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Virus para celular Kaspersky

Infelizmente o Brasil, juntamente com a Rússia e a China, ocupa uma posição de destaque na lista dos países que mais produzem malwares (MALicious softWARE), programas que se infiltram em um sistema de computador de forma ilícita causando danos. Já com as plataformas móveis os brasileiros não assustam, pois investir (ou gastar?) o suado dinheirinho em um smartphone ainda não soa bem para a maioria das pessoas. Ou seja, um telefone inteligente em território verde e amarelo ainda é muito caro. Mas este cenário mudará com o barateamento desses aparelhos, fato que aumentará a produção de pragas móveis (não só brasileiras) e exigirá mecanismos de combate cada vez mais eficazes.

O primeiro vírus criado especialmente para smartphones foi o Cabir. Inicialmente ele não causava qualquer dano grave ao aparelho infectado. Apenas consumia mais bateria ao tentar se copiar para outro aparelho através da conexão Bluetooth. Infelizmente, pouco tempo depois, o Cabir foi modificado e se tornou uma praga perigosa. Atualmente há cerca de 200 000 vírus para smartphones, sendo que mais de 90% atacam o sistema operacional Symbian. Este ano também surgiu o primeiro para Windows Mobile. E mais: já existem vírus na linguagem Java Mobile (J2ME), capazes de serem executados em praticamente qualquer telefone.

Pensando nisso o pessoal da Kaspersky Lab, empresa especializada em antivírus fundada em 1997, renovou mais uma vez sua linha de produtos “for mobile”. Durante a décima conferência internacional da Kaspersky, em São Petersburgo, Rússia, foi lançada a versão 7.0 do Mobile Security, pacote para proteger smartphones com Symbian 9.x S60 e Windows Mobile 5.6 e 6.1. Este conjunto, além do antivírus, traz firewall, anti-spam (permite bloquear SMSs indesejadas pelo número do telefone ou texto) e o fantástico recurso anti-roubo. Com o anti-roubo, caso o aparelho for roubado ou perdido, o proprietário poderá bloqueá-lo enviando uma SMS com o texto “Block:SENHA”. Ele ficará travado e só voltará a funcionar quando o código anteriormente configurando pelo dono for inserido. Não adianta trocar a bateria ou remover o cartão SIM. Legal, né? A versão trial deste pacote dura 60 dias e a completa custa 30 dólares.

É isso!

Android HTC G1 Dream

Em julho de 2005 a Google adquiriu uma pequena empresa que desenvolvia softwares para dispositivos móveis: a Android Inc. Com isso os fundadores da Android Inc, juntamente com outros funcionários de empresas como Wildfire Communications, Danger, T-Mobile e WebTV, integraram-se a equipe Google e deram início aos trabalhos que posteriormente resultariam no sistema operacional Android. O Android, para quem não conhece, é um SO extremamente “enxuto”, desenvolvido para equipar aparelhos portáteis como smartphones, PDAs e outros. É descrito por alguns analistas como o primeiro SO móvel verdadeiramente aberto. Alias, foi criado com base no Linux e, segundo especulações, seu código completo estará disponível aos interessados em outubro próximo. Fato é que no dia 23 de setembro de 2008 a Google, T-Mobile e HTC estremeceram o “Mobile World” com a apresentação do primeiro celular do mundo equipado com o SO Android, o HTC G1 ou HTC Dream.

HTC G1 ou HTC Dream

Depois do iPhone da Apple, pode-se afirmar que nenhum outro smartphone foi tão aguardado e comentado quanto ao G1, o super aparelho da taiwanesa HTC (High Tech Computer Corporation) equipado com a primeira versão do sistema operacional Android. O G1, previsto para chegar aos Estados Unidos em outubro, irá operar nas redes da T-Mobile, operadora cuja cobertura 3G atinge 80% do mercado americano. Custará 179 dólares e, assim como ocorreu com o iPhone, certamente provocará “corre-corre” dos entusiastas no dia de seu lançamento.

O G1 é maravilhoso ao ponto de ofuscar o brilho do Android, disse um jornal. Ou seja, o aparelho é poderoso por si mesmo. Provavelmente seria um sucesso de vendas com qualquer outro sistema operacional. Mas convenhamos: unir um smartphone tão completo com a primeira versão do Android elimina qualquer dúvida de sucesso. O G1 vem equipado com um processador Qualcomm de 538 MHz, display HVGA (Half-size VGA) com resolução de 480×320 pixels (touchscreen), teclado QWERTY e câmera com 3,2 Mpxl (autofoco). Quanto à conectividade, têm Bluetooth 2.0, Wi-Fi (IEEE 802.11b e IEEE 802.11g) e, claro, compatibilidade total com as redes 3G HSDPA (evolução do GSM).

Como não poderia deixar de ser, o G1 integra e suporta diversos produtos e serviços da Google. Seu browser, por exemplo, é o WebKit, navegador de código aberto baseado no recém lançado Google Chrome. Também apresenta suporte nativo ao Gmail, GTalk, Street View Maps, YouTube e Calendar (sincronização). E mais: como resultado do concurso Android Developer Challenge, há diversos softwares desenvolvidos por terceiros prontinhos para serem instalados neste SO. Entre eles estão o cab4me, um programa que encontra e reserva um táxi baseado na localização do usuário; o iMap Mobile, serviço de localização e previsão do tempo interativo; o PedNav, aplicação de localização que ajuda o usuário a traçar a melhor rota a pé ou via transporte público para qualquer destino. Fantástico, não?

