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Os Netbooks e o Chrome OS

Como o próprio nome diz, netbook é um pequeno laptop portátil especialmente projetado para realizar tarefas básicas (porém essenciais) conectado à internet: como ler e enviar e-mails, editar planilhas eletrônicas, redigir documentos de texto, agendar tarefas, etc. São máquinas projetadas para um nicho de mercado ainda pouco conhecido, um segmento no qual os poderosos recursos de hardware (alto poder de processamento, por exemplo) são meros coadjuvantes. Do que estamos falando? Da nuvem computacional ou cloud computing, é claro – a nova fronteira da era digital defendida com unhas e dentes pela Google, IBM e outras.

Podemos afirmar que o conceito de netbook se funde perfeitamente com a filosofia da computação nas nuvens. Afinal, nesse novo “modelo”, tudo acontece na internet. Nas “nuvens” os usuários podem criar, armazenar e compartilhar qualquer tipo de arquivo – tudo através um dispositivo voltado para esse fim (nesse caso, um netbook). Ou seja, os usuários não precisam (nem devem) se preocupar com a instalação local de ferramentas de trabalho, conflitos de drivers, etc. É só ligar o netbook, conectar-se e pronto! Ah, e como prova dos esforços da Google pela massificação desse modelo basta citarmos o GMail, o Google Docs, o Orkut e mais recentemente o Chrome OS.

O mercado de netbooks, de fato, mexeu com a cabeça de muita gente. Há pouco escrevemos sobre o Moblin, o sistema operacional baseado em Linux criado pela Intel especialmente para os netbooks. Quem poderia imaginar que um dia a Intel, a empresa dos chips cada vez menores, mais rápidos e mais baratos trabalharia com afinco para se tornar uma referência na área dos softwares? Isto sem falarmos no Ubuntu, Xandros Presto e na incansável tentativa da Microsoft em adaptar uma versão do Windows para os netbooks. E se você acha que toda “briga” só é válida quando a Google resolve meter o bedelho, prepare-se! Afinal, ela acabou de anunciar o desenvolvimento de um novo sistema operacional voltado para este mercado; e não estamos falando de uma mera “adaptação” do Android. Estamos, sim, falando do Chrome OS!

O Chrome OS é um projeto novo, separado do Android. Porém, ainda não sabemos em detalhes onde estão as diferenças entre esses dois sistemas. Segundo uma publicação da Google, o Android foi criado para funcionar em uma variedade de dispositivos, de telefones a set-top boxes e netbooks. Já o Chrome OS está sendo desenvolvido para rodar em equipamentos que vão desde pequenos netbooks a estações de trabalho (de mesa) completas. Tais declarações não ajudam muito uma vez que há pontos de sobreposição entre eles, não é mesmo? Ah, sabemos que o navegador do Android apresenta diversas diferenças estruturais em relação ao Chrome. Por exemplo: o uso da engine SquirrelFish Extreme para processamento de javascript, em vez do V8 usado pelo Chrome nos desktops. Isto ajuda a distingui-los superficialmente, fixando a “noção” inicial dada pela Google. No entanto, não esclarece todas as dúvidas!

Fato é que os primeiros netbooks rodando o Chrome OS estarão disponíveis no varejo a partir do segundo semestre de 2010. Até lá, duas coisas são certas. 1) várias perguntas sobre o Chrome OS e Android serão respondidas. 2) nós, usuários, assistiremos de camarote boas e apimentadas brigas entre os gigantes da informática por suas “fatias” desse grande mercado!

