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	<title>VIVASEMFIO &#187; Bluetooth</title>
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		<title>Wireless Body Area Network</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 10:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[WBAN (Wireless Body Area Network) São redes compostas por um conjunto de sensores espalhados pelo corpo (fixados nas roupas, debaixo da pele e outros) que, através de tecnologias de comunicação sem fio, monitoram as condições físicas de uma pessoa e transmitem as informações coletadas para um &#8220;servidor&#8221; (on-line ou não). Por exemplo: vamos considerar um]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>WBAN (Wireless Body Area Network)</strong></p>
<p align="justify">São redes compostas por um conjunto de sensores espalhados pelo corpo (fixados nas roupas, debaixo da pele e outros) que, através de tecnologias de comunicação sem fio, monitoram as condições físicas de uma pessoa e transmitem as informações coletadas para um &#8220;servidor&#8221; (on-line ou não). Por exemplo: vamos considerar um atleta que pretende ser monitorado à distância pelo seu técnico enquanto treina. Primeiro o atleta veste uma roupa especialmente preparada para abrigar os sensores que compõem uma rede WBAN. Estes sensores, durante a prática dos exercícios físicos, irão coletar e transmitir os dados do atleta para seu smartphone. Esta comunicação, inclusive, pode ocorrer por <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/bluetooth/" target="_blank">Bluetooth</a>, <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/zigbee-topologias/" target="_blank">ZigBee</a>, <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/uwb-802153-ultra-wide-band-wpan-piconets-wireless/" target="_blank">UWB (Ultra Wideband)</a> ou qualquer outra tecnologia pessoal de transmissão e recepção de dados sem fio. Já o smartphone, através de um programa, interpretará os dados coletados pelos sensores e os transformará em relatórios. Na seqüência, tais relatórios serão enviados para um servidor HTTP por meio da rede de telefonia celular (GPRS, EDGE, EV-DO, HSDPA, etc). O treinador, por fim, irá visualizar e avaliar a performance de seu atleta apenas conectando seu notebook a internet e apontando seu browser para uma URL predeterminada. Show de bola, né?</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/rede_wban.jpg" width="425" height="333"></center></p>
<p align="justify">Além do exemplo acima, as redes WBAN já estão sendo utilizadas em diversas outras áreas, como na reabilitação de pacientes em clínicas de Fisioterapia. Alias, no site da <a href="http://www.pubmedcentral.nih.gov/" target="_blank">PubMed Central (PMC)</a>, enorme repositório digital de publicações médicas, há vários artigos que fazem referência a esta tecnologia. Um deles, de título &#8220;ACCELEROMETER-BASED WIRELESS BODY AREA NETWORK TO ESTIMATE INTENSITY OF THERAPY IN POST-ACUTE&#8221;, propõe a utilização de acelerômetros para avaliar um paciente, além, é claro, de auxiliar no seu tratamento. Os acelerômetros, neste caso, formam uma rede WBAN. Ela detecta com exatidão todos os movimentos executados pelo paciente e transmite tudo para um Tablet PC. O Tablet PC, por sua vez, &#8220;traduz&#8221; as informações recebidas através de um programa e exibe o diagnóstico completo do paciente para o fisioterapeuta responsável.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/wban_fisioterapia.jpg" width="450" height="299"></center></p>
<p align="justify">O futuro do WBAN já começou a ser desenhado no Brasil. Como prova, podemos citar a apresentação desta tecnologia em um evento que ocorreu na cidade de São Paulo há pouco tempo. Durante a exibição do painel: &#8220;O Papel das Tecnologias Sem Fio nas Aplicações de Saúde e Bancárias&#8221;, representantes de diversos setores (como hospitais, operadoras de telefonia, Anatel, programadores e outros) conheceram e já deram início às discussões acerca de futuros projetos WBAN em território canarinho!</p>
<p>É isso!</p>
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		<title>Bluetooth 3.0 A Nova Versao</title>
		<link>http://www.vivasemfio.com/blog/bluetooth-30-a-nova-versao/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 11:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Bluetooth é um protocolo de comunicação sem fio que faz parte das redes WPAN (Wireless Personal Area Network). Uma WPAN pode ser definida como uma rede composta por dispositivos pessoais (como teclados, mouses, controles remotos, celulares, fones de ouvido e outros) que usam tecnologias wireless para a comunicação de curto alcance. Nesta categoria, inclusive,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/bluetooth_30.jpg" width="352" height="228"></center></p>
