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Carnaval Carioca com Internet Free

Um projeto da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, com a coordenação técnica da UERJ, deve beneficiar pelo menos 10% dos cerca de 240 mil espectadores que passarão pela Marquês de Sapucaí neste ano. Estamos falando da grande malha de conexão sem fio que dará acesso gratuito à internet aos visitantes do Sambódromo – infra-estrutura que, na verdade, servirá de base para uma futura expansão que abrangerá a Av. Presidente Vargas e o porto da cidade. Uaaaaaaal…! Ou seja, o badalado carnaval carioca, além das suas famosas atrações, ainda contará com uma grande estrutura “wireless connected” prá nenhum folião botar defeito!

Os 800 metros da Sapucaí serão cobertos por uma rede que transmite, via rádio, o sinal de internet da Rede Rio, malha estadual de alta velocidade que integra universidades e centros de pesquisa do Estado. Essa malha Mesh será montada com 8 equipamentos da Motorola cuja comunicação, com a Rede Rio, será ponto-a-ponto. Creio que os tais “equipamentos” são aqueles da família MOTOwi4 – rádios HotZone Duo que pouco vemos por aí!

É isso!

Nintendo Wii conectado a Internet

Wii é um console de videogame doméstico produzido pela empresa japonesa Nintendo. Sucessor do GameCube, que chegou ao mercado em 2001, o Wii foi lançado no final de 2006 nos Estados Unidos e logo se tornou um pesadelo na vida do Xbox 360 (da Microsoft) e do Playstation 3 (da Sony). Máquina poderosa, o Wii possui um processador de 729 MHz produzido pela IBM em parceria com a própria Nintendo, o PowerPC Broadway. Também conta com um processador gráfico ATI de 243 MHz, 88 MB de memória principal, adaptador Wi-Fi IEEE 802.11b/g, transceptor Bluetooth, sensores de movimento (pelo Nunchuk, por exemplo) e diversos outros hardwares de respeito. Fato é que o Wii, segundo a Wikipédia, já foi adquirido por 46 milhões de pessoas e devolveu a Nintendo a posição de “líder no mercado de videogames de última geração”, posto deixado pela empresa há 17 anos.

O Nintendo Wii, como já exposto, possui um adaptador Wi-Fi IEEE 802.11b/g que permite ao player jogar online com outras pessoas. No entanto, muitos usuários não conseguem configurar seus Wii’s quando os pontos de acesso (APs) exigem valores de DNSs (primários e secundários) e/ou quando as redes wireless estão montadas com IPs estáticos. Eis o propósito deste artigo: mostrar um passo-a-passo deste processo, ensinando ao leitor como fazer seu Wii se comunicar com qualquer AP “birrento”. Antes, vale comentar que o adaptador Wi-Fi do Wii é compatível com diversos esquemas de encriptação de dados, como os famosos WEP e WPA. Ou seja, você não precisa deixar sua rede wireless aberta, sem qualquer segurança, para jogar online no Wii (ao contrário do que muitos imaginam). Mãos à obra!

1. No menu principal do Wii, vamos clicar no botão Wii no canto inferior esquerdo.

2. Esta ação exibirá a tela de definições. Nesta tela, clicaremos em Wii Settings (Definições do Wii).

3. Em “Wii System Settings” (Definições do Wii), vamos clicar na seta azul à direita para passarmos ao segundo menu de opções. Nesta tela, clicaremos no botão “Internet”.

4. Vamos escolher “Connection Settings” (Definições da Ligação).

5. Vamos selecionar uma ligação livre, indicada como “None” (Nenhuma):

6. Vamos selecionar “Wireless Connection” (Ligação Sem fios).

7. A partir daqui as coisas começam a ficar interessantes, pois selecionaremos a opção de configuração manual (“no braço” ou “na unha”, como dizem os entusiastas do LINUX). Se o ponto de acesso envolvido não exigisse a inserção de dados “mais apurados”, escolheríamos a opção “Search for an Access Point” e correríamos para o abraço. Mas este não é o caso, então vamos de “Manual Setup” (Configuração Manual).