Redes de Sensores Sem Fios

WSN (Wireless Sensor Network)

As redes de sensores sem fios, mundialmente conhecidas pela sigla WSN (Wireless Sensor Network), foram desenvolvidas pelos militares cuja intenção era vigiar o campo de batalha. Porém hoje, devido à constante miniaturização dos componentes e outros fatores, tais redes passaram a ser empregadas nas mais diversas áreas do conhecimento, como na saúde, segurança e meio ambiente. Elas, basicamente, permitem monitorar e estudar um determinado fenômeno ou acontecimento, auxiliando, assim, na tomada de decisões. Por exemplo: já existem WSNs instaladas em crateras de vulcões (ver imagem abaixo). Essas redes analisam os riscos de uma possível erupção e quando algo “anormal” é detectado, todas as providências podem ser tomadas para evitar a catástrofe.

As redes WSNs podem ser comparadas às Ad-Hoc, pois muitos dos algoritmos empregados nas redes Ad-Hoc foram “copiados” para as redes de sensores. Porém, vale salientar que a comunicação entre os nós pertencentes a uma WSN é feita por radiodifusão (broadcast) enquanto nas redes Ad-Hoc a comunicação é do tipo ponto-a-ponto. Os nós de uma rede de sensores sem fios geralmente ficam sujeitos a diversos tipos de falhas em virtude do meio no qual estão inseridos (exemplo do vulcão). Isto, claro, sem mencionar o término da bateria responsável por alimentar os sensores. Por esses motivos, as redes WSNs contam com algoritmos capazes de reorganizar o percurso das informações quando um ou mais nós param de funcionar. Legal, né?

Diversos padrões já ratificados podem ser utilizados na construção de uma WSN. Entretanto, o mais promissor é o ZigBee (IEEE 802.15.4), standard especialmente desenvolvido para ser empregado em projetos de sensoriamento e monitoramento. Os componentes que operam em conformidade com o ZigBee consomem pouca energia, são baratos e possuem drivers extremamente enxutos. Também operam com baixas taxas de transferências de dados, atingindo, no máximo, 250 kbps. Alias todas as aplicações WSN (como controle de iluminação, temperatura, detectores de fumaça e outros) não exigem altas velocidades para cumprirem com seus propósitos. Além do ZigBee, também há WSNs construídas em conformidade com os padrões WirelessHART (Wireless Highway Addressable Remote Transducer Protocol) e 6LoWPAN (IPv6 over Low Power Wireless Personal Area Networks).

Um nó WSN também é conhecido por “módulo sensor”. Este módulo sensor é, geralmente, formado por cinco componentes: hardware (sensor e conversor analógico-digital), memória, processador de sinais, transceptor (transmissor e receptor wireless) e bateria. A saber: o conversor analógico-digital é o responsável por transformar o sinal analógico criado pelos sensores, quando do reconhecimento de um fenômeno monitorado, em sinal digital, tratável pela unidade de processamento de sinais. O tipo do sensor empregado em uma WSN dependerá, exclusivamente, da variável a ser monitorada. Ele poderá ser um sensor de pressão, umidade, movimento, som, foto-sensor (para fenômenos ópticos), termo-sensor (para fenômenos de calor) dentre outros.

Os sistemas operacionais empregados em WSNs são “infinitamente” menores e, por conseqüência, menos complexos quando comparados aos SOs convencionais (um Linux da vida). Eles não precisam de uma interface de usuário, por exemplo. Inclusive, todos que já leram sobre as redes de sensores sem fios provavelmente se lembram do TinyOS. Diz-se que o TinyOS foi o primeiro sistema operacional desenvolvido para uma WSN. Seus programas são escritos em uma linguagem especial chamada NesC, considerada uma extensão do famoso C. Interessante, não?

