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DLink Mobile Wireless DIR 450 Vivo Zap PCMCIA

Recentemente a empresa norte-americana D-Link apresentou um modelo inovador de ponto de acesso: o Mobile Wireless DIR-450. Este equipamento é “diferente” porque consegue estabelecer comunicação com redes CDMA (Code Division Multiple Access), tecnologia utilizada em nosso país pela operadora Vivo, para se conectar a internet.

Esta conexão ocorre por meio dum cartão PCMCIA que deve ser inserido num slot localizado no fundo do equipamento.

Segundo o site da D-Link, o modelo opera com os seguintes cartões:

Kyocera KPC 650 (Sprint & Verizon – Cardbus)
Kyocera KPC 680 (Verizon – ExpressCard) [requires Cardbus adapter]
Novatel V620 (Sprint & Verizon – Cardbus)
Novatel Merlin S720 (Sprint – Cardbus)
Novatel Ovation U720 (Sprint – USB)
Sprint PCS Connection Card PC-5740 (Sprint – Cardbus)
Sierra AC 580 (Sprint & Verizon – Cardbus)
Sierra AC 595 (Sprint – Cardbus)
Sierra AC 5220 (Sprint – Cardbus)
Verizon PC-5740 (Verizon – Cardbus)
Pantech PX-500 (Sprint – Cardbus)

(*) alguns clientes do Vivo Zap podem desfrutar deste curioso e fantástico recurso.

“Esse roteador é ideal para regiões do Brasil onde não há uma conexão de banda larga cabeada”, explica Nelson Ito, Gerente de Negócios Estratégicos para América Latina da D-Link.

Após conexão com o “mundo externo”, o Mobile Wireless DIR-450 reparte a banda entre as estações por meio de Wi-Fi (IEEE 802.11b ou IEEE 802.11g) ou cabos. Já com relação a segurança, pode operar com chaves WEP (Wired Equivalent Privacy) de 64 ou 128 bits ou WPA/WPA2 (Wi-Fi Protected Access).

Abaixo uma imagem da traseira do equipamento:

É isso!

Vivo Zap PCMCIA placa mini modem funciona preco

Recentemente publicamos um artigo sobre o TIM Web Móvel (aqui), serviço cujo cliente tem acesso à internet através de redes GPRS (General Packet Radio Service) ou EDGE (Enhanced Data rates for Global Evolution). A partir daquele dia, fomos e continuamos sendo bombardeados por e-mails e comentários a respeito da tecnologia. Muitos (a maioria) comparam o TIM Web Móvel com o Vivo Zap, serviço da operadora Vivo que faz uso de redes CDMA (Code Division Multiple Access). Talvez por falta de real conhecimento, diversos indivíduos afirmam que o Vivo Zap é melhor em relação ao concorrente TIM Web Móvel. Eles justificam tal dilema da seguinte forma: através do EV-DO (Evolution Data Only), evolução do CDMA, é possível atingir velocidades inimagináveis em redes GPRS/EDGE.

Como exemplo, abaixo um comentário feito por um leitor da VIVASEMFIO:

“Putz Fernando…eu enfrentava os mesmos problemas. Adquiri o TIM Web Móvel porque era fã desta operadora. Ao comprar, também fui alertado sobre a taxa de transferência. Me disseram que a conexão ficaria sempre em torno dos 60 kbps. Grande ilusão. Na verdade (quando conseguia alguma comunicação) a velocidade não passava dos 20 kbps. Isto é pior do que a discada. Que experiência horrível. Liguei, diversas vezes, na central de atendimento. Mas isto me irritava. Aquelas pessoas mal sabiam o que era GPRS ou EDGE. Simplesmente foram instruídas para dizer que…GPRS possui desempenho X e EDGE Y. Só. Não sabiam…e imagino que ainda não sabem…explicar o que realmente acontecia. Ok. Nós entendemos que a tecnologia GPRS, comutada por pacotes, obtêm teóricos 171,2 kbps e reais 60 kbps. Mas…por que não vi isto na prática? Era o volume de tráfego na ERB? Era minha localização física? Até hoje não sei. Não me explicaram. Adivinhe o que fiz? Mudei para a VIVO. Agora uso VIVO Zap. Caaaaaaaaaara…que diferença. A tecnologia EV-DO é outro papo. Com seus teóricos 2,4 Mbps, agora navego numa boa. No VIVO Zap a velocidade também oscila. Porém…não há como comparar com o GPRS ou EDGE. E olhe…ainda ontem passei numa loja da VIVO. Além de PCMCIA, já existe adaptadores EVDO USB. Show de bola. Vale a pena conferir. Abração kra…”

Ao observarmos esta guerra mal esclarecida, sentimos que precisávamos fazer algo. Ou seja, levar a realidade ao nosso público.