8. Agora o Wii solicita o SSID (Service Set Identifier) da rede wireless. É nome da rede. Este valor é único, alfanumérico, sensível a maiúsculas e minúsculas e pode ter até 32 caracteres de comprimento. Portanto, vamos inserir o SSID da rede em questão exatamente como configurado no ponto de acesso.

Agora vamos definir os parâmetros de segurança da rede wireless no Wii. Como sabemos, os esquemas mais populares de encriptação de dados são WEP e WPA. O protocolo WEP, Wired Equivalent Privacy, foi desenvolvido por alguns membros do IEEE para proteger o fluxo de dados entre os equipamentos que operam em conformidade com os padrões 802.11 e suas variações. Extremamente popular, o WEP deixou de ser sinônimo de “segurança” quando suas falhas começaram a ser publicadas na internet. Hoje uma chave desta natureza pode ser quebrada (descoberta) em poucos minutos e, ao contrário do que acontecia há alguns anos, tal procedimento não exige profundos conhecimentos. Por isso surgiu o WPA, o Wi-Fi Protected Access. O WPA é um subconjunto do padrão IEEE 802.11i que utiliza o protocolo TKIP (Temporal Key Integrity Protocol) para cifrar o fluxo dados, uma tecnologia mais avançada que o RC4 empregado no WEP. O WPA, assim como o WEP, também apresenta falhas, porém quebrá-lo (por enquanto) não é uma tarefa simples. Exige muito conhecimento técnico, fato que “garante” a segurança dos dados da rede.

Então vamos inserir a chave WEP ou WPA utilizada pela rede no campo correspondente do assistente Wii. Moleza, não? Por outro lado, se o ponto de acesso não possui qualquer esquema de segurança (WEP ou WPA), basta saltarmos para o PASSO 9!

Agora vamos atribuir um endereço de IP e um de DNS (Domain Name System) ao Wii. No sistema operacional Windows, o primeiro passo é verificarmos se o IP e o DNS são obtidos automaticamente. Isto pode ser feito pelo “Painel de Controle” do SO. Ao acessarmos o Painel de Controle, em “Conexões de Rede”, clicamos nas propriedades do adaptador sem fio. Na janela “Propriedades de Protocolo TCP/IP” vemos o seguinte:

Atenção: se as opções “Obter um endereço IP automaticamente” e “Obter o endereço dos servidores de DNS automaticamente” estiverem selecionadas (conforme a imagem acima), vamos escolher “Auto-Obtain IP Address” (Obter automaticamente endereço IP) e “Auto-Obtain DNS” (Obter automaticamente DNS) no Wii e testar a conexão, conforme o PASSO 9.

Do contrário, vamos inserir manualmente os endereços de IP e DNS no Wii. Para isso, vamos de “Setting Static IP and/or Static DNS” (Definir IP estático e/ou DNS estático). Ao contrário do que muitos imaginam, esses endereços podem ser obtidos facilmente através do Prompt de comandos do Windows. Lá basta digitarmos ipconfig /all. Eis um exemplo:

O endereço de IP a ser fornecido ao Wii deve ser um pouco diferente daquele “Endereço IP” retornado pelo comando ipconfig /all na estação Windows. Sim, pois, caso tentarmos inserir o mesmo IP haverá um conflito de IPs entre a máquina Windows e o Wii. Então, eis a dica: olhando a imagem acima, vemos que a “Máscara de sub-rede” recebe o valor 255.255.255.0, certo? Como não podemos inserir o endereço 192.168.1.101 (ele já está sendo utilizado pela estação) poderemos variar o valor do 101, já que o último byte da máscara de sub-rede recebe 0. Ou seja, poderemos inserir no Wii o endereço 192.168.1.107. Ok? Já com relação ao DNS, é só digitar o mesmo valor retornado pelo comando ipconfig /all. No caso da imagem, 10.1.1.1.

Ufa…esta quase acabando…

Às vezes é necessário especificarmos um valor de MTU (Maximum Transmission Unit). O valor de MTU, basicamente, expressa a maior unidade de dados que pode enviar pela rede. Neste caso, podemos definir “1500″.

