WBAN

Wireless Body Area Network

WBAN (Wireless Body Area Network) São redes compostas por um conjunto de sensores espalhados pelo corpo (fixados nas roupas, debaixo da pele e outros) que, através de tecnologias de comunicação sem fio, Artigo completo »

LTE

Tecnologias de Quarta Geração (4G): LTE e WiMAX

Quando falamos em redes de quarta geração (4G), dois nomes vêm imediatamente à nossa cabeça: LTE (Long Term Evolution) e WiMAX. Prá quem não conhece, o LTE é um projeto comandado pelo Artigo completo »

WinPhone7

Por dentro do Windows Phone 7

O Windows Phone 7 ainda não foi lançado oficialmente, mas alguns desenvolvedores já tiveram o privilégio de colocar as mãos neste “brilhante e estiloso” sistema operacional. Sim, pois a Microsoft, com o Artigo completo »



Skyfire Web Browser exibe vídeos em Flash no iPhone

Usuários do iOS descontentes com a política anti-flash da Apple já podem respirar mais aliviados. Isto porque o Skyfire Labs disponibilizou na App Store o Skyfire Web Browser, um navegador parecido com o Safari capaz de exibir vídeos em Flash! Hã? Vídeos em Flash no iPhone? Como Jobs permitiu isso? Na verdade, o Skyfire, ao se deparar com um conteúdo em Flash, faz a conversão deste conteúdo para HTML 5. E todos nós sabemos que o HTML 5, ou Flash-killer (como ele é grosseiramente chamado por alguns “experts”), é amigável ao iOS, permitindo que vídeos possam ser reproduzidos nos aparelhos portáteis da Apple. O Skyfire é compatível com iPhones e iPod Touches rodando o iOS 3 ou superiores e custa 3 dólares! Mas atenção: ele não está disponível na App Store brasileira!

Computação Móvel Sensível ao Contexto

Opinião:

A desenfreada evolução tecnológica está fazendo com que os dispositivos móveis estejam cada vez mais envolvidos com as atividades humanas. Há alguns dias, por exemplo, Justin Rattner – atual vice-presidente de tecnologia da Intel – disse que “os celulares do futuro lerão o humor do usuário”, afirmação esta que deixou várias perguntas no ar. Na verdade, Justin estava falando de um conceito ainda novo, o da Computação Sensível ao Contexto cuja filosofia pode ser mal interpretada se não houver um esclarecimento mais técnico. Afinal, apesar da maior interação entre usuário/máquina e a frase de Justin, nenhum celular, por mais moderno que seja, será capaz de “emocionar-se” e agir de acordo com esta experiência subjetiva. Isto é coisa de humano. Máquina só consegue mesmo é diferenciar o 0 do 1!

Explicando: uma aplicação móvel sensível ao contexto leva em consideração em seu processamento não só as entradas de dados explícitas dos usuários, mas também as implícitas – que se referem ao contexto físico e computacional dos mesmos e dos ambientes que os cercam. Ou seja, o dispositivo será capaz de examinar todo o contexto (qualquer informação utilizada para caracterizar a situação de uma pessoa, lugar ou objeto) para retornar respostas e/ou serviços mais relevantes para o usuário. Uma aplicação sensível ao contexto, por exemplo, pode fazer uso do sistema de GPS para enviar aos celulares dos clientes de um shopping promoções relacionadas às suas preferências sempre que eles estiverem em suas imediações. Ou então, “dar conselhos” a seus donos com base na leitura de monitores cardíacos e corporais – enviando, simultaneamente, estas informações ao centro médico para serem analisadas. Nada de sentimento, ok?

É isso!

Por dentro do Windows Phone 7

WinPhone7

O Windows Phone 7 ainda não foi lançado oficialmente, mas alguns desenvolvedores já tiveram o privilégio de colocar as mãos neste “brilhante e estiloso” sistema operacional. Sim, pois a Microsoft, com o objetivo de apresentá-lo ao grande público, distribuiu a seus escolhidos alguns smartphones com uma versão beta deste SO. E não demorou para que eles (os desenvolvedores) começassem a espalhar as suas “primeiras impressões” pela internet, dando um UP extra ao marketing da Microsoft já que quase todos ficaram maravilhados com o resultado. Em resumo, podemos afirmar que a empresa de Bill Gates conseguiu! Afinal o novo SO ainda será lançado e já encontramos gente dizendo: “Ual, eu QUERO um celular com Windows Phone 7!”. Ou seja, já podemos perceber nos consumidores toda aquela expectativa, ansiedade e desejo que antecedem as grandes novidades tecnológicas, como as clássicas pré-estréias do iPhone. Isto é inédito para um produto móvel da Microsoft, principalmente vindo depois do Kin – fracassado smartphone da empresa cujo projeto foi recentemente abandonado pela falta de vendas.