Nosso leitor foi verdadeiro em diversos pontos. A tecnologia GPRS realmente obtém teóricos 171,2 kbps e EDGE teóricos 384 kbps (taxa não mencionada por ele). São valores inferiores aos teóricos 2,4 Mbps do EV-DO, porém outras considerações deveriam aparecer no elaborado comentário.

O serviço Vivo Zap não utiliza apenas EV-DO. Ele também faz uso da tecnologia CDMA 1xRTT cuja velocidade teórica varia em torno dos 144 kbps e do CDMA “puro” com míseros 14,4 kbps. Isto significa que nem sempre o usuário será agraciado com uma cobertura EV-DO. Alias, até algum tempo, EV-DO estava restrito ao centro das grandes cidades, bairros nobres e alguns aeroportos.

Conclusão sobre a taxa de transferência: para um cidadão X, usar Vivo Zap não significa necessariamente maior velocidade em relação ao TIM Web Móvel. Vários fatores influenciam diretamente na performance do sistema, obrigando-nos a dizer que: “cada caso é um caso”.

Mais sobre o Vivo Zap

Para usar este serviço, basta adquirir uma placa PCMCIA ou uma placa Express Card ou um Mini Modem USB ou um celular compatível.

A Vivo surpreende quando o assunto é “compatibilidade”. Afinal, para atender a miscelânea de sistemas operacionais e plataformas, há diversos gadgets disponíveis ao usuário. Ver lista atual abaixo:

Placa PCMCIA Kyocera Passport EVDO
Placa PCMCIA Kyocera Passport EVDO – Windows Vista
Placa PCMCIA Growell EVDO
Placa PCMCIA Growell EVDO – Macintosh
Placa PCMCIA Growell EVDO – Windows Vista
Placa PCMCIA Growell iCard800 1xRTT
Placa PCMCIA Growell iCard800 1xRTT – Macintosh
Placa PCMCIA GTRAN 1xRTT
Placa Express Card Yiso EX893
Placa Express Card Yiso EX893 – Macintosh
Placa Express Card Yiso EX893 – Windows Vista
Mini Modem USB Yiso U893
Mini Modem USB Yiso U893 – Macintosh
Mini Modem USB Yiso U893 – Windows Vista

E mais: através do site da operadora, é possível fazer o download de qualquer drive das placas acima. Sem segredos, sem complicações.

O Vivo Zap, como já exposto, também pode funcionar com um celular compatível. Neste caso, o aparelho deverá ser capaz de estabelecer comunicação com o notebook (por exemplo) através das seguintes formas: cabo USB ou infravermelho ou bluetooth. Ver abaixo:

Para concluir, lembramos que a tarifação do serviço Vivo Zap – assim como o TIM Web Móvel – é feita pelo volume de dados transferidos e os preços estão disponíveis no site da operadora.

Com este artigo, esperamos esclarecer várias dúvidas…

É isso!

Roubo celular evitar ESN IMEI cemi abrt remote Mapfre

Quando algum cliente comunica o sumiço de seu celular, o número de série e o da linha vão para o Cemi (Cadastro de Estações Móveis) – lista mantida pela ABRT (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações). Esta lista é muito útil para as operadoras. Afinal, antes de inúmeros procedimentos (habilitação de um novo aparelho, troca de celular ou número e mudança de área), verificam-se os registros do Cemi para saber o status do equipamento: roubado ou não.

Para inserir o aparelho e a linha no Cemi é preciso um B.O (Boletim de Ocorrência) ou uma declaração escrita e assinada para a operadora. O cadastro do Cemi é uma garantia de que o celular jamais será utilizado? Infelizmente não. Muitos bandidos conseguem contornar a “lista negra” das operadoras. Eles alteram o número de série dos aparelhos furtados e, com notas frias, fazem outra habilitação. Em artigos anteriores já falamos que todo celular possui em número de série. No CDMA, tal número é chamado de ESN (Eletronic Serial Number). Já no GSM o nome é IMEI (International Mobile Equipment Identification). Para saber o ESN ou IMEI basta conferir a nota fiscal ou a caixa do produto. Alias, aparelhos GSM permitem identificar o número de série através de um atalho. É só digitar *#06# no teclado. Mas alterar o número não é tarefa simples. São necessários conhecimentos técnicos e equipamentos sofisticados. Como os bandidos fazem isso? Não sabemos. O fato é que tais aparelhos, após serem “requentados”, geralmente são utilizados para praticar crimes. É uma vergonha.

Algumas boas notícias…

Com o objetivo de dificultar a vida dos ladrões, algumas tecnologias estão sendo desenvolvidas. Uma delas é conhecida por Remote XT, criada por uma empresa britânica. Funciona assim: o dono do aparelho, após o furto, deve telefonar para uma central de atendimento. Feito isso, aparece uma mensagem de texto no display: “ESTE CELULAR É ROUBADO” e o equipamento trava – além de apagar todos os dados do dispositivo.