<p align="justify">O Bluetooth é um protocolo de comunicação sem fio que faz parte das redes WPAN (Wireless Personal Area Network). Uma WPAN pode ser definida como uma rede composta por dispositivos pessoais (como teclados, mouses, controles remotos, celulares, fones de ouvido e outros) que usam tecnologias wireless para a comunicação de curto alcance. Nesta categoria, inclusive, também se enquadram outras especificações, como o <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/uwb-802153-ultra-wide-band-wpan-piconets-wireless/" target="_blank">UWB</a> (Ultra Wide Band &#8211; IEEE 802.15.3) e <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/category/zigbee/" target="_blank">ZigBee</a> (IEEE 802.15.4). O Bluetooth foi projetado para ser &#8220;simples&#8221;, consumir pouca energia e usar transceptores de baixo custo. Popularizado pelos celulares (não há o que discutir, né?), este padrão, até recentemente, operava nas seguintes taxas teóricas: 1 Mbps na versão 1.2 e 3 Mbps na versão 2.0 + EDR (Enhanced Data Rate), também conhecida por &#8220;versão aprimorada&#8221;. Na prática, claro, tais velocidades caem para 721 Kbps e 2,1 Mbps, respectivamente. No entanto, ainda &#8220;descontentes&#8221;, os membros do SIG (Bluetooth Special Interest Group) resolveram &#8220;turbiná-lo&#8221; e lançaram, no dia 21 de abril de 2009 em Tóquio, a versão 3.0 desse padrão.</p>
<p align="justify">O Bluetooth 3.0 + HS (High Speed) &#8220;nasceu para ser rápido&#8221;, disse Michael Foley – diretor executivo do Bluetooth SIG. Segundo diversas publicações, os dispositivos que funcionarão com a nova versão conseguirão atingir até 24 Mbps de pico. Porém, há fontes que falam em 54 Mbps. 24 ou 54? Ainda não sabemos! Fato é que houve um salto significativo de velocidade, certo? O segredo deste &#8220;salto&#8221;, no entanto, NÃO provém da tecnologia <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/uwb-802153-ultra-wide-band-wpan-piconets-wireless/" target="_blank">UWB</a>, conforme muitos apostavam nos primeiros esboços dessa nova versão. O responsável pelo &#8220;High Speed&#8221;, na verdade, é o Wi-Fi (IEEE 802.11) – nosso velho conhecido que, alias, sequer pertence às redes do tipo WPAN. Funciona assim: sabemos que o Bluetooth consegue &#8220;enxergar&#8221; alguns padrões Wi-Fi (e vice-versa) porque eles operam na mesma freqüência, ou seja, 2.4 GHz. Faltava colocá-los &#8220;para conversar&#8221; e foi isto o que fizeram no Bluetooth 3.0 + HS! Agora, quando grandes volumes de dados precisam ser transferidos entre dispositivos HS, o conteúdo das camadas MAC PHY é alterado e elas passam a funcionar como se existisse uma conexão Wi-Fi. Legal, né? Eis o segredo do &#8220;BOOOMMM da velocidade&#8221;!</p>
<p align="justify">Segundo Foley, os primeiros dispositivos Bluetooth 3.0 + HS podem aparecer ainda em 2009!</p>
<p align="justify">Ah! Onde foi parar o <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/uwb-802153-ultra-wide-band-wpan-piconets-wireless/" target="_blank">UWB</a>? Diziam que ele substituiria o Bluetooth!</p>
<p>Quem souber, avise-nos!</p>
<p>É isso!</p>
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		<title>My Connection Ford</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 10:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EcoSport]]></category>
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		<description><![CDATA[My Connection Depois do Fiat Punto com o seu Blue&#038;Me e do Renault Sandero com a série Nokia, chegou a vez da Ford &#8220;turbinar&#8221; alguns de seus modelos com uma tecnologia de interação. Esta tecnologia, chamada My Connection, foi desenvolvida em parceria com a Visteon e equipa, desde agosto, a linha 2009 da EcoSport, Fiesta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>My Connection</strong></p>
<p align="justify">Depois do <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/microsoft-fiat-blueme-punto-windows-mobile-automotive/" target="_blank">Fiat Punto</a> com o seu Blue&#038;Me e do <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/renault-sandero-nokia/" target="_blank">Renault Sandero</a> com a série Nokia, chegou a vez da Ford &#8220;turbinar&#8221; alguns de seus modelos com uma tecnologia de interação. Esta tecnologia, chamada My Connection, foi desenvolvida em parceria com a Visteon e equipa, desde agosto, a linha 2009 da EcoSport, Fiesta (hatch e sedan), Ranger e a versão especial do Ka, o Ka Tecno. O My Connection permite que os ocupantes do veículo interajam com o automóvel por meio de vários dispositivos portáteis, como celulares, pen drives, iPods e outros. Esta interação, que pode ocorrer por Bluetooth, porta USB 2.0 ou por um cabo de 30 pinos para o iPod, visa promover a diversão e evitar os flashes de desatenção do motorista. Por exemplo: ouvir as músicas armazenadas no celular através do perfil stereo Bluetooth A2DP, originar e receber chamadas por comandos de voz utilizando o microfone e os alto-falantes do carro, etc.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/KaTecno.jpg" width="450" height="285"></center></p>
