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SAR Taxa de Absorcao Especifica celular 3G

Diversos estudos afirmam que as emissões eletromagnéticas podem causar no máximo uma elevação na temperatura corporal. Porém é errado pensarmos que a radiação é a única culpada pelo calor produzido na região do ouvido quando falamos ao telefone celular. Boa parte do aquecimento é conseqüência direta da proximidade do aparelho com o rosto, apenas. Depois vem a bateria, peça que normalmente esquenta após o uso prolongado. Por último, a radiação.

Além desta “injeção tranqüilizante”, todas as grandes marcas, antes de colocarem seus aparelhos no mercado, realizam diversos testes para avaliar o nível da radiação emitida por cada modelo e seus impactos. O mais conhecido dos testes se chama SAR (Specific Absorption Rate – Taxa de Absorção Específica) e sua função é assegurar que o nível esteja dentro do intervalo estabelecido pela ICNIRP (International Commission on Non-Ionizing Radiation Protection) ou outros órgãos de respeito.

As medições SAR são feitas com o telefone operando em seu mais elevado grau de potência e seus valores são expressos em watts por quilograma (W/kg) ou em miliwatts por grama (mW/g). As diretrizes da ICNIRP estabelecem como limite o valor de 2 W/kg, calculados sobre dez gramas de tecido corporal. Com isso, aparelhos cujos valores estão fora desta recomendação são considerados impróprios para uso público.

As informações sobre o valor SAR dum aparelho normalmente estão no manual. No manual do Nokia 8280i, por exemplo, encontramos o seguinte: “O valor SAR mais alto para este modelo celular é de 1.20W/kg quando testado para uso junto ao ouvido e 1.24W/kg quando em contato com o corpo. Apesar das diferenças, todos os níveis cumprem com os padrões internacionais de relevância à exposição RF”.

Concluindo, não há motivos para pânico!

Curiosidade: o gerenciamento de emissão dos celulares 3G é melhor do que o esquema utilizado nos aparelhos GSM. Os 3G iniciam a conexão sempre com o mais baixo grau de radiação. No caso de falha, regulam aos poucos para níveis maiores. Já os GSM, ao contrário, começam com potência máxima e vão lentamente regulando para níveis menores.

Au revoir

Ubuntu Mobile

Faz quase um ano que publicamos nosso primeiro artigo sobre o Ubuntu Mobile, projeto que pretende inserir o sistema operacional Ubuntu, conhecido por sua facilidade de uso, no mundo dos dispositivos móveis. Mas ao contrário do que muitos imaginavam naquela época, tal projeto não tem como foco os smartphones. O Ubuntu Mobile, na verdade, está sendo desenvolvido para equipar os MIDs (Mobile Internet Devices) e/ou UMPCs (PCs ultraportáteis). Em resumo, MIDs e/ou UMPCs, geralmente são computadores portáteis com telas sensíveis ao toque voltados para o acesso a internet, como o Nokia N810 WiMAX, recentemente analisado aqui.

O Ubuntu Mobile, conforme publicado em nosso primeiro artigo, está sendo desenvolvido em parceria com a Intel. Isto justifica sua compatibilidade com o Atom, a nova linha de microprocessadores x86 da Intel especialmente criada para abocanhar o mercado dos dispositivos móveis. Há pouco tempo, inclusive, participantes da Bossa Conference 2008 puderam ver o Ubuntu Mobile em ação. Durante a apresentação feita por Adilson Oliveira, um dos representantes da Canonical no Brasil, o sistema se mostrou “harmonioso”, resultado da combinação: tela sensível ao toque + menus localizados na parte superior do display. Pena que o Ubuntu Mobile continua em fase de finalização. Por pouco tempo, esperamos!

Au revoir

Celular em todo territorio nacional

Rápidas:

Até o final de 2009 toda a extensão do território brasileiro será coberta pelas redes de telefonia celular, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Atualmente apenas regiões com mais de 30 mil habitantes podem contar com a oferta deste serviço, penalizando localidades com menor densidade populacional.

