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	<title>VIVASEMFIO &#187; Eletromagnetismo</title>
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		<title>Celular faz mal à saúde?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 11:21:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os estudos científicos realizados até hoje comprovaram que as emissões eletromagnéticas podem causar, no máximo, uma elevação na temperatura corporal. Ou seja, a radiação provocada por um telefone celular, associada ao calor que vem da bateria, no máximo, esquenta um pouco a região do ouvido. Então, até hoje, não há qualquer evidência científica comprovando que]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><left><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/cell_efeitos.jpg" width="298" height="257"></left></p>
<p align="justify">Os estudos científicos realizados até hoje comprovaram que as emissões eletromagnéticas podem causar, no máximo, uma elevação na temperatura corporal. Ou seja, a radiação provocada por um telefone celular, associada ao calor que vem da bateria, no máximo, esquenta um pouco a região do ouvido. Então, até hoje, não há qualquer evidência científica comprovando que o uso prolongado de celulares pode resultar em doenças como câncer e problemas neurológicos. Maaaaassss, todas essas pesquisas levaram em consideração (ou se limitaram) a um período muito curto de tempo, em torno de 10 anos. E, como muitas formas de câncer demoram mais tempo para se desenvolverem, faz-se necessário um estudo mais completo, mais duradouro.</p>
<p align="justify">É justamente isso que propõe o estudo Cohort sobre comunicações celulares. Tal estudo, anunciado recentemente, examinará mais de 250 mil pessoas entre 18 e 69 anos de idade na Grã-Bretanha, Finlândia, Holanda, Suécia e Dinamarca. Trata-se da mais ampla pesquisa já realizada sobre o tema, que irá monitorar os efeitos da radiação sobre o corpo humano num período maior, de 10, 20 ou até 30 anos. Após a conclusão deste estudo, aí sim, poderemos ficar tranqüilos (ou preocupados?). Nota: a Organização Mundial da Saúde, a Sociedade Americana do Câncer e o Instituto Nacional de Saúde concluíram que até hoje NÃO existem provas científicas de que o uso de aparelhos celulares pode fazer mal à saúde!</p>
<p>É isso!</p>
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		<title>SAR Taxa de Absorcao Especifica celular 3G</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 13:38:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diversos estudos afirmam que as emissões eletromagnéticas podem causar no máximo uma elevação na temperatura corporal. Porém é errado pensarmos que a radiação é a única culpada pelo calor produzido na região do ouvido quando falamos ao telefone celular. Boa parte do aquecimento é conseqüência direta da proximidade do aparelho com o rosto, apenas. Depois]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><left><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/logo_specific_absorption_rate.jpg" width="201" height="267"></left></p>
<p align="justify">Diversos estudos afirmam que as emissões eletromagnéticas podem causar no máximo uma elevação na temperatura corporal. Porém é errado pensarmos que a radiação é a única culpada pelo calor produzido na região do ouvido quando falamos ao telefone celular. Boa parte do aquecimento é conseqüência direta da proximidade do aparelho com o rosto, apenas. Depois vem a bateria, peça que normalmente esquenta após o uso prolongado. Por último, a radiação. </p>
<p align="justify">Além desta &#8220;injeção tranqüilizante&#8221;, todas as grandes marcas, antes de colocarem seus aparelhos no mercado, realizam diversos testes para avaliar o nível da radiação emitida por cada modelo e seus impactos. O mais conhecido dos testes se chama SAR (Specific Absorption Rate &#8211; Taxa de Absorção Específica) e sua função é assegurar que o nível esteja dentro do intervalo estabelecido pela ICNIRP (International Commission on Non-Ionizing Radiation Protection) ou outros órgãos de respeito.</p>
<p align="justify">As medições SAR são feitas com o telefone operando em seu mais elevado grau de potência e seus valores são expressos em watts por quilograma (W/kg) ou em miliwatts por grama (mW/g). As diretrizes da ICNIRP estabelecem como limite o valor de 2 W/kg, calculados sobre dez gramas de tecido corporal. Com isso, aparelhos cujos valores estão fora desta recomendação são considerados impróprios para uso público.</p>
