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Celular faz mal à saúde?

segunda-feira, 21 de junho de 2010


Os estudos científicos realizados até hoje comprovaram que as emissões eletromagnéticas podem causar, no máximo, uma elevação na temperatura corporal. Ou seja, a radiação provocada por um telefone celular, associada ao calor que vem da bateria, no máximo, esquenta um pouco a região do ouvido. Então, até hoje, não há qualquer evidência científica comprovando que o uso prolongado de celulares pode resultar em doenças como câncer e problemas neurológicos. Maaaaassss, todas essas pesquisas levaram em consideração (ou se limitaram) a um período muito curto de tempo, em torno de 10 anos. E, como muitas formas de câncer demoram mais tempo para se desenvolverem, faz-se necessário um estudo mais completo, mais duradouro.

É justamente isso que propõe o estudo Cohort sobre comunicações celulares. Tal estudo, anunciado recentemente, examinará mais de 250 mil pessoas entre 18 e 69 anos de idade na Grã-Bretanha, Finlândia, Holanda, Suécia e Dinamarca. Trata-se da mais ampla pesquisa já realizada sobre o tema, que irá monitorar os efeitos da radiação sobre o corpo humano num período maior, de 10, 20 ou até 30 anos. Após a conclusão deste estudo, aí sim, poderemos ficar tranqüilos (ou preocupados?). Nota: a Organização Mundial da Saúde, a Sociedade Americana do Câncer e o Instituto Nacional de Saúde concluíram que até hoje NÃO existem provas científicas de que o uso de aparelhos celulares pode fazer mal à saúde!

É isso!



FCC regulamentos leis regras emissao energia irradiada RF

sábado, 3 de novembro de 2007


Em 1975 o FCC (Federal Communications Commission), agência governamental americana que regula o uso das emissões de RF, divulgou “novos� regulamentos denominados FCC Part 15. Este documento visava controlar a irradiação de equipamentos com baixa potência de RF e também aqueles cuja emissão deveria ser nula. O objetivo, facilmente dedutível, era testar e certificar todos os aparelhos vendidos nos Estados Unidos. Porém, através do avanço tecnológico e necessidades atuais, o número de equipamentos cuja interferência afetava/afeta negativamente outros produtos aumentou de forma incontrolável. Por exemplo: os monitores de computadores irradiam energia de RF que interferem numa quantidade considerável de aparelhos – como rádios AM. Outro caso clássico é do forno microondas. Este possui uma válvula chamada magnetron que converte a energia elétrica em ondas que operam na freqüência de 2.4 GHz. Além de afetarem redes 802.11b e 802.11g, os fornos prejudicam os marca-passos.

Mesmo diante do desenfreado aumento de eletrônicos, o FCC não se calou. :-D Ele, juntamente com outros organismos reguladores como a agência ElectroMagnetic Compatibility (EMC) na Europa, responderam a esses problemas com regulamentações rígidas. Nos Estados Unidos, a FCC Part 68, controla dispositivos de uso comercial e industrial. A Class A envolve equipamentos utilizados em ambiente industriais e a Class B é dirigida a produtos de consumo.

Atualmente algumas empresas “se aproveitam� das leis impostas para ganhar dinheiro. Elas desenvolvem, com base em técnicas já conhecidas, dispositivos que visam diminuir a energia de pico irradiada por alguns equipamentos. Como exemplo, vamos considerar o clock duma placa mãe. Ela irradia sinais de RF conforme sua freqüência de operação. Ou seja, o pico da emissão corresponde à freqüência de trabalho envolvida. Como o valor de pico pode interferir em outros equipamentos, o FCC e outros exigem sua redução. Preste a atenção: os órgãos não decretaram a diminuição da quantidade TOTAL irradiada, mas sim do valor máximo (de pico).

Muitas empresas das quais falamos, para seguir a orientação, adotam técnicas simples. Entre elas: blindagens, aterramentos e outros meios. Porém, como os equipamentos estão se tornando cada vez menores, tais abordagens se tornam inviáveis. Pensando nisso, a Dallas Semiconductor, através da Maxim, apresentou uma solução interessante para o problema em questão. Esta utiliza a tecnologia do espectro espalhado (já discutido anteriormente). Funciona, grosso modo, assim: as emissões produzidas são espalhadas por uma faixa. Isto faz com que o valor de pico, numa única freqüência, seja reduzido para limites aceitáveis. Pode-se entender tal técnica como um balanceamento. O método já está sendo empregado em produtos de consumo que emitem sinais de RF de forma não intencional. Isto é feito pelo emprego dum circuito integrado chamado DS1086.

Abaixo segue um trecho do texto original:

The FCC, EMC, and other international regulations are designed to minimize radiated emissions from electronic equipment. EMI (electromagnetic interference) rules reduce interference between electronic devices and address health and safety concerns.

Designers control radiated emissions by shielding radiating circuitry and cabling systems, bypassing, board layout, and many other techniques. Several Maxim/Dallas oscillator and clock-generation products include low-EMI designs. A recent development is “spreading,” or dithering, the center frequency of clocks used in computers and power supplies to spread radiated emission energy over a band of frequencies, rather than having all the energy emitted at one frequency.

Other EMI-cutting techniques are built into some Maxim/Dallas components. RS-232 and RS-485 drivers, for example, use sophisticated circuitry to control the slew rate of output signals, reducing harmonics of the carrier frequency. When you select these components, you are employing radiation-reduction techniques automatically!

É isso pessoal… :-D

Abraços !!!

Links interessantes:

Federal Communications Commission: AQUI.