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FHSS Frequency Hopping Spread Spectrum Saltos
O método FHSS (Frequency Hopping Spread Spectrum – Espalhamento por Saltos em Frequências) faz parte da técnica Spread-Spectrum que, basicamente, consiste em espalhar a informação por uma banda muito maior do que a necessária para a sua transmissão. Para tal, FHSS divide a banda total em vários canais de pequena largura de banda. Desta forma, transmissor e receptor saltam por estes canais conforme uma sequência pseudo-aleatória conhecida por ambos.

Pode-se afirmar que o método FHSS usa a largura de banda de forma ineficaz, pois ocupa toda a banda para realizar o espalhamento. Por conta disso, sistemas que operam em FHSS geralmente apresentam velocidades inferiores em relação aos que trabalham em DSSS (Direct Sequence Spread Spectrum). Porém, quando o assunto é segurança, FHSS é considerado robusto. Afinal, receptores não desejados – ou que não conhecem a sequência pseudo-aleatória em questão – enchergam sistemas FHSS como ruídos de curta duração.
Alguns dispositivos WLAN que operam na faixa de 2400 a 2483 MHz utilizam FHSS. Nesses casos, divide-se a banda total em 79 canais de 1 MHz cada e os saltos ocorrem no mínimo a cada 0,4 segundo.
É isso pessoal…
Abraços !!!
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Spread Spectrum Espectro Espalhado
Preste muita atenção: Você conhece esta mulher?

Não?
O nome dela é Hedy Lamarr.
O que você tem com isso?
Vou lhe dizer…
Caso ela não passasse por este plano terreno…tecnologias como…Wi-Fi, WiMAX, MESH, Bluetooth, UWB, etc, etc…provavelmente NEM EXISTIRIAM.
Um pouquinho de história….
As redes wireless, telefones celulares e comunicações digitais por RF possuem um aspecto em comum: todas operam por Spread Spectrum (SS) ou Espectro Espalhado. Então, este assunto é de extrema importância. Esta tecnologia foi inventada por uma artista de cinema de Hollywood. Nascida em 1913 na Áustria, Hedy Lamarr era artista e também engenheira.
Hedy e seu marido(também engenheiro) foram procurados por Hitler, pois o general estava a procura de um sistema de controle remoto para seus torpedos e bombas, o qual fosse à prova de interferências ou interceptações pelos inimigos. Mesmo com a engenhosa idéia de transmitir os sinais através de um sistema que mudasse constantemente de freqüência (frequency hopping), Hedy fugiu para os Estados Unidos e começou a brilhar nas telas de cinema.
Tempo depois, convencida por um outro engenheiro, desta vez um americano, ela retomou seu projeto. O resultado do trabalho conjunto foi a patente do processo de transmissão que atualmente é a base da telefonia celular e de todas as comunicações sem fio por RF. Porém, infelizmente, na época não havia tecnologia para aplicar as avançadas idéias de Hedy. Atualmente, Hedy tem o título de “Patrona das Comunicações sem Fio”. Nos anos 80, o FCC (Federal Communications Commission) criou uma série de regras que tornava disponível a tecnologia para o público, encorajando sua pesquisa e comercialização.
O que é Spread Spectrum?
A tecnologia Spread Spectrum utiliza as faixas de freqüências livres adotadas por diversos países, inclusive o Brasil, denominadas internacionalmente de ISM (Instrumentation, Scientific & Medical) definidas nas faixas de 900MHz, 2,4GHz e 5,8GHz. Ela coloca a informação em um sinal que tenha um espectro de freqüência muito largo. Este sinal (com grande largura de banda e baixa potência) é semelhante a um ruído. Esta característica, além de tornar o sinal difícil de ser interceptado, também o torna imune às interferências e outros ruídos.
Há dois tipos de tecnologia de espectro espalhado: seqüência direta (direct sequence) e salto de freqüência (frequency hopping). Na salto de freqüência a informação é transmitida salta de um canal para outro numa seqüência pseudo-aleatória. O receptor, por sua vez, deve estar sincronizado com o transmissor, ou seja, deve saber previamente a seqüência de canais onde o transmissor vai saltar. Com isso, uma das vantagens desta técnica está no fato da pequena probabilidade de diferentes usuários utilizarem a mesma seqüência. Como desvantagem, temos a baixa capacidade de transmissão. Na técnica de seqüência direta o sinal de informação é multiplicado por um codificador com característica pseudo-randômica. O sinal codificador é um sinal binário gerado numa freqüência muito maior do que a taxa do sinal de informação. Ele é usado para modular a portadora de modo a expandir a largura da banda do sinal de rádio freqüência transmitido. No receptor o sinal de informação é recuperado através de um processo complementar usando um gerador de código local similar e sincronizado com o código gerado na transmissão. Como vantagem desta técnica podemos citar uma maior taxa de transmissão, porém utilizam equipamentos de maior custo.
Bom pessoal…Por hoje…é isso…! ![]()
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