<p align="justify">Neste artigo iremos considerar apenas o funcionamento do My Connection em conjunto com o Bluetooth, esquecendo a comunicação pela porta USB 2.0 e pelo cabo para iPod. O primeiro passo é realizarmos o pareamento entre o celular com Bluetooth e o My Connection. Para isso, basta mantermos tecla com o símbolo do Bluetooth pressionada por alguns segundos. Após surgir no display o menu de configurações, escolhemos a opção &#8220;Pareamento&#8221; e apertamos a tecla &#8220;Fast Forward&#8221;. Por fim determinamos uma senha, confirmamos no telefone e pronto! Dispositivos pareados!</p>
<p align="justify">Uma vez pareados, sempre que o usuário entrar no veículo com o celular ligado e com o Bluetooth ativo, o processo acima acontecerá automaticamente. Também vale lembrar que o My Connection pode parear até cinco telefones na memória. Com isso, quando há dois celulares pareados ao mesmo tempo no veículo ele dará preferência ao aparelho que aparece em primeiro lugar na lista de prioridades. Legal, né? </p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/My_Connection.jpg" width="450" height="299"></center></p>
<p align="justify">My Connection e aparelhos casados, hora de desfrutarmos da tecnologia! Pelo perfil stereo Bluetooth A2DP de um celular, podemos fazer audio streaming, ou seja, ouvir as músicas armazenadas na memória do telefone nos auto-falantes do veículo. Neste momento, se o usuário receber uma ligação, pára-se a música e o diálogo é colocado em primeiro plano. Desligada a ligação, a sua execução é retomada. Outros exemplos: com o My Connection, também é possível falar no telefone usando os microfones e alto-falantes do carro, receber alertas de SMS no display do rádio, visualizar, também no display do rádio, o número e/ou o nome do contato que está chamando, carga da bateria, nível de sinal e muitas outras informações. </p>
<p align="justify">Nos testes, infelizmente, o My Connection não trabalhou direitinho com os celulares da Nokia. O aviso de chegada de SMS não funcionou e o sistema se perdeu quando dois telefones da Nokia fizeram o processo de pareamento. Já com os aparelhos de outras marcas, não constatamos qualquer problema! Fantástico!</p>
<p>É isso!</p>
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		<title>WBAN Applications</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 10:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[WBAN (Wireless Body Area Network) They are formed by a group of sensors spreads through the body (glued to the clothes, under the skin and others) which, through wireless technologies, monitor a person&#8217;s physical conditions and transmit the information collected to a &#8220;server&#8221; (on-line or not). For instance: we will consider an athlete who intends]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>WBAN (Wireless Body Area Network)</strong>   </p>
<p align="justify">They are formed by a group of sensors spreads through the body (glued to the clothes, under the skin and others) which, through wireless technologies, monitor a person&#8217;s physical conditions and transmit the information collected to a &#8220;server&#8221; (on-line or not). For instance: we will consider an athlete who intends to be monitored at distance by his/her coach. First the athlete dresses a special clothes prepared to carry the sensors which compose a WBAN net. These sensors, during the practice of the physical exercises, will collect and transmit the athlete&#8217;s data to his/her smartphone. This communication can happen via Bluetooth, ZigBee, UWB (Ultra Wideband) or any other personal wireless technology. The smartphone, through a program, will interpret the data collected by the sensors and will transform them in reports. In the sequence, such reports will be sent to a HTTP server through the net of cellular telephony (GPRS, EDGE, EV-DO, HSDPA, etc). The coach, finally, will visualize and evaluate his/her athlete&#8217;s performance by connecting his/her laptop computer to the internet and pointing his/her browser to an predetermined URL.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/rede_wban.jpg" width="425" height="333"></center></p>