Ainda não sabemos se o Remote XT impossibilita a alteração do número de série. Em caso afirmativo ou não, tal software, como já exposto, certamente dificulta os procedimentos utilizados pelos bandidos e isto já é muito importante. Para usar o Remote XT é preciso instalá-lo no telefone e o serviço já está disponível na Inglaterra para smartphones Symbian e Windows Mobile.

Esperamos que algo parecido chegue ao Brasil logo…

É isso!

Roaming CDMA GSM Brasil internacional

Roaming: CDMA vs GSM

O termo roaming é usado quando um usuário sai de sua localidade e vai para outra que tenha um plano de tarifação diferente: outro DDD, outro estado ou até mesmo outro país. Nesta questão, o sistema GSM leva vantagem. Afinal é possível, através desta tecnologia, roaming digital em praticamente todo o país. Isto significa que o usuário poderá se deslocar para qualquer região do Brasil sem problemas, pois – com a ampla cobertura – o sistema é capaz de manter a boa qualidade digital. E mais: o roaming internacional também é possível. Acordos feitos com operadoras européias permitem que o cliente saia do Brasil e receba ligações através do mesmo número utilizado por aqui. Estes acordos não se limitam apenas a Europa. Há contratos com outras operadoras espalhadas pelo mundo.

Já o CDMA enfrenta alguns problemas na questão do roaming. No Brasil ainda não existe cobertura CDMA em todos os estados da federação. Usuários que se deslocam para algumas regiões de Minas Gerais ou Nordeste não encontram sinal digital. Ou seja, caem automaticamente para uma rede analógica. Com isso, situações embaraçosas começam a aparecer. Uma: clientes dessas redes são alvos fáceis da clonagem. Outra: há poucos canais analógicos ainda em operação. Então a chance de se deparar com uma rede congestionada é enorme, dificultado a realização e o recebimento de chamadas. E mais: terminais CDMA não foram projetados para atuar muito tempo em sistemas analógicos. Isto significa maior consumo de bateria e, por conseqüência, alta probabilidade de deixar o cliente na mão.

Um usuário de CDMA que viaje para Europa, região na qual a grande cobertura é GSM, certamente enfrentará problemas. A exceção é o território americano. Lá a grande maioria dos sistemas é CDMA.

É isso!

Short Message Service SMS NAO gratis free

O Short Message Service – Serviço de Mensagem Curta (SMS) é um padrão de mensagem muito popular. Começou como parte da especificação original do GSM (1985) e logo foi integrado a todos os outros sistemas digitais. Algumas versões limitadas também foram padronizadas para os sistemas analógicos AMPS e NMT, porém poucas operadoras implementaram estas versões.

A maior barreira do SMS é indicada em seu próprio nome. O GSM, por exemplo, impõe o limite de 160 bytes ou, neste caso, caracteres. Mas este valor não é fixo. É variável conforme o sistema. Em redes iDEN, tecnologia utilizada pela americana NEXTEL, o valor é outro: 140 bytes.

OBS: nem sempre um byte corresponde a um caractere alfanumérico. Alguns países asiáticos precisam de conjuntos de caracteres mais elaborados, como no caso do alfabeto japonês ou chinês. Alguns sistemas (GSM, cdmaOne, etc) permitem tais conjuntos, porém o limite é menor: 70 caracteres. Isto acontece porque cada caractere precisa de dois bytes.

As mensagens, ao invés de serem transmitidas de um dispositivo móvel A para um outro B, são encaminhadas para uma central chamada SMSC que armazenará (store) a mensagem enviada pelo remetente A e redirecionará (forward) para o destinatário B. Assim, se o dispositivo B estiver fora da área de cobertura da prestadora do serviço ou se estiver desligado ou inativo por algum motivo, a SMSC tentará entregar a mensagem quando verificar que o terminal de destino atingiu o estado ativo novamente. Quando a SMSC conseguir entregar a mensagem em B, a mesma notificará A com uma mensagem de confirmação de entrega. É por isso que o SMS é conhecido como um serviço que armazena/entrega.

Todos sabem da disponibilidade do serviço SMS no Brasil. Mas para outros países? É possível enviar mensagens?

Sim. A forma de envio de torpedos para o exterior na rede GSM segue a seguinte fórmula, sinal de +, seguido do código do país, depois do código de área e o número do telefone. Exemplo: +XX YY 5555 0000

A forma de envio de torpedos para o exterior na rede CDMA segue a seguinte fórmula, 00 (zero/zero) seguido do código do país, do código de área e do número de telefone. Exemplo: 00 XX YY 5555 0000.

O procedimento para enviar um torpedo do exterior para o Brasil segue a mesma fórmula citada acima (GSM e CDMA).

Não é necessário contratar nenhum serviço adicional para utilizar o torpedo internacional. As tarifas são previamente determinadas pela operadora nacional contratada quando o torpedo é enviado do Brasil para o exterior. Quando o caminho é inverso, ou seja, do exterior para o Brasil, as tarifas são determinadas pela operadora internacional.

É isso!