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Arquitetura do Android

O Android já foi tema de vários artigos da VIVASEMFIO. Para quem não conhece, trata-se de um grande projeto que envolve empresas como T-Mobile, HTC, Qualcomm e Motorola, todas lideradas pela Google. Descrito como a primeira plataforma para dispositivos móveis verdadeiramente aberta (baseada em Linux) e abrangente, o Android está começando a conquistar os desenvolvedores de todo o mundo.

Todos que já visitaram a página do Android com o objetivo de aprender a criar aplicações para esta plataforma, além de encontrarem um kit de desenvolvimento, certamente observaram a atenção que a Google deu a Arquitetura do Android. De fato, não há como criar qualquer aplicação sem antes conhecer um pouco da Arquitetura da plataforma. Pensando nisso, resolvemos escrever este artigo.

Aplicações

O Android contêm um conjunto de aplicativos centrais como um cliente de e-mail, programa para SMS (Short Message Service), calendário, mapas, navegador e gerenciador de contatos. Tudo feito em Java.

Framework de Aplicações

A arquitetura deste framework foi desenvolvida para simplificar a reutilização dos componentes. Desta forma qualquer desenvolvedor pode construir um aplicativo e disponibilizar suas “capacidades”, permitindo que elas sejam utilizadas por outros programas. Vale lembrar que o desenvolvedor tem acesso total à mesma estrutura de APIs usada nos aplicativos centrais, podendo, desta forma, aproveitá-las conforme achar conveniente.

Bibliotecas

O sistema inclui um conjunto de bibliotecas C/C++ usadas por diversos componentes do Android. Essas bibliotecas permitem trabalhar com arquivos de mídia comuns como MPEG4, H.264, MP3, AAC, AMR, JPG e PNG. Componentes como o Surface Manager permitem a exibição de conteúdo tanto em 2D como em 3D. Há, inclusive, uma biblioteca 3D cuja implementação foi baseada no famoso OpenGL (Open Graphics Library). Basicamente o OpenGL é um conjunto de várias funções que fornecem acesso a praticamente todos os recursos do hardware de vídeo. Para completar, foi disponibilizado também o SQLite, um poderoso e leve banco de dados relacional.

Android Runtime

Cada aplicação do Android roda em seu próprio processo e cada processo é uma instância da máquina virtual Dalvik, criada para que o dispositivo possa rodar múltiplas máquinas virtuais eficientemente. Os arquivos são executados no formato Dalvik Executable (.dex) e são otimizados para ocupar uma pequena fatia de memória. Os arquivos são criados por um compilador Java, que converte o resultado no formato .dex.

Kernel do Linux

O Android usa o linux versão 2.6 para serviços essenciais do sistema, como segurança, gerenciamento de memória, gerenciamento de processos, rede e drivers. O kernel do linux também funciona como uma camada de abstração entre o hardware do dispositivo e o resto do conjunto de softwares que são desenvolvidos em paralelo.

Bom trabalho a todos!

Au revoir

Celular da Google gPhone Android

Indignados, em outubro de 2007, escrevemos nosso primeiro artigo sobre o gPhone, o aparelho celular da Google. Naquela ocasião afirmamos que estávamos aguardando um pronunciamento oficial da empresa ou qualquer revelação confiável, pois tudo o que tínhamos eram divulgações “duvidosas” e algumas até medíocres. Pois bem, caros leitores, finalmente nos deparamos com algo interessante. A revista GSM Mania, Ano 3, Número 16, fevereiro/março de 2008, publicou uma matéria no quadro “O que vem por aí?” sobre o celular da Google. Isto significa que o projeto está ganhando forma e agora já podemos falar dele com certa segurança.

Segundo a GSM Mania, os aparelhos devem sair de fábrica com uma plataforma móvel aberta e gratuita chamada Android (baseada em Linux). Com isto, de acordo com a Google, os aparelhos ficarão mais baratos e os desenvolvedores poderão criar suas soluções sem qualquer preocupação com os abusos das corporações privadas. “Trata-se dum projeto ambicioso”, afirmou Eric Schmidt, alto executivo da empresa. “O Android poderá funcionar em milhares de telefones de dezenas de fabricantes em todo o mundo”, complementou. Mas nem tudo é alegria. Há quem torceu o nariz com o anúncio do Android e como de praxe, começaram a apontar defeitos.