ACABOOOOUUUU!

9. Vamos clicar em “Save” e em seguida em “Ok” para que as definições sejam salvas:

10. Vamos clicar em “Ok” para iniciar um teste automático de conexão:

Se tudo ocorrer bem, o Wii estabelecerá conexão com o ponto de acesso e estará pronto para os “jogos on line”!

É isso!

TIM e Claro e os notebooks 3G

As operadoras TIM e Claro passaram a comercializar, respectivamente, os PCs portáteis Asus EeePC 701 e o Microboard Ellite Plus, ambos equipados com modems 3G já atrelados aos planos de cada operadora. O Ellite Plus 3G da Claro é mais requintado. Vem com o sistema operacional Windows Vista Home Premium, possui processador Intel Core 2 Duo T5250 de 1,5 GHz, HD de 120 GB e 2 GB de memória RAM. Além disso, para facilitar o transporte, vem com o modem 3G embutido, algo que não ocorre com o Asus EeePC 701. A TIM resolveu apostar no modem 3G externo (por USB), pois acredita que todo o incomodo causado com o transporte é compensado pelas “escolhas” na hora de comercializar o notebook. Afinal o dono, na hora da venda, poderá ficar com o modem 3G e se desfazer do resto. Estratégias a parte, o EeePC 701, como já exposto, perde para o concorrente no quesito hardware. A “máquina da TIM” vem com o Windows XP, possui processador Intel Celeron M de 900 MHz e 512 MB de RAM, com uma unidade de estado sólido de 4 GB.

Nos testes com esses modelos, as redes 3G da Claro e da TIM exibiram números diferentes, mas se mostraram semelhantes em alguns aspectos. Por exemplo: na hora do almoço e no final da tarde as duas ficaram sobrecarregadas, exigindo, do usuário, muita paciência. A performance de cada rede sofreu (em média) um decréscimo de 70% na hora do rush digital, com velocidades que raramente passaram dos 280 kbps. No entanto, fora do “horário nobre” registramos taxas de até 1024 kbps. As melhores velocidades, inclusive, foram atingidas com o Ellite Plus. Em contrapartida, nossos testes mostraram que a rede da Claro é mais instável se comparada à rede da TIM. Ou seja, a conexão da TIM não exibiu números tão elevados, porém é mais estável, “detalhe” que certamente marca muitos pontos a favor dos italianos. E agora? TIM Asus EeePC 701 ou Claro Microboard Ellite Plus? Ficaremos neutros e deixaremos esta questão para nossos leitores!

Planos de Dados

TIM Web

Na compra do notebook com o pacote de dados ilimitados, modem USB é gratuito. Planos para a aquisição do modem:

Pacote de 1 GB: R$ 69,00 e o modem por R$ 299,00;
Pacote de 250 MB: R$ 39,90 e o modem por R$ 399,00;
Pacote de 40 MB: R$ 29,90 e o modem por R$ 499,00.

Claro Banda Larga 3G

Comprando o notebook, o cliente tem direito, por um ano, a conexão de 1 Mbps com acesso ilimitado. Após esse período, paga mensalidade de R$ 99,00.

É isso!

Configurar internet Wi Fi segura Nokia N80

Com o Nokia N80 é possível navegar pela Web através de conectividade Wi-Fi. No entanto, diversas pessoas afirmam que configurar uma conexão “segura” neste smartphone é muito difícil. Mas não é. Neste artigo ensinaremos como estabelecer uma comunicação razoavelmente segura entre o Nokia N80 e um ponto de acesso de forma rápida e simples utilizando criptografia WEP (Wired Equivalent Privacy) de 128 bits.

Primeiramente, configuramos nosso AP. Chamamos nossa rede de TUCANO e utilizamos a seguinte chave WEP em hexadecimal: 3e699b384db0e209ddd097a4ec.

Localizar a rede TUCANO no Nokia N80 é fácil. Basta entrar no MENU -> CONECTIVIDADE -> GERENCIADOR DE CONEXÃO -> WLAN DISPONÍVEIS.

