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Cabos irradiantes coaxiais antena RFS KMP draka

Um cabo irradiante, também conhecido por cabo fendido, permite a entrada e saída de rádio freqüência através de pequenas aberturas no condutor externo ao longo de sua extensão. Ou seja, trata-se dum cabo coaxial modificado capaz de atuar como uma antena. Utilizado de forma correta, tal cabo pode trazer inúmeros benefícios a diversos tipos de ambientes. Afinal, além do alcance considerável, tal cabo é fabricado para distribuir diversos tipos de sinais. Por exemplo: AM, FM, GSM, UMTS, Wi-Fi, WiMAX e outros. Isto significa que um único cabo pode ser utilizado para diversos fins conforme a necessidade, fato que gera flexibilidade e economia.

Quando o assunto é “cabo irradiante”, temos um exemplo clássico. Trata-se do setor de engenharia duma universidade norte americana. Eles trocaram o conjunto formado por access point, antena e amplificador por aproximadamente 330 metros de cabo-antena. Este projeto, segundo representantes da instituição, proporcionou melhor cobertura de sinal, minimização do potencial de interferência co-canal e maiores taxas de transferências.

Alguns fabricantes: RFS-KMP e Draka Cableteq com sua linha RFX.

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Video celular 3GP 3G2 Generation conversor

Atualmente o formato de vídeo mais popular entre os telefones celulares GSM (Global System for Celular Communication) é o 3GP (3GPP File Format). Ele foi definido pelo órgão 3GPP (3rd Generation Partnership Project), um “grupo” criado em dezembro de 1998 por cinco empresas de tecnologia móvel. Já para redes CDMA (Code Division Multiple Access) existe outro formato: o 3G2 – definido pelo 3GPP2 (3rd Generation Partnership Project 2). Ambas as extensões, 3GP e 3G2, são consideradas versões simplificadas do MPEG-4 Part 14 cujas seqüências de vídeo podem ser codificadas em MPEG-4 ou H.263 e as seqüências de áudio podem ser codificadas em AMR-NB (Adaptive Multi-Rate – Narrow Band) ou AAC-LC (Advanced Audio Coding – Low Complexity).

Para reproduzir arquivos 3GP e 3G2, há diversos softwares. O mais comum é o QuickTime 6.5 (ou mais recente) que pode ser instalado em máquinas Mac OS X ou Windows. Existem também inúmeros conversores. Alguns gratuitos e outros proprietários. Para o Windows temos o Xilisoft 3GP Video Converter. Este consegue converter 3GP em AVI, MPEG e DivX. Já para o Linux há um programa da miksoft: o Mobile 3GP converter.

Visitante, você conhece outros softwares? Caso sim, informe-nos através dum comentário.

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Historia telefonia celular Martin Cooper DynaTAC

A linha do tempo do sistema de telefonia celular:

1973: no dia três de Abril deste ano, Martin Cooper – um pesquisador na Motorola – entrou para a história. Ele realizou um dos primeiros testes com um sistema celular real. Isto aconteceu na Rua 56, esquina com a Avenida Lexington, em Nova Iorque. Com um aparelho que pesava aproximadamente 1 quilo, Cooper fez uma ligação. Tal façanha encantou as pessoas que ali estavam presentes. Revelou-se então o protótipo DynaTAC (Dynamic Adaptive Total Area Coverage) da Motorola. Além de pesado, tal equipamento media 25 x 3 cm com 7 cm de espessura e sua bateria acabava com apenas 20 minutos de conversação.

1976: apenas 545 afortunados possuíam um telefone móvel na cidade de Nova Iorque. Porém, 3700 aguardavam na fila por uma linha.

1977: a AT&T Bell Labs testa, na cidade de Chicago, um protótipo de sistema de telefonia celular. Com 10 antenas, a abrangência era de 21 mil milhas quadradas.

1978: o Japão ativa o sistema de telefonia celular.

1979: o Japão amplia a cobertura para 23 distritos de Tóquio.

1981: inauguração do sistema europeu de telefonia celular na Finlândia, Noruega, Suécia e Dinamarca – o NMT 450.

1983: o DynaTAC, da Motorola, recebe aprovação da FCC (Federal Communications Commission) para ser vendido no mercado.

1988: um ano histórico para as telecomunicações. No dia 19 de Setembro deste ano, nasceu a primeira rede de GSM – a Radiolinja.

1990: o Rio de Janeiro é a primeira cidade brasileira a utilizar um sistema de celular real.

1991: em Março deste ano, a primeira ligação de GSM é feita através da rede Radiolinja. Após algum tempo, em Julho, abriu-se a rede para uso comercial.

1992: a Nokia lança seu primeiro modelo de celular GSM, o 1011.

1994: a Nokia vende 20 milhões de unidades do modelo 2100.

1996: Motorola lança o StarTAC, um celular com apenas 88 gramas.

