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Vex Vexcorp Wi Fi Hotspots

A Vex é pioneira no desenvolvimento de sistemas de acesso Wi-Fi e na instalação deste tipo de rede no Brasil. Possui em operação diversos hotspots espalhados pelas principais cidades brasileiras. Ela também atua em outras partes do mundo como: Argentina, Espanha, Portugal e Paraguai. Sua meta, segundo informações da própria empresa, é colocar em funcionamento 3 mil pontos de acesso em todo o globo até o final de 2008.

A Vex só implanta hotspots em locais abertos ao público (Aeroportos, Hotéis, Restaurantes, Cafés, etc) e para desfrutar dos serviços basta entrar em contato com operadoras de telecom ou provedores de acesso conveniados. Há diversos planos disponíveis, entre eles: assinatura mensal e pré-pago on-line.

É possível localizar pontos de acesso Vex pelo Brasil através do link abaixo. Já para verificar a cobertura do sinal num determinado ponto é necessário um programa – como o Netstumbler. Isto ajuda na hora de contratar ou não tal serviço. OBS: todas as redes desta empresa possuem SSID “vex”.

Vex pelo Brasil;
Download do Netstumbler.

É isso!

Warchalking

Warchalking.

Inventado nos Estados Unidos, há aproximadamente 70 anos, durante a época da depressão, o warchalking era uma forma de comunicação utilizada pelos “Hobos” (andarilhos desempregados). Através de símbolos, os Hobos conseguiam se comunicar, informando, por exemplo, se em determinada residência havia um médico que não cobraria por uma consulta ou a existência de um lugar seguro para se fazer uma refeição. Essa forma de comunicação, nascida há quase um século, parece estar tomando nova forma e ganhando um espaço inusitado em nossa moderna sociedade e suas formas de comunicação, principalmente, se estivermos à procura de um hotspot.

Encontrar tais símbolos em calçadas e muros espalhados pelos grandes centros dos Estados Unidos e Europa está se tornando muito comum. A fórmula é simples: Qualquer pessoa que encontrar um “sinal” Wi-Fi aberto ou “vazando” de algum escritório, residência ou hotel deve divulgá-lo utilizando giz, informando o nome do hotspot, seu tipo e velocidade de conexão.

Essas combinações resultam em uma série de símbolos, que podem ser entendidos por aqueles que os conhecem e precisam fazer um “pitstop” para checar emails ou, simplesmente, navegar de forma gratuita.

Para que isso aconteça, é necessário entender o que esses símbolos representam. Um par de semi círculos opostos em forma de “X”, significa um “open node” ou, simplesmente, um link aberto. Um círculo fechado significa um “closed node”. Um círculo com um “W” significa que a conexão está protegida por chave WEP ou WPA, geralmente indicada no canto superior direito. Abaixo do símbolo deve estar a velocidade do node. O SSID ou nome do hotspot deve ficar no topo da figura.

Tudo que podemos utilizar sem pagar geralmente é bom. Por um lado, o warchalk permite que as pessoas tenham acesso gratuito à internet através de lugares inusitados. Hotéis, universidades e empresas não muito preocupadas com segurança são os alvos mais visados pelos praticantes do warchalking.

Por outro lado, os donos de pontos de acesso (que são quem realmente pagam pelo link) provavelmente não gostam da idéia de estranhos captarem seus sinais, transformando suas conexões em verdadeiros hotspots comunitários. A proporção da “brincadeira” é tamanha que alguns resolveram vender “kits” para warchalking, com guia rápido e giz para sair marcando todos os hotspots que forem encontrados pela frente.

Alguns proprietários de ponto de acesso, simpatizantes com o movimento e muito generosos, costumam divulgar a existência de seus sinais utilizando placas de warchalk para convidar todos a usarem suas conexões abertas. Tudo de forma voluntária e muito generosa. Ver imagem:

A maioria dos mecanismos de proteção de redes sem fio não oferece 100% de segurança, mas o avanço tem sido grande nesse sentido. A criptografia de chaves WEP pode ser quebrada, sem muito mistério, através de softwares como o WEPCrack ou AirScanner.

É isso!