O smartphone, além de exibir o SSID de todos os sinais Wi-Fi que estão ao seu alcance, mostra também: a velocidade, o modo de operação (infra-estrutura ou Ad-Hoc), a segurança e também a potência do sinal de cada rede detectada.

Após localizarmos a rede de nosso interesse, adicionamos o AP em questão no Nokia N80. Assim: MENU -> FERRAMENTAS -> CONFIGURAÇÕES -> CONEXÃO -> PONTO DE ACESSO -> NOVO PONTO DE ACESSO.

(nosso caso)
Nome da conexão: Conexão da empresa;
Portadora de dados: Wireless LAN;
Nome da rede WLAN: TUCANO;
Status da rede: pública;
Modo de rede WLAN: infra-estrutura;
Modo de segurança: WEP.

Feito isso, neste mesmo estágio, fomos em: CONFIGURAÇÕES DE SEGURANÇA WLAN -> CONFIGURAÇÕES DE CHAVE WEP.

Criptografia WEP: 128 bits;
Formato chave WEP: hexadecimal;
Chave WEP: 3e699b384db0e209ddd097a4ec.

Pronto.

Agora é só navegar…

É isso!

EEPROM CompactFlash Wi Fi

O uso de equipamentos móveis cresce a cada dia e isso está fazendo com que os cartões de memória sejam cada vez mais utilizados. Estes dispositivos possuem uma determinada capacidade de armazenamento de dados e são usados para guardar e transportar arquivos de câmeras digitais, MP3Players, palmtops, entre outros.

É interessante, antes de abordarmos sobre o CompactFlash Wi-Fi, compreendermos o que é memória flash.

Tais cartões, como já exposto, são essencialmente baseados na tecnologia Flash – um tipo de memória baseado no EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read Only Memory) desenvolvido pela Toshiba nos anos 1980. Os chips de memória Flash são parecidos com a memória RAM (Random Access Memory) usada nos computadores, porém suas propriedades fazem com que os dados não sejam perdidos quando não há mais fornecimento de energia (por exemplo, quando a bateria acaba ou o dispositivo é desligado).

A memória Flash consome pouca energia, ocupa pouquíssimo espaço físico e costuma ser bastante resistente.

Há dois tipos principais de memória Flash:

NOR: a memória Flash NOR (Not OR) permite acesso às células de memória de maneira aleatória, mas com alta velocidade. Em outras palavras, o tipo NOR permite acessar dados em posições diferentes da memória de maneira rápida, sem necessidade de ser seqüencial. O tipo NOR geralmente é usado em chips de BIOS, telefones celulares e em placas de rede especiais;

NAND: por sua vez, a memória Flash NAND (Not AND) também trabalha em alta velocidade, porém faz acesso seqüencial às células de memória e trata-as em conjunto, isto é, em blocos de células, em vez de acessá-las de maneira individual.

Agora, após todo este esclarecimento, podemos falar sobre um tipo especial de cartão: o CompactFlash. O cartão de memória CompactFlash foi desenvolvido pela empresa SanDisk em meados de 1994 e acabou sendo o primeiro tipo a se popularizar. Trata-se de um cartão de tamanho 42.8 mm x 36.4 mm x 3.3 mm e que teoricamente pode gravar até 8 GB de dados. Porém não é objetivo deste artigo tratar sobre a armazenagem de dados e sim sobre outra função deste tipo de cartão: a capacidade de ser utilizado como adaptador Wi-Fi (Wi-Fi CompactFlash).

Abaixo o modelo Wi-Fi CompactFlash da Linksys:

Alguns fabricantes procuram combinar Wi-Fi CompactFlash com alguns MB de espaço disponível. É o caso do modelo da SanDisk. Além de adaptador Wi-Fi o dispositivo é capaz de gravar 128 MB. Ver imagem:

As medidas anteriormente apresentadas para o CompactFlash geralmente não são reais quando o dispositivo apresenta a função de adaptador Wi-Fi. Isto ocorre porque o CompactFlash Wi-Fi precisa de um stub para a antena. Com isso, equipamentos que utilizam cartões CompactFlash internos infelizmente não poderão usufruir da função Wi-Fi.

É isso!