O Windows Phone 7

Sua interface é plana e digital. Isto significa que ele não tenta representar o mundo real com imagens/ações tridimensionais ou qualquer outra frescura neste sentido. Não há gradientes, sombras ou degradês. Mesmo assim, a Microsoft conseguiu torná-lo lindo e gloriosamente moderno, tudo através de singelas cores primárias que saltam, deslizam, explodem, etc. Há três botões que estarão na frente de cada celular com Windows Phone 7: Começar, Voltar e Buscar. Começar funciona exatamente como o botão home do iPhone – ele nos leva de volta para a página inicial. Voltar é parecido com o do Android – ele volta uma página. Já o Buscar é contextual, o que significa que às vezes não sabemos o que ele fará por nós. No Maps, por exemplo, ele procura o lugar onde queremos ir; em People, ele procura contatos; na tela inicial, ele abre uma caixa de procura do Bing, que busca sites, listas locais e notícias.

No Windows Phone 7 a conta do Live ID é soberana. Ou seja, quase todos os serviços online da Microsoft estarão interconectados por meio dela. Ela é quem agrupa os contatos, contas do Hotmail, o Office Live, Zune, o avatar na Xbox Live, Fotos, SkyDrive, etc. Ual, isto deixa o iPhone da Apple em desvantagem neste sentido. O serviço de navegação utilizado é o Bing Maps, é claro. Ele não fornece instruções de navegação utilizando o transporte público, mas em contrapartida apresenta ao usuário uma série de recursos e detalhes mirabolantes – como a transição para o modo Street View, que ocorre através de um efeito de névoa se dissipando para mostrar as ruas. Hehe! O aplicativo de email mais famoso do mundo, o Outlook, também ficou magnífico no Windows Phone 7. Texto preto sobre fundo branco. Parece bobo, mas os outros clientes de e-mail ficam ultrapassados em comparação. Já para os engravatados o Office simplesmente arrasa. Básico, porém estiloso, ele abre e renderiza os arquivos do Word, Excel e PowerPoint com fidelidade ao original, e ainda fornece um esquema de índices para facilitar a navegação!

Como já esperávamos, o aplicativo Zune HD é quem manda na hora de reproduzir músicas e vídeos no aparelho. Alias, a partir do Zune Pass é possível fazer streaming de todo o catálogo do Zune via 3G, igualzinho ao Kin. E já que estamos falando do Zune HD, a exemplo do que ocorre com ele, o Windows Phone 7 permitirá a sincronização de conteúdos com o PC através da rede Wi-Fi. Sim, é o fim dos cabos. Outro super serviço que estará presente no Windows Phone 7 de forma gratuita é o Find My Phone. Com ele, o usuário poderá encontrar e gerenciar seu smartphone caso o perca, remotamente, diminuindo os danos que esse tipo de problema causa. O Find My Phone permitirá localizar o aparelho num mapa usando o módulo GPS, fazê-lo tocar um ringtone, travá-lo e até mesmo excluir todo o conteúdo que estiver armazenado nele. Ual! A Apple, por exemplo, também oferece algo semelhante, mas até o presente momento o usuário precisa pagar por isso!

Problema: o Windows Phone 7 não terá multitarefa para aplicativos de terceiros. Nem copiar/colar. Ou seja, estamos falando da única plataforma moderna para smartphones que deixa o usuário na mão neste sentido. Isto poderá ser extremamente doloroso para a Microsoft, afinal, além de todas as piadinhas de mau que poderão influenciar o consumidor, dificilmente alguém já acostumado a esses recursos irá deixá-los de lado. Assim como fez a Apple, é melhor Gates se apressar. Mas é só (só?). Em resumo, e prá finalizar, ao que tudo indica a Microsoft finalmente conseguiu reunir todos os produtos e serviços diferentes da empresa – como Bing, Xbox Live, Zune, etc – em um único e bem acabado produto móvel: o Windows Phone 7. O sistema operacional é promissor, não há dúvidas, mas conquistar uma legião de fãs também não será fácil – principalmente com tantos concorrentes de peso, como Apple, Google, Samsung e outros. Mas se há uma empresa capaz disso, de reerguer um império a partir do nada, esse alguém é a Microsoft. Ela tem competência sobrando e um ótimo produto nas mãos! Go ahead!