Eles dizem que custo médio da licença de outros sistemas operacionais não é alto, portanto a Google não deveria alegar que o Android irá baratear consideravelmente o preço do produto final(*). Em outras palavras, eles asseguram que os usuários não estão dispostos a abrir mão dos sistemas com os quais já estão familiarizados em troca de alguns dólares.

(*) O Symbian, por exemplo, custa em torno de US$ 2,50 por aparelho.

Continuando…

A parceira da Google nesta aventura, de fato, é a empresa taiwanesa HTC (High Tech Computer Corporation). Ela, a HTC, ficou encarregada de desenvolver o hardware cujos detalhes ainda não foram revelados. Provavelmente o gPhone virá com um receptor GPS, pois desta forma o usuário poderá aproveitar todos os recursos do Google Maps. Por exemplo: localizar com precisão o interlocutor durante uma conversa. Também vale destacar que 40% dos aparelhos da HTC possuem GPS, fato que reforça a previsão.

Finalizando…

A revista afirmou também que são grandes as chances do aparelho vir com touch screen, assim como o iPhone da Apple.

Estamos esperando!!!

Parceria entre Nokia e Google

Rápidas

Nokia e Google anunciaram que o sistema de buscas do Google virá integrado ao aplicativo Nokia Search. Inicialmente presente nos modelos Nokia N96, N78, 6210 Navigator, 6220 Classic e em seus Tablets, o Google Search será estendido a outros aparelhos em breve. A intenção dos finlandeses é levar a mais famosa ferramenta de pesquisa da Web aos seus clientes em vários países do mundo em mais de 40 idiomas. Ano passado o Nokia N95 8GB se tornou o primeiro dispositivo móvel a prover suporte pleno ao YouTube – outro serviço da Google.

É isso !!!

gPhone telefone celular smartphone Google

UMA PALHAÇADA, definitivamente!

Há meses o gPhone ou Google Phone vem sendo alvo de revistas, jornais, fofocas, etc. Até o presente momento, não tínhamos feito qualquer pronunciamento sobre este curioso assunto. Estávamos esperando por um “anúncio oficial” ou qualquer outra publicação confiável. Porém, desde os primeiros comentários até hoje nada encontramos de concreto. O que existe são espertinhos querendo “se aparecer” e muita contradição. É por isso que nosso primeiro artigo sobre o gPhone, infelizmente, não passa de um desabafo.

Acompanhe, caro leitor…

Um importante jornal, cujo nome não convém revelar, disse que o gPhone ameaçaria o famoso iPhone da Apple. Dias depois, o mesmo jornal publicou outra matéria afirmando que tais aparelhos jamais seriam concorrentes. Afinal, visam públicos distintos. Segundo o jornal, para reduzir o preço final, o gPhone contaria com um sistema operacional próprio baseado no Linux. Viria com GPS, Google Maps e Google Talk. E o melhor: tudo free. Até as ligações seriam gratuitas. Em troca, o usuário “apenas” conviveria com as propagandas da empresa. Ou seja, gPhone tentaria abocanhar pessoas que estão dispostas “a sofrer para não gastar”. Idéia, como sabemos, totalmente contrária ao estilo Apple. Por que tal jornal não colocou uma “nota de desculpas” pelo primeiro artigo publicado?

Mais contradições…

No dia 24 de Agosto de 2007, lemos num site que em 15 dias o gPhone seria lançado na Europa e Estados Unidos (Alguém nos salve, por favor!). E não é só. O site ainda destaca que a Google já havia conversado com operadoras da Índia para colocar o gPhone em operação naquele país. O fato é que já entramos na segunda quinzena de Outubro e por enquanto nenhum pronunciamento oficial sobre o assunto foi feito. Hoje retornamos ao site e adivinhe?!?! Havia um artigo dizendo que a Google já firmou uma parceria com a tailandesa High Tech Computer (HTC). Ela, HTC, seria a responsável por fabricar o equipamento enquanto a Google o software. Alias, prevê-se que a HTC entregue à Google, até o mês de Dezembro, 50.000 unidades do telefone. Tais equipamentos seriam distribuídos aos desenvolvedores e pessoas íntimas da direção da gigante das buscas.

Você acredita nisso?