<p align="justify">As informações sobre o valor SAR dum aparelho normalmente estão no manual. No manual do Nokia 8280i, por exemplo, encontramos o seguinte: &#8220;O valor SAR mais alto para este modelo celular é de 1.20W/kg quando testado para uso junto ao ouvido e 1.24W/kg quando em contato com o corpo. Apesar das diferenças, todos os níveis cumprem com os padrões internacionais de relevância à exposição RF&#8221;.</p>
<p align="justify">Concluindo, não há motivos para pânico!</p>
<p align="justify">Curiosidade: o gerenciamento de emissão dos celulares 3G é melhor do que o esquema utilizado nos aparelhos GSM. Os 3G iniciam a conexão sempre com o mais baixo grau de radiação. No caso de falha, regulam aos poucos para níveis maiores. Já os GSM, ao contrário, começam com potência máxima e vão lentamente regulando para níveis menores.</p>
<p align="justify">Au revoir</p>
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		<title>Radiacao ondas efeitos corpo humano cancer</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 10:23:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em artigos anteriores (aqui) dissemos que os seres humanos não são prejudicados pelas exposições às ondas eletromagnéticas. A matéria, inspirada em conclusões de importantes estudos, afirma que as emissões podem causar no máximo uma elevação na temperatura corporal. Ou seja, nada realmente nocivo. Abaixo duas considerações interessantes que contribuíram com os nossos levantamentos: * A]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><left><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/logo_pesquisa_user.jpg" width="262" height="300"></left></p>
<p align="justify">Em artigos anteriores (<a href="http://www.vivasemfio.com/blog/eletromagnetismo-e-a-saude/" target="_blank">aqui</a>) dissemos que os seres humanos não são prejudicados pelas exposições às ondas eletromagnéticas. A matéria, inspirada em conclusões de importantes estudos, afirma que as emissões podem causar no máximo uma elevação na temperatura corporal. Ou seja, nada realmente nocivo. Abaixo duas considerações interessantes que contribuíram com os nossos levantamentos:</p>
<p align="justify">* A Organização Mundial de Saúde (OMS) analisou mais de 25.000 pesquisas sobre o tema. Constatou-se que não existe qualquer relação entre a exposição às ondas e doenças graves.<br />
* Após estudar 420.000 usuários de celular desde 1982, o Instituto Dinamarquês de Epidemiologia do Câncer concluiu que o aparelho não pode ser associado a ocorrências de tumores no cérebro. </p>
<p align="justify">Felizmente as pesquisas não param. Frequentemente novos resultados são divulgados, porém alguns possuem sentido contrário ao exposto. Fato que gera falta de consenso e muito blá-blá-blá.</p>
<p align="justify">O governo da Alemanha, por exemplo, aconselha a população a evitar o uso das redes Wi-Fi até um concreto esclarecimento sobre os efeitos de suas ondas no organismo. Já o departamento de saúde da Inglaterra sugere aos jovens menores de 16 anos que usem seus celulares somente em casos essenciais. Existe ainda o exemplo do governo suíço. Este recomenda que aparelhos elétricos e sem fios fiquem a uma distância mínima de 2 metros da cama das crianças.</p>
<p align="justify">Aproveitando-se do blá-blá-blá, há empresas que visam algum lucro ao apoiarem ou não o uso de aparelhos emissores deste tipo de onda. Como prova, temos no mercado um detector capaz de alertar sobre a incidência eletromagnética num determinado ambiente. Trata-se do ElectroSmog Detector. Portátil, tal brinquedinho emite diferentes ruídos conforme a poluição do local. </p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/electrosmog_detector.jpg" width="389" height="214"></center></p>
<p align="justify">De acordo com seu fabricante: &#8220;ElectroSmog Detector é o dispositivo ideal para proteger sua família da ameaça eletromagnética&#8221;.</p>
<p align="justify">É mole?</p>
<p>É isso!</p>
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		<title>Atenuacao do sinal de RF Calculos Exemplo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 11:02:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mesmo sem qualquer obstáculo, todo sinal é atenuado ao se afastar da antena transmissora. A atenuação do espaço livre é dada pela relação: At = 32,4 + 20 log (freqüência em MHz) + 20 log (distância em Km) Isto significa que, para 100m de distância e nas freqüências mais utilizadas da banda ISM, teremos as]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Mesmo sem qualquer obstáculo, todo sinal é atenuado ao se afastar da antena transmissora. A atenuação do espaço livre é dada pela relação:</p>
<p align="justify">At = 32,4 + 20 log (freqüência em MHz) + 20 log (distância em Km)</p>