<p align="justify">Apart from the example, the WBAN nets are already being used in other several areas, such as patients rehabilitation in physiotherapy clinics. By the way, on PubMed Central site (PMC), which is an important digital repository of medical publications, there are many articles which make reference to this technology. One of them, called &#8220;ACCELEROMETER-BASED WIRELESS BODY AREA NETWORK TO ESTIMATE INTENSITY OF THERAPY IN POST-ACUTE&#8221;, proposes the use of accelerometers to evaluate a patient, beyond, of course, of aiding in his/her treatment. The accelerometers, in this case, forms a WBAN net. It detects, with accuracy, all the movements executed by the patient and it transmits everything to a Tablet PC. The Tablet PC &#8220;translates&#8221; the information received through a program and shows the patient&#8217;s complete diagnosis for the responsible physiotherapist.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/wban_fisioterapia.jpg" width="450" height="299"></center></p>
<p align="justify">The future of WBAN began to be developed in Brazil. As proof, we can mention the presentation of this technology in an event that happened recently in São Paulo city. During the exhibition of the panel: &#8220;The Paper of the Wireless Technologies in the Applications of Health and Bank&#8221;, representatives of several sections (as hospitals, mobile operators, Anatel, programmers and other) got to know and led off the discussions concerning future WBAN projects in the carnival land.</p>
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		<title>Fone sem fio Bluetooth A2DP</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 03:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Motorola]]></category>
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		<category><![CDATA[Bluetooth A2DP]]></category>
		<category><![CDATA[Fone Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Plantronics Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[A tecnologia A2DP (Advanced Audio Distribution Profile) permite o fluxo de som estéreo entre dispositivos via conexão Bluetooth. Além de outras aplicações, isto significa que por meio do A2DP é possível ouvir as músicas armazenadas no celular com excelente qualidade e sem a chata presença dos fios. Infelizmente o mercado brasileiro não dispõe de tantas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A tecnologia A2DP (Advanced Audio Distribution Profile) permite o fluxo de som estéreo entre dispositivos via conexão Bluetooth. Além de outras aplicações, isto significa que por meio do A2DP é possível ouvir as músicas armazenadas no celular com excelente qualidade e sem a chata presença dos fios. Infelizmente o mercado brasileiro não dispõe de tantas opções de fones A2DP quanto o exterior, porém não é difícil encontrarmos bons headsets ao nosso alcance. É o caso do <strong>Motorola S9</strong>, <strong>Samsung SBH-500</strong>, <strong>Nokia BH-501</strong> e <strong>Samsung SBH-170</strong>. </p>
<p align="justify">O Motorola S9 é o único fone Bluetooth estéreo com público alvo bem definido: praticantes de atividades físicas. Pesando apenas 30g, é flexível e por isso se adapta facilmente ao contorno da cabeça. Os auto falantes são confortáveis, pois são revestidos por uma delicada borrachinha. Para fazer o pareamento do S9 com outros dispositivos basta inserir a senha padrão 0000, mas atenção: apesar do bom equilíbrio entre agudos e médios, este fone deixa a desejar nos graves.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/motorola_S9.jpg" width="300" height="212"></center></p>
<p align="justify">O Samsung SBH-500 é do tipo que impõe respeito pela aparência elegante e ao mesmo tempo robusta. Porém, seu peso de 85g aliado a rigidez da armação acaba pressionando em excesso a parte externa da orelha. Fato que impede seu uso prolongado. Por outro lado, os fones acolchoados não permitem que os ruídos externos atrapalhem a programação do usuário. Quanto ao som há uma leve distorção nos agudos, mas pela boa entrega dos graves o SBH-500 consegue agradar aos mais exigentes.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/samsung_SBH_500.jpg" width="300" height="186"></center></p>
<p align="justify">O Nokia BH-501 possui o mesmo problema do SBH-500: é pesado (68g) e após certo tempo de uso acaba incomodando. Pontos positivos: é o único deste comparativo que pode ser dobrado, fato que facilita o transporte. Também apresenta um preço mais camarada em relação aos outros. Já o som peca nos graves, mas apresenta equilíbrio entre agudos e médios.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/nokia_BH_501.jpg" width="300" height="307"></center></p>
<p align="justify">O Samsung SBH-170 já começa chamando a atenção pela leveza: 54g. O segredo deste peso está na substituição da armação rígida utilizada para ligar os dois fones por uma espécie de cabo emborrachado. A fidelidade sonora do SBH-170 é fantástica, desbancando até mesmo o SBH-500 (mais caro). Ele oferece graves, agudos e médios em perfeita harmonia, além deixar o usuário protegido de qualquer ruído externo.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/samsung_SBH_170.jpg" width="300" height="335"></center></p>