1998: no dia 19 de Maio deste ano, ocorre a ativação dos primeiros celulares digitais em São Paulo. O ano também é marcado pelo surgimento da ANATEL – órgão regulador das telecomunicações no Brasil – e pela chegada da operadora TIM no país.

2000: torna-se disponível no Brasil acesso a Internet via celular – WAP (Wireless Application Protocol).

2002: Nokia lança o primeiro celular com câmera fotográfica, o 7650.

2006: o número de usuários chega a 2,6 bilhões em todo o Mundo. 100% das pessoas, em países como Finlândia e Itália, possuem celular.

2007: sistema GSM domina o mercado mundial com uma fatia de 80%.

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Roubo celular evitar ESN IMEI cemi abrt remote Mapfre

Quando algum cliente comunica o sumiço de seu celular, o número de série e o da linha vão para o Cemi (Cadastro de Estações Móveis) – lista mantida pela ABRT (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações). Esta lista é muito útil para as operadoras. Afinal, antes de inúmeros procedimentos (habilitação de um novo aparelho, troca de celular ou número e mudança de área), verificam-se os registros do Cemi para saber o status do equipamento: roubado ou não.

Para inserir o aparelho e a linha no Cemi é preciso um B.O (Boletim de Ocorrência) ou uma declaração escrita e assinada para a operadora. O cadastro do Cemi é uma garantia de que o celular jamais será utilizado? Infelizmente não. Muitos bandidos conseguem contornar a “lista negra” das operadoras. Eles alteram o número de série dos aparelhos furtados e, com notas frias, fazem outra habilitação. Em artigos anteriores já falamos que todo celular possui em número de série. No CDMA, tal número é chamado de ESN (Eletronic Serial Number). Já no GSM o nome é IMEI (International Mobile Equipment Identification). Para saber o ESN ou IMEI basta conferir a nota fiscal ou a caixa do produto. Alias, aparelhos GSM permitem identificar o número de série através de um atalho. É só digitar *#06# no teclado. Mas alterar o número não é tarefa simples. São necessários conhecimentos técnicos e equipamentos sofisticados. Como os bandidos fazem isso? Não sabemos. O fato é que tais aparelhos, após serem “requentados”, geralmente são utilizados para praticar crimes. É uma vergonha.

Algumas boas notícias…

Com o objetivo de dificultar a vida dos ladrões, algumas tecnologias estão sendo desenvolvidas. Uma delas é conhecida por Remote XT, criada por uma empresa britânica. Funciona assim: o dono do aparelho, após o furto, deve telefonar para uma central de atendimento. Feito isso, aparece uma mensagem de texto no display: “ESTE CELULAR É ROUBADO” e o equipamento trava – além de apagar todos os dados do dispositivo.

Ainda não sabemos se o Remote XT impossibilita a alteração do número de série. Em caso afirmativo ou não, tal software, como já exposto, certamente dificulta os procedimentos utilizados pelos bandidos e isto já é muito importante. Para usar o Remote XT é preciso instalá-lo no telefone e o serviço já está disponível na Inglaterra para smartphones Symbian e Windows Mobile.

Esperamos que algo parecido chegue ao Brasil logo…

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FDD TDD Frequency Time Division Duplex

FDD

O padrão FDD (Frequency Division Duplex) utiliza duas bandas separadas de freqüência, permitindo ao terminal móvel transmitir em uma freqüência e receber em outra. A freqüência na qual a estação-base transmite é chamada de link direto (downlink). Já a utilizada pelo terminal móvel é conhecida por link reverso (uplink). Os pares costumam ser iguais em tamanho, ou seja, normalmente há simetria.

Muitos sistemas celulares utilizam o FDD. As tecnologias GSM e CDMA2000 são exemplos. Afinal, este é o padrão ideal para links de voz. Nesses casos, normalmente, duas antenas são utilizadas na ERB (Estação Rádio Base). Uma para transmitir e outra para receber. Já no terminal móvel temos uma única antena. Ela consegue trabalhar nas duas freqüências graças a um dispositivo chamado duplexer.

FDD não é uma boa opção quando o assunto é aplicação Web. A internet é totalmente assimétrica. Para confirmar esta natureza, basta verificar o status de qualquer conexão. O número de pacotes enviados é diferente do número de pacotes recebidos. Conclui-se então que uma conexão simétrica à Web é inviável, pois desperdiçaria grande parte da largura de banda.

TDD

No TDD (Time Division Duplex), utiliza-se a mesma faixa de freqüência para transmissão e recepção. Porém, como o próprio nome diz, em tempos distintos. A grande vantagem deste padrão é a possibilidade de alocar dinamicamente largura de banda entre o link reverso e o link direto. Isto implica na possibilidade de links de dados assimétricos. O Bluetooth é um exemplo de tecnologia que utiliza o TDD.

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