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iOS 5 e seus Novos Recursos

Durante a sua keynote de abertura da WWDC 2011 (06/2011), a Apple apresentou a nova versão de seu sistema operacional, o iOS 5. Previsto para chegar ao mercado apenas em setembro, o iOS 5 já virou objeto de desejo de 100% dos Apple Maníacos, que já estão contando as horas para vê-lo em seus iPhones, iPads e iPods. E não é para menos. Afinal, esta versão traz mais de 1500 APIs e mais de 200 novas funcionalidades que foram especialmente criadas para agradar a gregos e troianos, como o Safari Reader, o bem bolado Centro de Notificações e o já famoso iMessage. Para começar, agora o Safari conta com o Safari Reader, um recurso que quando acionado deixa apenas o texto em destaque, sem anúncios, layouts ou quaisquer outros elementos que possam distrair o usuário durante a leitura de um artigo. Além disso, ele ainda conta com o Reading List, que salva os artigos para serem lidos posteriormente e navegação por abas.

Já o Centro de Notificações foi criado para organizar, em apenas um lugar, todas as notificações recebidas pelo usuário, seja de mensagens de texto, telefonemas não atendidos, alertas da agenda, de jogos, programas e outros. Então agora, no iOS 5, quando o usuário recebe uma notificação ele é discretamente alertado sobre ela através de uma janelinha que aparece e some do topo da tela. Tudo, é claro, sem interromper as suas tarefas. Depois, como uma deslizada, é possível ver tudo o que chegou e com um toque, ir diretamente ao aplicativo para mais detalhes. Legal, não?

E por fim temos o iMessage, o recurso do novo iOS que acabou se transformando no centro das atenções da WWDC 2011. O iMessage é um formato proprietário desenvolvido pela Apple que permite o envio de mensagens de texto, fotos, vídeos e informações de contato a uma pessoa ou a um grupo – todos usuários do iOS – por meio de Wi-Fi ou conexão 3G. Ou seja, grosso modo, trata-se de um comunicador gratuito entre iPhones, iPads e iPods. Isso mesmo, gratuito, de graça. Com uma bela interface (ao melhor estilo Jobs), ele funciona com base no número de telefone e na Apple ID do cliente para se comunicar com outros usuários, que têm a opção de ver quando o interlocutor está digitando e receber alertas de chegada (saber se a mensagem foi vista). Tudo muito prático e rápido. E mais: o iMessage ainda é capaz de detectar automaticamente, entre os contatos do usuário, quem possui ou não o recurso habilitado. Desta forma, é possível saber de antemão se o “diálogo” será de graça, via iMessage, ou será cobrado, via SMS convencional. Magnífico, não acha? Quem não acha nada, no entanto, são as operadoras de celular que ainda faturam milhões por ano com o envio e recebimento de SMSs.

iPad ou Galaxy Tab, quem leva a melhor?

O iPad foi anunciado no dia 27 de janeiro de 2010, causando um verdadeiro auê no mundo tecnológico. No entanto, para o desespero dos fãs da Apple, o Brasil não estava na lista dos países que receberia o produto ainda em maio. Com um sorriso amarelo no rosto, tivemos que nos contentar com um “em breve”, mas já estamos em novembro…e cadê nosso iPad? Os de Ciudad del Este não contam! Pois bem, diz-se que o atraso ocorre em virtude do nome iPad, que pertence a outra empresa por aqui. Enquanto isso, os concorrentes vão chegando. A Samsung, por exemplo, acabou de lançar um rival a altura, o Galaxy Tab. O Galaxy Tab, ao contrário do iPad, vem equipado com o sistema operacional Android, tem câmera fotográfica, TV digital e funciona como celular. Também tem o dobro de memória RAM. Mas não adianta. Ao que percebo, os verdadeiros fãs da Apple (e de Steve Jobs) não se deixam abalar pela concorrência e prometem esperar pelo iPad o tempo que for necessário – afinal, dizem eles, a tela do iPad é maior, sua bateria dura mais e é um Apple! Samsung Galaxy Tab ou Apple iPad, quem leva a melhor?

iPad e a gambiarra da internet 3G

Uma verdadeira gambiarra virou febre entre os usuário de iPads 3G que vivem fora dos Estados Unidos. Estamos falando do “jeitinho” (será brasileiro meu Deus?) que muitos apple maníacos encontraram para fazer seus iPads trabalharem numa rede 3G através de chips SIM. Afinal, no slot do iPad, só cabem chips micro-SIM e, até o momento, nenhuma operadora brazuca está trabalhando com chips desse tipo. O que esses usuários fazem então? Com muita habilidade (hehe), uma tesoura e um estilete, eles compram um chip SIM normal e “adaptam-no” para o micro-SIM. Ou seja, eles passam a tesoura no coitadinho até ficarem no mesmo formato do micro-SIM (15 mm de largura x 12 mm de altura e 0,76 mm de espessura). Parece loucura, mas há vários depoimentos de que o “método” realmente funciona!

O único problema encontrado nesta “adaptação” é a inutilização permanente do SIM se ele for cortado errado. Vale lembrar que o chip contém vários dados (por exemplo, contatos telefônicos) e, apesar de ser barato (em média, um novo custa R$ 10), seria desagradável perdê-los por um simples descuido na hora de manejar a tesoura. Não é mesmo? Por esta razão, de acordo com vários relatos, o melhor mesmo é adquirir um chip SIM “vazio”. Só assim o aventureiro poderá ficar tranqüilo se algo der errado. Ah, e os apple maníacos podem ficar tranqüilos, pois esse procedimento não causa nenhum dano ao iPad.

É isso!