<p align="justify">Vale a pena pesquisar também sobre os seguintes fones Bluetooth: Nokia BH-207, Nokia BH-702, Motorola H670, Motorola H680, Samsung wep200, Plantronics Audio 910 e Plantronics Voyager 510S. </p>
<p>Au revoir</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conexao Internet Bluetooth GPRS celular Palm PC</title>
		<link>http://www.vivasemfio.com/blog/conexao-internet-bluetooth-gprs-celular-palm-pc/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 11:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[2G]]></category>
		<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[GPRS]]></category>

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		<description><![CDATA[Em artigos anteriores falamos bastante sobre o Bluetooth (aqui). Inclusive demonstramos como transferir dados entre um PC Windows e um celular utilizando a tecnologia (aqui). Hoje iremos além. Acessaremos a internet, por GPRS, utilizando a conexão Bluetooth (celular – PC Windows). Confuso? Então veja a imagem abaixo&#8230; O GPRS (General Packet Radio Service) também já]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Em artigos anteriores falamos bastante sobre o Bluetooth (<a href="http://www.vivasemfio.com/blog/bluetooth/" target="_blank">aqui</a>). Inclusive demonstramos como transferir dados entre um PC Windows e um celular utilizando a tecnologia (<a href="http://www.vivasemfio.com/blog/transferir-dados-arquivos-celular-pda-bluetooth-dongle/" target="_blank">aqui</a>). Hoje iremos além. Acessaremos a internet, por GPRS, utilizando a conexão Bluetooth (celular – PC Windows). Confuso? Então veja a imagem abaixo&#8230;</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/diagrama_conexao_bluetooth_gprs.png" width="500" height="96"></center></p>
<p align="justify">O GPRS (General Packet Radio Service) também já foi discutido na VsF (<a href="http://www.vivasemfio.com/blog/gprs/" target="_blank">aqui</a>). Trata-se duma tecnologia comutada por pacotes cuja velocidade teórica é de 171,2 kbps. Na prática, obtêm-se taxas em torno dos 70 kbps. Este não é um valor considerável para transferências pesadas, porém uma conexão GPRS certamente é bem-vinda em casos de emergências. Diferentemente da tecnologia 2G de comutação por circuitos, o GPRS é um serviço &#8220;sempre ativo&#8221; e a cobrança é feita com base na quantidade de dados transferidos e não conforme o tempo de conexão. Atualmente, utiliza-se GPRS no TIM Web Móvel quando não existe uma rede EDGE disponível na região.</p>
<p align="justify">OBS: em nosso teste utilizamos um celular Nokia 6230 e um adaptador USB-Bluetooth (popularmente chamado de &#8220;dongle&#8221; da Griffin.</p>
<p align="justify">Vamos lá&#8230;</p>
<p align="justify">No Windows, os utilitários que acompanham os adaptadores variam conforme o fabricante. Em nosso caso, após a instalação dos drivers e do software do adaptador, clica-se na opção &#8220;Dial-Up Networking Service&#8221;. Basicamente, isto cria uma porta serial virtual entre o PC e o celular. Se esta opção não existir no seu utilitário, fique tranqüilo. Procure por algo que ativa o suporte à discagem. Ver:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/bluetooth_dialup_networking.jpg" width="496" height="271"></center></p>
<p align="justify">Feito isso, surgirá uma tela exigindo nome de usuário e senha. Estes valores são irrelevantes. As caixas de texto podem ser preenchidas com qualquer caractere, afinal a autenticação é feita pelo próprio celular. </p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/conexao_bluetooth_gprs.png" width="324" height="381"></center></p>
<p align="justify">Pronto. A conexão é estabelecida e na seqüência já podemos navegar pela internet. </p>
<p align="justify">Legal, certo? Sim, mas pode ficar ainda melhor. É possível, através de alguns ajustes, aumentar a velocidade da porta. Para isso é só ir até &#8220;Conexões de Rede&#8221;. Lá um novo ícone foi criado. Ver:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/conexao_bluetooth_gprs_winXP.png" width="226" height="87"></center></p>
<p align="justify">Em suas propriedades, basta clicar em &#8220;Configurar&#8230;&#8221; e escolher outro valor para a velocidade. Em nosso exemplo optamos pelo número maior. Ver:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/conexao_bluetooth_gprs_velocidade_bps.png" width="367" height="365"></center></p>
<p align="justify">E mais: caso houver instabilidade na conexão, deve-se desativar as extensões LCP. Isto pode ser feito na aba &#8220;Rede -> Configurações&#8221;.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/gprs_bluetooth.jpg" width="353" height="406"></center></p>