<p align="justify">Isto significa que, para 100m de distância e nas freqüências mais utilizadas da banda ISM, teremos as atenuações indicadas na tabela abaixo:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/frequencia_atenuacao.jpg" width="320" height="118"></center></p>
<p align="justify">Essa, como já exposto, é a atenuação encontrada quando não existem obstáculos e o volume da primeira Zona Fresnel entre as antenas está desobstruído. Num ambiente ocupado por objetos, outros tipos de atenuação serão encontrados. Por exemplo: por reflexão, por dispersão, por absorção e por desvio de direção (bending). Umidade também colabora para o aumento da atenuação. Abaixo uma relação da atenuação em dB, para a freqüência de 2,4 GHz, causada por alguns obstáculos (valores aproximados):</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/atenuacao_obstaculos.jpg" width="368" height="244"></center></p>
<p align="justify">Esses problemas podem ser resolvidos com a utilização de antenas com maior ganho(*), amplificadores de RF(*) ou um acréscimo de APs.</p>
<p align="justify">(*) Antes da instalação de qualquer equipamento, deve-se verificar as leis impostas pela agência reguladora governamental. No caso do Brasil é a <a href="http://www.anatel.gov.br" target="_blank">ANATEL</a>.</p>
<p align="justify">Exemplo prático:</p>
<p align="justify">Um link wireless é constituído de um AP que transmite +15 dBm de potência a 2,4 GHz, no padrão IEEE 802.11g. A distância entre o AP e o cliente é de 70 metros e o sinal deve atravessar duas paredes de tijolos (- 9 dB cada). O ganho das antenas, tanto no transmissor quanto no receptor é de 2 dBi e estão ligadas através de cabos com perda de 1,9 dB cada. A maior taxa de dados possível para este link pode ser conferida a seguir:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/atenuacao_calculos.jpg" width="337" height="414"></center></p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/sensibilidade_link.jpg" width="303" height="231"></center></p>
<p align="justify">Percebemos que a taxa máxima de dados será de 24 Mbps, aproximadamente. Caso for preciso aumentar este mesmo link para 54 Mbps, torna-se necessário incrementar o nível de sinal recebido:</p>
<p align="justify">- 68 –(-79) = 11,8 dB</p>
<p align="justify">Ou seja: caso as duas antenas forem substituídas por outras duas direcionais de 9 dBi cada, teremos um nível de sinal final de – 65,8 dBm. Tal nível permite que o link opere com uma taxa de 54 Mbps. </p>
<p>É isso!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fenomeno multiplos caminhos multipath delay spread</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Aug 2007 11:03:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nas palavras seguintes falaremos sobre um fenômeno que ocorre na maioria das aplicações sem fio: o problema dos múltiplos caminhos ou multipath. Descrição: quando um sinal RF é emitido em um ambiente aberto, livre de obstáculos, apenas um sinal chega até a antena receptora (linha direta) e nenhuma interferência é observada. Ao emitir um sinal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Nas palavras seguintes falaremos sobre um fenômeno que ocorre na maioria das aplicações sem fio: o problema dos múltiplos caminhos ou multipath. </p>
<p align="justify">Descrição: quando um sinal RF é emitido em um ambiente aberto, livre de obstáculos, apenas um sinal chega até a antena receptora (linha direta) e nenhuma interferência é observada. Ao emitir um sinal de RF num ambiente cheio de obstáculos, como pisos, tetos, paredes, móveis, equipamentos e pessoas, diversos sinais chegam até a antena receptora. Dado que esses sinais trafegam por caminhos diferentes, eles apresentam variações de amplitude, fase e tempo ao chegar ao receptor. Na maioria dos casos, o receptor deve ser capaz de selecionar o melhor sinal e anular o efeito dos outros.  </p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/multipath.jpg" width="487" height="245"></center></p>
<p align="justify">O parâmetro utilizado para caracterizar ambientes com problemas de reflexões é chamado de delay spread. Basicamente, delay spread é o tempo que um sinal refletido leva para atingir a antena receptora após a chegada da transmissão sem reflexão. Como exemplo vamos considerar um ambiente com delay spread de 30ns. Isto significa que um sinal refletido deverá chegar à antena receptora em até 30ns após o sinal direto. Há, inclusive, uma tabela com os valores de delay spread esperados conforme o ambiente no qual a rede está instalada.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/tabela_delay_spread.jpg" width="301" height="117"></center></p>