Fechando…

A maior preocupação existente em torno do módulo sensor é com o consumo de energia. Afinal, sabe-se que a tecnologia de desenvolvimento dos circuitos e componentes eletrônicos cresce em ritmo mais acelerado em relação aos “preguiçosos” avanços da indústria de baterias. Por esta razão, praticamente todas as redes WSN adotam técnicas que fazem todo o sistema economizar energia. Exemplo: o algoritmo, além de reorganizar a rede devido a falhas, deverá calcular o menor e melhor trajeto entre o fenômeno estudado e a estação responsável por transformar os dados coletados em informações. Mais: a unidade de processamento de sinais pode evitar o desperdício de energia através do chaveando do seu modo de operação (entre ativo e inativo). Desta maneira, a unidade funcionará apenas quando os sensores enviarem algum dado para ser processado, fato que poderá prolongar, e muito, a vida de todo o conjunto. Poderá? Sim, pois, conforme o tipo do sensor empregado no sistema o chaveamento entre ativo e inativo da unidade poderá representar um gasto energético ainda maior. Por isso é preciso fazer uma análise aprofundada de toda a WSN para descobrir a real vantagem em utilizar esta técnica. Há vários outros métodos que visam a economia de energia, mas neste artigo eles serão omitidos, afinal, nosso objetivo é (foi) apresentarmos uma “visão geral” das redes de sensores sem fios!

É isso!

Nintendo Wii conectado a Internet

Wii é um console de videogame doméstico produzido pela empresa japonesa Nintendo. Sucessor do GameCube, que chegou ao mercado em 2001, o Wii foi lançado no final de 2006 nos Estados Unidos e logo se tornou um pesadelo na vida do Xbox 360 (da Microsoft) e do Playstation 3 (da Sony). Máquina poderosa, o Wii possui um processador de 729 MHz produzido pela IBM em parceria com a própria Nintendo, o PowerPC Broadway. Também conta com um processador gráfico ATI de 243 MHz, 88 MB de memória principal, adaptador Wi-Fi IEEE 802.11b/g, transceptor Bluetooth, sensores de movimento (pelo Nunchuk, por exemplo) e diversos outros hardwares de respeito. Fato é que o Wii, segundo a Wikipédia, já foi adquirido por 46 milhões de pessoas e devolveu a Nintendo a posição de “líder no mercado de videogames de última geração”, posto deixado pela empresa há 17 anos.

O Nintendo Wii, como já exposto, possui um adaptador Wi-Fi IEEE 802.11b/g que permite ao player jogar online com outras pessoas. No entanto, muitos usuários não conseguem configurar seus Wii’s quando os pontos de acesso (APs) exigem valores de DNSs (primários e secundários) e/ou quando as redes wireless estão montadas com IPs estáticos. Eis o propósito deste artigo: mostrar um passo-a-passo deste processo, ensinando ao leitor como fazer seu Wii se comunicar com qualquer AP “birrento”. Antes, vale comentar que o adaptador Wi-Fi do Wii é compatível com diversos esquemas de encriptação de dados, como os famosos WEP e WPA. Ou seja, você não precisa deixar sua rede wireless aberta, sem qualquer segurança, para jogar online no Wii (ao contrário do que muitos imaginam). Mãos à obra!

1. No menu principal do Wii, vamos clicar no botão Wii no canto inferior esquerdo.

2. Esta ação exibirá a tela de definições. Nesta tela, clicaremos em Wii Settings (Definições do Wii).

3. Em “Wii System Settings” (Definições do Wii), vamos clicar na seta azul à direita para passarmos ao segundo menu de opções. Nesta tela, clicaremos no botão “Internet”.

4. Vamos escolher “Connection Settings” (Definições da Ligação).

5. Vamos selecionar uma ligação livre, indicada como “None” (Nenhuma):

6. Vamos selecionar “Wireless Connection” (Ligação Sem fios).

7. A partir daqui as coisas começam a ficar interessantes, pois selecionaremos a opção de configuração manual (“no braço” ou “na unha”, como dizem os entusiastas do LINUX). Se o ponto de acesso envolvido não exigisse a inserção de dados “mais apurados”, escolheríamos a opção “Search for an Access Point” e correríamos para o abraço. Mas este não é o caso, então vamos de “Manual Setup” (Configuração Manual).

8. Agora o Wii solicita o SSID (Service Set Identifier) da rede wireless. É nome da rede. Este valor é único, alfanumérico, sensível a maiúsculas e minúsculas e pode ter até 32 caracteres de comprimento. Portanto, vamos inserir o SSID da rede em questão exatamente como configurado no ponto de acesso.