<p align="justify">Abaixo algumas informações sobre a conexão. A taxa de 921,6 kbps é &#8220;ilusória&#8221;, pois se trata apenas da velocidade da porta serial virtual entre o PC e o celular. A taxa real de transferência, como já exposto, fica em torno dos 70 kbps.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/conexao_bluetooth_gprs_status.png" width="353" height="379"></center></p>
<p>Agora é só aproveitar&#8230;</p>
<p>É isso!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bluetooth ataques bluesnarfing bluejacking bluebugging</title>
		<link>http://www.vivasemfio.com/blog/bluetooth-ataques-bluesnarfing-bluejacking-bluebugging/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 10:53:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Bluebugging]]></category>
		<category><![CDATA[Bluejacking]]></category>
		<category><![CDATA[Bluesnarfing]]></category>

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		<description><![CDATA[Os principais ataques sobre a tecnologia Bluetooth são: Bluesnarfing, Bluejacking e Bluebugging. Bluesnarfing Bluesnarfing é um ataque cujo objetivo é roubar a lista telefônica, mensagens, calendário ou qualquer outra informação armazenada na memória do telefone. Tal ato é comum quando o alvo é um dispositivo antigo, pois nesses casos é possível obter acesso aos dados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><left><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/logo_ataque_bluetooth.jpg" width="300" height="234"></left></p>
<p align="justify">Os principais ataques sobre a tecnologia Bluetooth são: Bluesnarfing, Bluejacking e Bluebugging. </p>
<p align="justify"><strong>Bluesnarfing</strong></p>
<p align="justify">Bluesnarfing é um ataque cujo objetivo é roubar a lista telefônica, mensagens, calendário ou qualquer outra informação armazenada na memória do telefone. Tal ato é comum quando o alvo é um dispositivo antigo, pois nesses casos é possível obter acesso aos dados do aparelho sem pedir permissão ao dono. </p>
<p align="justify"><strong>Bluejacking</strong></p>
<p align="justify">Este tipo de ataque tira vantagem do processo de pareamento (pairing) entre dispositivos Bluetooth. Quando dispositivos Bluetooth conduzem o handshake inicial, estabelecendo uma rede peer-to-peer (formando uma rede Ad-Hoc), o nome do dispositivo é enviado e apresentado ao outro. Por exemplo: considere um pedido de comunicação por Bluetooth de um Nokia 6230 para um Sony Ericsson W610. O Sony Ericsson W610 receberá algo como: &#8220;Deseja trocar dados com Nokia 6230?&#8221;. Neste caso, o nome do dispositivo é &#8220;Nokia 6230&#8243;. Porém o campo nome é configurável e aceita valores maiores que 248 caracteres. Isto significa que é possível alterá-lo com o objetivo de enganar o dono do Sony Ericsson W610. No lugar de &#8220;Nokia 6230&#8243;, pode-se inserir &#8220;Nova Mensagem. Ler Agora?&#8221;. Então, ao realizar um pedido de comunicação, o responsável pelo Sony Ericsson W610 receberá: &#8220;Deseja trocar dados com Nova Mensagem. Ler Agora?&#8221;. Em caso afirmativo, o pairing é estabelecido e o dono do Sony Ericsson W610 se torna vulnerável a um ataque do tipo Bluesnarfing. </p>
<p align="justify">Entre dois telefones é moleza. Mas como alterar o campo nome dum adaptador USB-Bluetooth?</p>
<p align="justify">Também é fácil. Considere o sistema operacional Linux Ubuntu kernel 2.6.15-23. Para modificar o campo nome, basta seguir o comando abaixo:</p>
<p align="justify">vivasemfio@vivasemfio:~$ sudo hciconfig hci0 name &#8220;Nova mensagem. Ler agora?&#8221;</p>
<p align="justify">Para verificar se houve ou não sucesso, é só usar:</p>
<p align="justify">vivasemfio@vivasemfio:~$ sudo hciconfig -a name</p>
<p align="justify">Aqui o resultado foi:</p>
<p align="justify">hci0:   Type: USB<br />
        BD Address: 00:11:B1:07:A2:C3 ACL MTU: 192:8 SCO MTU: 64:8<br />
        UP RUNNING PSCAN ISCAN<br />
        RX bytes:4184 acl:0 sco:0 events:56 errors:0<br />
        TX bytes:1682 acl:0 sco:0 commands:53 errors:0<br />
        Features: 0xff 0xff 0x8f 0xf8 0&#215;18 0&#215;18 0&#215;00 0&#215;80<br />
        Packet type: DM1 DM3 DM5 DH1 DH3 DH5 HV1 HV2 HV3<br />
        Link policy: RSWITCH HOLD SNIFF PARK<br />
        Link mode: SLAVE ACCEPT<br />
        Name: &#8216;Nova mensagem. Ler agora?&#8217;<br />
        Class: 0x3e0100<br />
        Service Classes: Networking, Rendering, Capturing<br />
        Device Class: Computer, Uncategorized<br />
        HCI Ver: 1.2 (0&#215;2) HCI Rev: 0&#215;512 LMP Ver: 1.2 (0&#215;2) LMP Subver: 0&#215;512<br />
        Manufacturer: Cambridge Silicon Radio (10)</p>
<p align="justify">Prontinho. Campo nome alterado.</p>
<p align="justify"><strong>Bluebugging</strong></p>