É isso!

iPhone + WAPI, o protocolo de segurança chinês

O WPA (Wi-Fi Protected Access) é o protocolo do IEEE 802.11i responsável por cifrar o fluxo de dados em redes Wi-Fi. Trata-se do sistema padrão da normativa mundial, empregado em quase todos os produtos wireless Wi-Fi que suportam este standard. Quase porque na China o Broadband Wireless IP Standard Group chinês impediu a sua adoção por considerá-lo demasiadamente fraco. Então, para substituí-lo, eles desenvolveram um outro protocolo de segurança, o WAPI (WLAN Authentication and Privacy Infrastructure) cuja idéia sempre foi transformá-lo no modelo mundial. Mas a investida chinesa não deu certo, pois em votação da ISO o WAPI perdeu para o padrão IEEE. Nada mais justo, afinal, nenhum ocidental pôde verificar a qualidade de segurança do WAPI já que os chineses se negaram a revelar os algoritmos por trás dele. Coisa de chinês, não? Pior: por insistir no bendito WAPI a China se fechou aos fabricantes de produtos Wi-Fi do resto do mundo.

O maior exemplo disso que estamos falando é o iPhone da Apple. Quando o brinquedinho de Steve Jobs chegou à China, ou ao maior mercado de telefonia móvel do planeta, foi uma decepção. Afinal o Wi-Fi, um elemento que jamais poderia faltar num iPhone, precisou ser removido do aparelho por exigência do governo chinês. Tudo por causa do WAPI, é claro! Mas agora parece que a Apple deu um jeitinho nesta marmelada. Em uma publicação oficial, ela disse que conseguiu uma licença dos reguladores chineses para incorporar o bendito (ou maldito?) WAPI em seus iPhones, dando fortes indícios de que o aparelho poderá ser lançado em breve por lá – com Wi-Fi. Bom prá Apple. Alias, a notícia da licença coincide com a abertura da segunda loja de varejo da Maçã no país. Localizada em Xangai, ela deu boas vindas aos clientes no dia 10/07.

É isso!

Os jogos no iOS 4 + iPhone 4

Tornar-se uma referência no competitivo mundo dos jogos para celulares sempre foi uma das metas da Apple, desde o lançamento do iPhone. Mas só agora, com o lançamento do iPhone 4 + iOS 4 este desejo da empresa de Jobs começou a ser traduzido para o usuário, que agora dispõe de um aparelho com gráficos mais detalhados, giroscópio, facilidades de interação social e outras ótimas novidades. Prá começar, o iOS 4 passou a adotar o anti-aliasing, um recurso que no mundo dos games móveis é algo bastante inovador e surpreendente. Ele é o responsável por remover o serrilhado de linhas retas ou diagonais das imagens, dando a impressão que os pixels estão perfeitamente alinhados. Então, o anti-aliasing + o poderoso processador gráfico do iPhone 4 garantem mais suavidade ao contorno dos objetos 3D, resultando em uma experiência muito mais realista e agradável.

O iPhone 4 também vem equipado com um giroscópio de três eixos, novidade que causou um certo alvoroço entre os desenvolvedores de jogos. Mas o que é um giroscópio? Na verdade seu “conceito” existe há muito tempo, pois foi inventado pelo alemão Johann Bohnenberger no século 19. Hoje os giroscópios integram o sistema de controle de todos os aviões e são compostos por um complicado conjunto de rodas que giram em alta velocidade, algo bem diferente daqueles encontrados no novo telefone da Apple. O que temos no iPhone 4 é um micro-giroscópio, um MEMS (Micro-Electro-Mechanical Systems) que consiste de uma série de “forquilhas” metálicas. Cada uma possui uma freqüência de ressonância, que se alteram conforme giram – estabelecendo assim a orientação exata do dispositivo em três dimensões. No caso dos jogos, o giroscópio, juntamente com o acelerômetro, permite criar uma sensação de movimento JAMAIS vista no campo dos games móveis, equiparada (talvez) aos consoles de videogames maiores. E ah, o “Eliminate Gun Range”, da Ngmoco, já foi desenvolvido focado nos recursos de acelerômetro e de giroscópio desses novos aparelhos.

Prá fechar, os gamemaníacos ainda contarão com o Apple Game Center, um complemento do iOS 4 que deve estar disponível para os consumidores até o fim deste ano. Com ele os jogadores poderão encontrar qualquer jogo, sempre de forma fácil, agradável e inteligente. E mais: haverá ainda novos recursos de interação social, como a possibilidade de desafiar outros gamers, notificações, exibições de vídeos por streaming, ranking dos melhores jogadores e estatísticas. Nossa(!), com isso vemos que o mercado de jogos portáteis vem se desenvolvendo em ritmo acelerado e, junto com ele, a Apple. Não é exagero afirmar que o lançamento do iOS 4 + iPhone 4 pode ser o melhor recurso para o público gamer no momento, capaz até de competir com as últimas tecnologias da Sony e da Nintendo.

É isso!