Agora vamos definir os parâmetros de segurança da rede wireless no Wii. Como sabemos, os esquemas mais populares de encriptação de dados são WEP e WPA. O protocolo WEP, Wired Equivalent Privacy, foi desenvolvido por alguns membros do IEEE para proteger o fluxo de dados entre os equipamentos que operam em conformidade com os padrões 802.11 e suas variações. Extremamente popular, o WEP deixou de ser sinônimo de “segurança” quando suas falhas começaram a ser publicadas na internet. Hoje uma chave desta natureza pode ser quebrada (descoberta) em poucos minutos e, ao contrário do que acontecia há alguns anos, tal procedimento não exige profundos conhecimentos. Por isso surgiu o WPA, o Wi-Fi Protected Access. O WPA é um subconjunto do padrão IEEE 802.11i que utiliza o protocolo TKIP (Temporal Key Integrity Protocol) para cifrar o fluxo dados, uma tecnologia mais avançada que o RC4 empregado no WEP. O WPA, assim como o WEP, também apresenta falhas, porém quebrá-lo (por enquanto) não é uma tarefa simples. Exige muito conhecimento técnico, fato que “garante” a segurança dos dados da rede.

Então vamos inserir a chave WEP ou WPA utilizada pela rede no campo correspondente do assistente Wii. Moleza, não? Por outro lado, se o ponto de acesso não possui qualquer esquema de segurança (WEP ou WPA), basta saltarmos para o PASSO 9!

Agora vamos atribuir um endereço de IP e um de DNS (Domain Name System) ao Wii. No sistema operacional Windows, o primeiro passo é verificarmos se o IP e o DNS são obtidos automaticamente. Isto pode ser feito pelo “Painel de Controle” do SO. Ao acessarmos o Painel de Controle, em “Conexões de Rede”, clicamos nas propriedades do adaptador sem fio. Na janela “Propriedades de Protocolo TCP/IP” vemos o seguinte:

Atenção: se as opções “Obter um endereço IP automaticamente” e “Obter o endereço dos servidores de DNS automaticamente” estiverem selecionadas (conforme a imagem acima), vamos escolher “Auto-Obtain IP Address” (Obter automaticamente endereço IP) e “Auto-Obtain DNS” (Obter automaticamente DNS) no Wii e testar a conexão, conforme o PASSO 9.

Do contrário, vamos inserir manualmente os endereços de IP e DNS no Wii. Para isso, vamos de “Setting Static IP and/or Static DNS” (Definir IP estático e/ou DNS estático). Ao contrário do que muitos imaginam, esses endereços podem ser obtidos facilmente através do Prompt de comandos do Windows. Lá basta digitarmos ipconfig /all. Eis um exemplo:

O endereço de IP a ser fornecido ao Wii deve ser um pouco diferente daquele “Endereço IP” retornado pelo comando ipconfig /all na estação Windows. Sim, pois, caso tentarmos inserir o mesmo IP haverá um conflito de IPs entre a máquina Windows e o Wii. Então, eis a dica: olhando a imagem acima, vemos que a “Máscara de sub-rede” recebe o valor 255.255.255.0, certo? Como não podemos inserir o endereço 192.168.1.101 (ele já está sendo utilizado pela estação) poderemos variar o valor do 101, já que o último byte da máscara de sub-rede recebe 0. Ou seja, poderemos inserir no Wii o endereço 192.168.1.107. Ok? Já com relação ao DNS, é só digitar o mesmo valor retornado pelo comando ipconfig /all. No caso da imagem, 10.1.1.1.

Ufa…esta quase acabando…

Às vezes é necessário especificarmos um valor de MTU (Maximum Transmission Unit). O valor de MTU, basicamente, expressa a maior unidade de dados que pode enviar pela rede. Neste caso, podemos definir “1500″.