<p align="justify">Bluebugging é o processo de enviar comandos executáveis a dispositivos Bluetooth. Este tipo de ataque permite acesso a comandos de configuração. Isto significa que o atacante pode, através do telefone alvo, utilizar-se de diversos serviços. Entre eles: realizar chamadas telefônicas, enviar SMS, conectar-se à internet, etc. Isto é extremamente perigoso, afinal qualquer indivíduo mal intencionado pode, com o Bluebugging , mascara-se para praticar atos fraudulentos. E o pior: o legítimo dono levará a culpa.   </p>
<p align="justify">VAMOS FICAR DE OLHOS ABERTOS&#8230;</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/lupa.jpg" width="400" height="254"></center></p>
<p>É isso!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blueplaces nokia sensor mobiluck Home Page</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 16:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Blueplaces]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabe o que é um Blueplace? Não? Blueplaces são locais (geralmente parques, lojas, bares e restaurantes) onde as pessoas trocam informações através de qualquer dispositivo móvel com suporte ao Bluetooth. O objetivo neste caso, geralmente, é conhecer novas pessoas. A grosso modo, funciona assim: baixa-se um software específico. Nele, cadastra-se suas informações pessoais. Na]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Você sabe o que é um Blueplace? Não? Blueplaces são locais (geralmente parques, lojas, bares e restaurantes) onde as pessoas trocam informações através de qualquer dispositivo móvel com suporte ao Bluetooth. O objetivo neste caso, geralmente, é conhecer novas pessoas. A grosso modo, funciona assim: baixa-se um software específico. Nele, cadastra-se suas informações pessoais. Na verdade você cria uma &#8220;Home Page Móvel de alcance limitado&#8221; – com textos e imagens. Inclusive, alguns programas permitem cadastrar o perfil de quem você deseja encontrar. Após tudo configurado, basta caminhar por algum Blueplace para exibir sua &#8220;página&#8221;. Caso houver sorte, você achará alguém para – pelo menos – passar alguns minutos agradáveis. Parace maluco, mas nos Estados Unidos e Europa tal prática já é comum. </p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/nokia_sensor_03.jpg" width="442" height="321"></center></p>
<p align="justify">Um dos programas mais conhecidos para este fim é o Nokia Sensor. Vamos conhecê-lo melhor&#8230;</p>
<p align="justify">Após o download, configurá-lo é muito simples. Em sua página inicial, deve-se, obrigatoriamente, colocar uma foto, nome e um breve texto. Ver:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/nokia_sensor_01.jpg" width="182" height="215"></center></p>
<p align="justify">Nas páginas seguintes é possível incrementar o perfil. Adicionar dados como profissão, o que gosta de fazer, cantor favorito, etc, etc, etc&#8230;Alias, pode-se também disponibilizar algum conteúdo para download. Por exemplo: você pode deixar sua música favorita disponível para outros usuários do Nokia Sensor. E têm mais. Os visitantes de sua página podem fazer e ler comentários a seu respeito. </p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/nokia_sensor_02.jpg" width="454" height="214"></center></p>
<p align="justify">Gostou, né?</p>
<p align="justify">O Nokia Sensor é gratuito. Porém atualmente, apenas os modelos a seguir suportam o software: Nokia 3230, Nokia 6260, Nokia 6600, Nokia 6620, Nokia 6630, Nokia 6670, Nokia 6680, Nokia 6681, Nokia 6682 e Nokia 7610. </p>
<p>É isso!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Transferir dados arquivos celular PDA bluetooth dongle</title>
		<link>http://www.vivasemfio.com/blog/transferir-dados-arquivos-celular-pda-bluetooth-dongle/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 09:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptador Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Bluetooth Device Address]]></category>
		<category><![CDATA[Conexão]]></category>
		<category><![CDATA[Configurar]]></category>
		<category><![CDATA[Dongle]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>
		<category><![CDATA[Prompt de Comando]]></category>
		<category><![CDATA[Transferir Dados Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[O conteúdo da VsF procura atender todos os níveis de conhecimento. Nossos artigos vão desde o mais novato usuário wireless até o mais experiente profissional. Afinal, nosso maior objetivo é promover o uso da tecnologia sem fio no cotidiano de qualquer brasileiro. O artigo de hoje ensina como transferir dados do celular para o computador]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O conteúdo da VsF procura atender todos os níveis de conhecimento. Nossos artigos vão desde o mais novato usuário wireless até o mais experiente profissional. Afinal, nosso maior objetivo é promover o uso da tecnologia sem fio no cotidiano de qualquer brasileiro. </p>
