já tem até sucessor, o HTC Magic que será oferecido pela Vodafone dentro de poucos meses. Mas não há motivos para pânico, pois no Mobile World Congress 2009, evento sobre tecnologias móveis que “acabou de acabar” em Barcelona, a chinesa Huawei fez uma divulgação: ela colocará em breve no mercado seu próprio smartphone com o SO Android. OK! Mas qual é a relação desta notícia com o público brasileiro?

Preparem-se! Um dia após o término do Mobile World Congress 2009, vários artigos de fontes seguras foram postados na web sobre uma parceria entre a Huawei e nossa querida TIM. Tal união tem como objetivo introduzir a Huawei no mercado brasileiro, além de, é claro, disponibilizar para nós o primeiro smartphone com o Android (oficialmente). Nada de Ciudad del Este, hein! Fato é que Huawei e a TIM já estão trabalhando no projeto e a previsão é de que os primeiros modelos desembarquem aqui ainda em 2009, com uma “estratégia diferenciada” para o nosso mercado. Quem diria, né? Logo a TIM…

É o Android crescendo e aparecendo…

É isso!



TIM e Claro e os notebooks 3G

As operadoras TIM e Claro passaram a comercializar, respectivamente, os PCs portáteis Asus EeePC 701 e o Microboard Ellite Plus, ambos equipados com modems 3G já atrelados aos planos de cada operadora. O Ellite Plus 3G da Claro é mais requintado. Vem com o sistema operacional Windows Vista Home Premium, possui processador Intel Core 2 Duo T5250 de 1,5 GHz, HD de 120 GB e 2 GB de memória RAM. Além disso, para facilitar o transporte, vem com o modem 3G embutido, algo que não ocorre com o Asus EeePC 701. A TIM resolveu apostar no modem 3G externo (por USB), pois acredita que todo o incomodo causado com o transporte é compensado pelas “escolhas” na hora de comercializar o notebook. Afinal o dono, na hora da venda, poderá ficar com o modem 3G e se desfazer do resto. Estratégias a parte, o EeePC 701, como já exposto, perde para o concorrente no quesito hardware. A “máquina da TIM” vem com o Windows XP, possui processador Intel Celeron M de 900 MHz e 512 MB de RAM, com uma unidade de estado sólido de 4 GB.

Nos testes com esses modelos, as redes 3G da Claro e da TIM exibiram números diferentes, mas se mostraram semelhantes em alguns aspectos. Por exemplo: na hora do almoço e no final da tarde as duas ficaram sobrecarregadas, exigindo, do usuário, muita paciência. A performance de cada rede sofreu (em média) um decréscimo de 70% na hora do rush digital, com velocidades que raramente passaram dos 280 kbps. No entanto, fora do “horário nobre” registramos taxas de até 1024 kbps. As melhores velocidades, inclusive, foram atingidas com o Ellite Plus. Em contrapartida, nossos testes mostraram que a rede da Claro é mais instável se comparada à rede da TIM. Ou seja, a conexão da TIM não exibiu números tão elevados, porém é mais estável, “detalhe” que certamente marca muitos pontos a favor dos italianos. E agora? TIM Asus EeePC 701 ou Claro Microboard Ellite Plus? Ficaremos neutros e deixaremos esta questão para nossos leitores!

Planos de Dados

TIM Web

Na compra do notebook com o pacote de dados ilimitados, modem USB é gratuito. Planos para a aquisição do modem:

Pacote de 1 GB: R$ 69,00 e o modem por R$ 299,00;
Pacote de 250 MB: R$ 39,90 e o modem por R$ 399,00;
Pacote de 40 MB: R$ 29,90 e o modem por R$ 499,00.

Claro Banda Larga 3G

Comprando o notebook, o cliente tem direito, por um ano, a conexão de 1 Mbps com acesso ilimitado. Após esse período, paga mensalidade de R$ 99,00.

É isso!



Celular no metro de Sao Paulo

Os usuários do metrô da grande capital paulista já podem comemorar, pois todas as estações serão cobertas pelas redes de telefonia celular até o final deste ano, declarou o gerente de negócios da Companhia do Metropolitano de São Paulo José Jacques Namur Yazbek. Tudo começou com os testes de infra-estrutura realizados pelas operadoras Nextel, TIM, Vivo e Claro em maio deste ano. Na época foram encontrados diversos problemas de comunicação, mas todos os empecilhos foram corrigidos e a partir de agosto a linha verde do metrô passou a disponibilizar o serviço normalmente aos usuários. O processo de instalação do parque tecnológico é lento, pois além de toda a complexidade associada ao projeto, a empresa responsável (Power Wave) dispõe de apenas duas horas de trabalho por noite devido à segurança. No total serão 31,7 quilômetros de área subterrânea a ser coberta, o que corresponde a um “investimento” de aproximadamente 100 milhões de reais.

Nas estações o sinal é distribuído através de antenas posicionadas em locais estratégicos e conectadas com a rede de telefonia móvel por fibra óptica. Já nas linhas o sinal é espalhado por meio de um cabo coaxial irradiante, também conhecido por cabo fendido. Esses cabos ainda não são populares no Brasil, mas há tempos são utilizados “lá fora” para reduzir custos e proporcionar flexibilidade aos projetos. Ótima notícia para os 3,3 milhões de usuários que utilizam o metrô de São Paulo diariamente, não?

É isso!



Portabilidade numerica celular

Em breve todos nós poderemos usufruir do recurso da portabilidade numérica. Isto significa que um cliente da TIM, por exemplo, poderá migrar para a Vivo sem a necessidade de alterar o número do telefone. Trata-se de uma ótima notícia para alguns entrevistados pela Morgan Stanley. Um estudo feito por este instituto apontou que 20% dos usuários brasileiros de telefonia móvel e fixa desejam trocar de operadora e manter o mesmo número. Mas a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) não está interessada em saber se o nível de adesão da população será alto ou baixo. Ela está preocupada apenas em conceder este direito ao consumidor.

De acordo com algumas publicações, a portabilidade numérica será implantada de maneira gradativa em nosso país. Na primeira etapa serão atendidos cerca de 10% da planta total de assinantes cujas regiões foram escolhidas conforme a conveniência das operadoras. Os primeiros a serem beneficiados serão os DDDs 14 e 17 (São Paulo), 27 (Espírito Santo), 37 (Minas Gerais), 43 (Paraná), 62 (Goiás), 67 (Mato Grosso do Sul) e 86 (Piauí). Já as últimas etapas serão finalizadas até março de 2009 e atenderão os maiores mercados, afirma a Anatel. O DDD 11, por exemplo, representa quase 18 milhões de linhas ativas e por isso foi para o “final da fila”, assim como o DDD 21.

As operadoras, por enquanto, estão “torcendo o nariz” devido aos altos investimentos necessários para tornar a portabilidade numérica uma realidade. A ACEL (Associação Nacional das Operadoras Celulares) prevê que os gastos totais do setor neste ano totalizarão 13,6 bilhões de reais. Desse montante, 6 bilhões serão usados no pagamento das licenças 3G e parte do que sobrar será colocado na portabilidade.

É isso!