<p align="justify">Anteriormente afirmamos que o receptor, na maioria dos casos, deve ser capaz de considerar o melhor sinal e descartar os outros. O melhor sinal, normalmente, é o primeiro a atingir a antena. Ou seja, aquele cujo número de reflexões é o menor possível. Porém, isto não é garantia de sucesso. Às vezes, mesmo não existindo obstáculos, torna-se necessário o reenvio do sinal. Pensando nesses problemas, há no mercado algumas tecnologias que são capazes de explorar o fenômeno dos múltiplos caminhos para aumentar a taxa de transmissão/recepção e a confiabilidade. Como exemplo temos o <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/80211n-wi-fi-turbinado" target="_blank">IEEE 802.11n</a>. Basicamente, com o auxílio de processadores de sinais, este padrão consegue combinar os diversos pacotes recebidos para montar uma mensagem.</p>
<p>É isso!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eletromagnetismo e a saúde</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2007 14:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este artigo trata dos efeitos da exposição às ondas eletromagnéticas de radiofreqüências. É um assunto bastante polêmico. Há boatos de que os efeitos vão desde uma simples dor de cabeça ou zumbido nos ouvidos até o câncer, a leucemia e as malformações fetais. Isto é verdade? A conclusão de um importante estudo foi: não existe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><left><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/logo_antena_eletromagnetismo.jpg" width="150" height="133"></left></p>
<p align="justify">Este artigo trata dos efeitos da exposição às ondas eletromagnéticas de radiofreqüências. É um assunto bastante polêmico. Há boatos de que os efeitos vão desde uma simples dor de cabeça ou zumbido nos ouvidos até o câncer, a leucemia e as malformações fetais. Isto é verdade?</p>
<p align="justify">A conclusão de um importante estudo foi: não existe evidência confiável de que haja qualquer efeito NOCIVO destas emissões sobre seres humanos. A palavra &#8220;nocivo&#8221; está em destaque por um motivo bastante especial. Afinal, observou-se através da pesquisa que as ondas eletromagnéticas podem causar apenas aumento da temperatura corporal. Isto, óbvio, conforme sua potência. Ou seja, emissões extremamente fortes são capazes de elevar a temperatura do corpo. Porém, como já exposto, tais efeitos não prejudicam a saúde.</p>
<p align="justify">A potência da radiação varia conforme a aplicação. Por exemplo: um ponto de acesso, normalmente, emite sinais entre 30 a 100 miliwatts. Os telefones celulares também utilizam menos de 1 watt. Estes são valores absurdamente pequenos e extremamente baixos para causar qualquer sensação de aquecimento. Já as estações que transmitem sinais de televisão possuem potências elevadas. Mas neste caso devemos observar o seguinte: a intensidade das ondas eletromagnéticas cai rapidamente com a distância. Estas antenas geralmente estão em locais de difícil acesso e somente pessoas autorizadas (capacitadas/protegidas) se aproximam delas.</p>
<p align="justify">O símbolo abaixo é conhecido internacionalmente. Ele expressa a presença de intensas ondas eletromagnéticas de radiofreqüências:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/sinalizacao.jpg" width="163" height="144"></center></p>
<p align="justify">No Brasil quem cuida deste assunto é a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações). Em 10 de Julho de 2002 ela publicou no Diário Oficial da União a resolução número 303. Esta aprovou o Regulamento sobre Limitação da Exposição Humana a Campos Elétricos, Magnéticos e Eletromagnéticos na Faixa de Radiofreqüências entre 9 kHz e 300 GHz. Ele foi baseado em diretrizes internacionais desenvolvidas por cientistas da ICNIRP (Comissão Internacional de Proteção contra Radiações Não Ionizantes) &#8211; respaldados pela <a href="www.onu-brasil.org.br" target="_blank">OMS</a> (Organização Mundial de Saúde). Este regulamento tem um objetivo bastante simples: permitir o uso seguro dos campos eletromagnéticos de radiofreqüências.</p>
<p align="justify">Concluindo: Podemos ficar calmos, pois além das rigorosas leis que nos protegem não há qualquer relação entre as ondas eletromagnéticas e danos graves à saúde.</p>
<p align="justify">Para descontrair: as radiações solares também são eletromagnéticas. Como todos sabem, expor-se ao Sol em horários não aconselhados pode causar doenças sérias de pele (câncer, por exemplo). O que vemos nas praias durante o verão? Pessoas ao meio dia &#8220;pegando uma cor&#8221;. Hilário é saber que muitas destas pessoas afirmam, com total convicção, que não falam ao celular porque isto causa tumores no cérebro. Elas precisam, urgentemente, ler VIVASEMFIO.com!</p>
<p>É isso!</p>
]]></content:encoded>
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