Não há dúvidas! Será uma questão de tempo para o G1 se espalhar pelo mundo e tomara que o Brasil faça parte desta “epidemia”! É isso!

Celular com dois chips dual SIM

Por diversas razões, muitos usuários precisam ter duas linhas no mesmo celular. Essa tarefa sempre foi considerada “desconfortável” pelos brasileiros, pois ou trocamos os SIMs constantemente ou carregamos dois aparelhos nos bolsos. Na China, há muito tempo, este “problema” deixou de existir com a fabricação e a venda de modelos dual-SIM (com dois chips ou cartões). Esses aparelhos surgiram naquele país por motivos óbvios. Lá não existem operadoras que cobrem todo o território, assim como ocorre em alguns países europeus. O número de provedores locais é extremamente elevado e todos, sem exceção, cobram caro pelo roaming. O celular dual-SIM foi a forma que eles encontraram para economizar algum dinheiro e a novidade, claro, agradou. Hoje, no território das Olimpíadas deste ano, já se fala em modelos quad-SIM.

Cenário brasileiro

A Samsung trouxe ao mercado brasileiro o primeiro celular com TV Digital, o V820L. Agora, de acordo com algumas fofocas, ela pretende disponibilizar por aqui o exclusivo D880 (ver foto), um modelo capaz de operar com dois cartões. Funciona assim: depois de instalados, ambos os SIMs podem receber ligações. Mas para realizar chamadas, enviar mensagens de texto e multimídia, o aparelho utiliza o cartão padrão (definido como primário).

O Samsung D880 também é bonito, semelhante ao D900i. Possui Bluetooth 2.0, câmera com 3,2 Mpxl, rádio FM e memória interna de 45 MB (expansível até 2 GB por microSD).

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ZigBee IEEE 802154 GPRS

O problema do afundamento

Muitas vezes o solo que suporta uma construção (um prédio, por exemplo) passa por um processo de acomodação, fato que resulta num afundamento “natural” do imóvel. Tais afundamentos, inicialmente imperceptíveis a olho humano, podem causar sérios danos estruturais, transformando-se num enorme prejuízo. Muitos ainda acreditam que a inspeção periódica manual (feita por engenheiros) é a melhor alternativa para evitar o afundamento, porém esta opção é cara, demorada e está sujeita a erros. Foi pensando nisso que alguns pesquisadores desenvolveram soluções que utilizam a tecnologia ZigBee, já discutida aqui, para detectar rapidamente qualquer problema desta natureza.

O ZigBee (IEEE 802.15.4)

Assim como o Bluetooth (IEEE 802.15.1), o ZigBee está enquadrado como um sistema de curto alcance. Foi desenvolvido para ser aplicado em situações que não exigem altas taxas de transferências de dados, como alguns projetos de sensoriamento e monitoramento. Consomem pouca energia e podem operar em três freqüências distintas. São elas: 868 MHz (20 kbps), 915 MHz (40 kbps) e 2,4 GHz (250 kbps). Também apresentam drivers extremamente enxutos, cerca de 50% menores quando comparados aos projetos que utilizam Bluetooth.

O ZigBee e o afundamento

Os módulos de RF e os dispositivos de controle que devem ser empregados no problema em questão não precisam de alta largura de banda, mas devem apresentar um baixo consumo de energia e latência. Todos esses critérios são atendidos pelo ZigBee, fato que justifica a escolha desta tecnologia por diversas empresas que visam monitorar o afundamento de uma construção. É o caso da BOX telematics e da MeshNetics.

Recentemente elas apresentaram um projeto cujos transceptores ZigBee são espalhados pelo perímetro da estrutura, lugares estratégicos que permitem a coleta e a transmissão das informações. Funciona assim: em intervalos de tempo predeterminados, os transceptores realizam suas leituras e transmitem as informações recolhidas para um gateway GPRS. Este gateway, por sua vez, encarrega-se de enviar todo o material coletado para o servidor da empresa de monitoramento. Lá são armazenados num banco de dados e disponibilizados aos interessados por meio de relatórios on-line.

Fantástico, não?

É isso!

Renault Sandero Nokia

Uma parceria entre a Renaut do Brasil e a Nokia resultou numa nova versão do hatch Sandero, o Sandero Nokia. Segundo a Renaut, deverão existir apenas 1000 unidades deste automóvel que é o primeiro hatch produzido no Brasil equipado com sistema de navegação GPS. Ele foi idealizado a partir da versão Privilège 1.6 16V Hi-Flex e conta com um módulo GPS Bluetooth Nokia LD-3W, um kit Nokia CK-20W e um smartphone Nokia N95.

Por meio deste conjunto, motorista e passageiros poderão, por exemplo, navegar pela web através de conexão Wi-Fi ou plano de dados da operadora, ouvir as músicas armazenadas no N95 nos alto-falantes do veículo, receber as coordenadas do GPS conforme a base de dados do Nokia Mapas, etc. Em entrevista, a Renaut disse que o público-alvo do Sandero Nokia são os homens de espírito jovem, acima dos trinta anos e ligados em tecnologia. Finalizando, o modelo é facilmente identificado pela palavra “Nokia” localizada nos pára-lamas dianteiros e custa R$ 47.290,00. Também vem com freios ABS e direção hidráulica.

Gostou?

Au revoir