É o fim da exclusão…!!!

Lixo Eletronico reciclagem celular Umicore

Segundo pesquisas, os usuários brasileiros trocam de celular a cada 18 meses. Este giro ocorre, principalmente, devido aos lançamentos de aparelhos mais sofisticados e aos apelos das operadoras. Afinal, com o objetivo de reter seus clientes, algumas chegam a dar terminais. Além do curto “tempo de vida” dum celular por aqui, o Brasil está perto de ultrapassar os 123 milhões de linhas móveis. Fato que deixa nosso país na quinta posição mundial e todo este alvoroço sequer está perto da calmaria. A Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), por exemplo, estima que o mercado interno absorverá cerca de 62% dos 78 milhões de aparelhos que serão produzidos apenas em território nacional em 2008. É mole?

E o lixo eletrônico? Qual o destino das incontáveis placas de circuito impresso? Onde vão parar as baterias compostas de metais tóxicos como cádmio, chumbo, níquel, óxido de mercúrio, etc…?

Enquanto nosso país ainda discute a política de resíduos sólidos, operadoras e fabricantes de equipamentos vão ensaiando os primeiros passos. A partir deste ano, a Claro passa a se responsabilizar não só pelo recebimento dos aparelhos, mas também pela destinação dos componentes às recicladoras credenciadas por órgãos ambientais. Hoje, as lojas próprias da Claro possuem urnas coletoras. A empresa garante que, até junho, todos os pontos-de-venda, inclusive os 3,3 mil agentes autorizados da operadora, estarão equipados com a urna coletora.

A Vivo, dona de uma carteira com 33,7 milhões de clientes, recolheu no ano passado cerca de 130 mil aparelhos e 105 mil baterias pelo projeto Vivo Recicle seu Celular, programa que também recolhe acessórios. Com esta atividade, a empresa recebeu quase R$ 50 mil, dinheiro que foi doado à Audioteca Sal & Luz, que produz e empresta livros em áudio para pessoas com deficiência visual.

Felizmente, além dessas operadoras, o Brasil também conta com empresas que desenvolvem um belo trabalho em respeito ao meio ambiente. É o caso da Umicore Brasil. Ano passado ela enviou para a Suécia 30 toneladas de baterias recarregáveis, o que representa 3% da coleta que o grupo fez em 29 países. Em 2008 o grupo já coletou 20 toneladas e até abril pretende exportar 10. De acordo com Ricardo Rodrigues, gerente de desenvolvimento de negócios da Umicore, o aumento no volume é uma conseqüência do acordo fechado entre a empresa e a Motorola. Já nas refinarias do grupo no exterior, os produtos são reciclados e posteriormente são utilizados na fabricação de catalisadores automotivos e componentes para a indústria eletrônica.

Concluindo: finalmente a preocupação com o meio ambiente começou a se firmar na pauta das grandes empresas e como estas servem de modelo para as menores, em breve, veremos mais harmonia entre o homem e as riquezas naturais de nosso planeta. Ainda há muito trabalho pela frente, mas estamos caminhando…

Videochamada celular Claro 3G

Já é possível realizar uma videochamada através da rede 3G da Claro?

É sim!

Em algumas capitais brasileiras, a Claro, através da freqüência de 850 MHz, foi a primeira operadora a disponibilizar a tecnologia 3G aos seus usuários. O 3G, como já sabemos, supera de longe as taxas de transferências alcançadas pelas redes EDGE – até então o padrão utilizado por vários serviços (TIM Web Móvel e outros). Por exemplo: o download de um arquivo com 400 KB nesta novíssima rede é feito em segundos. Esta excelente performance permite que serviços inimagináveis há alguns anos se tornem “realidade”. É o caso da videochamada, um recurso que almeja abocanhar os adolescentes e trazer bons lucros às operadoras. Falando nisso, clientes da Claro já podem, de acordo com a resposta acima, desfrutar desta novidade.

Au revoir !!!