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FHSS Frequency Hopping Spread Spectrum Saltos

O método FHSS (Frequency Hopping Spread Spectrum – Espalhamento por Saltos em Frequências) faz parte da técnica Spread-Spectrum que, basicamente, consiste em espalhar a informação por uma banda muito maior do que a necessária para a sua transmissão. Para tal, FHSS divide a banda total em vários canais de pequena largura de banda. Desta forma, transmissor e receptor saltam por estes canais conforme uma sequência pseudo-aleatória conhecida por ambos.

Pode-se afirmar que o método FHSS usa a largura de banda de forma ineficaz, pois ocupa toda a banda para realizar o espalhamento. Por conta disso, sistemas que operam em FHSS geralmente apresentam velocidades inferiores em relação aos que trabalham em DSSS (Direct Sequence Spread Spectrum). Porém, quando o assunto é segurança, FHSS é considerado robusto. Afinal, receptores não desejados – ou que não conhecem a sequência pseudo-aleatória em questão – enchergam sistemas FHSS como ruídos de curta duração.

Alguns dispositivos WLAN que operam na faixa de 2400 a 2483 MHz utilizam FHSS. Nesses casos, divide-se a banda total em 79 canais de 1 MHz cada e os saltos ocorrem no mínimo a cada 0,4 segundo.

É isso!



BEACON FRAME

Os AP’s, para facilitarem a vida dos clientes, enviam sinais informando sobre a sua existência. Estes sinais são conhecidos por BEACON FRAMES. Ou seja, informações enviadas gratuitamente pelos AP’s para orientar os clientes. Pode-se entender o BEACON FRAME como sendo um “quadro de anúncio”.

Várias informações importantes preenchem o BEACON FRAME, entre elas:

Sincronização do tempo: quando um cliente recebe o BEACON, altera-se seu clock de modo a refletir o clock do AP. Uma vez alterado, os clocks estarão sincronizados. Através da sincronização, garante-se que as funções dependentes de tempo sejam executadas sem erros. Um bom exemplo disso é o pulo da freqüência em sistemas FHSS.

Informação de SSID (Service Set Identifier): clientes procuram no BEACON o SSID da rede. Uma vez identificada tal informação, envia-se um pedido de autenticação para o endereço MAC que originou o BEACON, ou seja, o AP. Veja ao final deste artigo o que é SSID.

Taxas suportadas: as taxas de transmissão variam conforme o padrão de hardware adotado. A informação, contendo as velocidades suportadas pelo AP, é também enviada através dos BEACONS.

Através destes itens, percebe-se a riqueza de dados contidos nos BEACONS. Configurar um AP para enviar BEACONS pode ser perigoso. Afinal, um possível invasor aprenderá muito sobre tal rede através deles.

Para aumentar a segurança, desativar o envio de BEACONS em AP’s atuais é extremante fácil. Porém, isto pode causar alguns efeitos indesejáveis como: comprometer a facilidade de uso, retardar a obtenção da conexão em certos ambientes, etc.

O que é SSID?

O SSID (Service Set Identifier) é, basicamente, o nome da rede. Este valor é único, alfanumérico, sensível a maiúsculas e minúsculas e pode ter até 32 caracteres de comprimento. Abaixo, na tela do Network Stumbler, pode-se visualizar o SSID da minha rede:

É isso!