ACABOOOOUUUU!

9. Vamos clicar em “Save” e em seguida em “Ok” para que as definições sejam salvas:

10. Vamos clicar em “Ok” para iniciar um teste automático de conexão:

Se tudo ocorrer bem, o Wii estabelecerá conexão com o ponto de acesso e estará pronto para os “jogos on line”!

É isso!

TouchFLO HTC

TouchFLO

Trata-se de uma interface de usuário desenvolvida pela HTC para facilitar a utilização de smartphones com Windows Mobile. Com o ele, praticamente todas as funções de um aparelho ficam facilmente acessíveis a partir de leves movimentos (de toque e de deslizamento) no display, lembrando o manuseio do iPhone da Apple. Desta forma, reduz-se o uso da caneta stylus, injustamente classificada como uma “pedra no sapato” por muitos usuários.

O Funcionamento

O TouchFLO é inicializado a partir de um movimento de deslizamento vertical, exibindo, na seqüência, um cubo 3D para o usuário. O objetivo deste cubo é facilitar o acesso as principais funções do smartphone, por meio de ícones grandes e selecionáveis com os dedos. Girando o cubo com um movimento horizontal, outros atalhos surgem no display, sempre classificados conforme a finalidade de cada recurso. Para os fãs do Linux, este cubo lembra, e muito, o recurso Beryl que pode ser instalado no Ubuntu. Por fim, vale salientar que o TouchFLO permanece ativo mesmo após entrarmos em uma seção. Por exemplo: no álbum de fotos, o zoom é feito através de um gesto semelhante ao feito no iPhone. É muito legal!

Abaixo os modelos da família HTC Touch com TouchFLO:

HTC Touch;
HTC Touch Dual;
HTC Touch Cruise;
HTC Touch Diamond;
HTC Touch Pro;
HTC Touch HD.

É isso!

Rede Wi Fi Ad Hoc no Linux

O Modo Ad-Hoc

O padrão 802.11, em termos organizacionais, define dois modos distintos de operação: Ad-Hoc e Infra-Estrutura. O modo Infra-Estrutura, basicamente, é caracterizado pela presença de um concentrador de tráfego (ponto de acesso) cuja idéia é reunir, num único equipamento, diversas funções como práticas de segurança, controle de banda e outros. Já no modo Ad-Hoc, adicionado ao processo de certificação Wi-Fi em meados de 2002, este concentrador não existe. Isto significa que os equipamentos se conectam diretamente uns aos outros, idéia análoga a conexão por meio de cabos crossover. O termo Ad-Hoc, alias, pode ser entendido como algo que é criado para resolver um problema de imediato, sendo descartado logo em seguida. Por exemplo: aquela transferência de urgência.

Configurando uma Rede Ad-Hoc no Linux

Em artigos anteriores, detalhamos todo o processo de configuração de uma rede Ad-Hoc no Windows (aqui). Agora chegou a vez do Linux, pois, ao contrário do que muitos imaginam, montar uma rede desta natureza no pingüim é igualmente “indolor”. Antes de começar, é bom lembrar que o administrador deve estar logado como super usuário (root) em todas as máquinas consideradas neste exemplo. Mãos à obra! Primeiro devemos especificar o modo de operação da rede, ou seja, Ad-Hoc e na seqüência daremos um nome para esta rede:

Agora precisamos atribuir um endereço IP a cada um dos computadores:

O próximo passo é executar o seguinte comando nos computadores do quarto e da cozinha:

Vamos copiar o conteúdo do arquivo /etc/resolv.conf do computador da sala para o /etc/resolv.conf dos computadores do quarto e da cozinha.

Agora iremos configurar o compartilhamento no computador da sala:

Por fim, de acordo com a máquina em questão, vamos incluir os comandos no arquivo /etc/rc.local.

Prontinho! Eis uma rede Ad-Hoc no Linux!

É isso!