<p align="justify">O artigo de hoje ensina como transferir dados do celular para o computador e vice-versa por Bluetooth. O Bluetooth já foi discutido em artigos anteriores – <a href="http://www.vivasemfio.com/blog/bluetooth" target="_blank">aqui</a>. Trata-se de uma tecnologia que opera na faixa ISM de 2.4 GHz. Cobre pequenas áreas, cerca de 10 metros, porém há variantes que alcançam até 100 metros. Utilizado para diversos fins, tornou-se muito popular e atualmente o Bluetooth está presente na maioria dos telefones celulares.</p>
<p align="justify">Em nosso teste utilizamos um celular Nokia 6230 e um adaptador USB-Bluetooth (popularmente chamado de &#8220;dongle&#8221;) da Griffin. </p>
<p align="justify">Após instalarmos o software que acompanha o dispositivo, basta espetá-lo para começarmos a brincadeira. Em poucos segundos, surge em &#8220;Conexões de Rede&#8221; – localizado no &#8220;Painel de Controle&#8221; – o status &#8220;Conectado&#8221; para o adaptador. Podemos obversar, nas propriedades do adaptador, seu BD Address (Bluetooth Device Address) &#8211; equivalente ao MAC (*). Ver:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/endereco_mac_adaptador_bluetooth.png" width="389" height="201"></center></p>
<p align="justify">A interface, como já conectada, recebeu um endereço IP. Este pode ser visto através do Prompt de Comando do Windows. Ver:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/ipconfig_interface_bluetooth.png" width="473" height="99"></center></p>
<p align="justify">Conforme o exposto, o adaptador possui BD Address 00:11:B1:07:A2:C3, IP 192.168.2.1 e máscara de sub-rede 255.255.255.0. O próximo passo é habilitar a rede Bluetooth e a visibilidade no Nokia 6230. Feito isso, após um pequeno intervalo de tempo, surge na tela do software o celular em questão. Nas propriedades do celular encontramos algumas informações a seu respeito. Entre elas: seu nome (configurável), seu BD Address e sua classe. Ver:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/mac_do_celular_bluetooth.png" width="311" height="193"></center></p>
<p align="justify">Observação: note que estas informações foram obtidas apenas com o scanning. Em outras palavras, consegue-se tais dados sem qualquer autorização do responsável pelo celular. Isto, por muitos, é considerado um defeito na segurança. Para corrigir parte deste problema, ou aumentar um pouco a privacidade, basta desabilitar a visibilidade bluetooth do celular. Neste artigo não faremos isso. Não trataremos aqui do fator &#8220;segurança&#8221;. </p>
<p align="justify">Agora, tentaremos realizar uma transferência. Na tela do software, clicamos em &#8220;Bluetooth File Transfer Service&#8221;. Ver:</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/bluetooth_file_transfer_service.jpg" width="490" height="273"></center></p>
<p align="justify">Feito isso, surge na tela do celular a seguinte mensagem &#8220;Deseja trocar dados?&#8221;. Ao aceitar, conforme o nível de segurança configurado, uma senha é exigida. Basta digitar a mesma seqüência de caracteres em ambos os pontos (celular e computador). Pronto. As pastas do celular aparecem &#8220;feito mágica&#8221; na tela do computador. Agora é só fazer a festa.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/conteudo_celular_bluetooth.jpg" width="491" height="316"></center></p>
<p align="justify">Depois de trocar arquivos, pode-se, no &#8220;status&#8221; do celular, ver quantos bytes foram recebidos e enviados. </p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/status_celular_apos_transferencia.png" width="292" height="369"></center></p>
<p align="justify">Tranqüilo, certo?</p>
<p align="justify">É isso!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p align="justify">(*) MAC significa Media Access Control. Armazenado na memória PROM (Programmable Read Only Memory) do dispositivo…este endereço é universalmente único. Ou seja, não há duas placas com o mesmo MAC. É composto por 48 bits…expressos em doze dígitos hexadecimais. Os primeiros seis dígitos são administrados pelo consórcio IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) e identificam o fabricante ou fornecedor da placa de rede. Já os três últimos são atribuídos pelo fabricante. Exemplo:</p>
<p>MAC address: 00-80-C7-E0-8E-B5;</p>
<p>Fabricante: 00-80-C7;<br />
Número de série: E0-8E-B5.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bluetooth</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2007 13:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>

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		<description><![CDATA[Bluetooth, antes de qualquer outra palavra, significa união. Este nome foi inspirado em Harald &#8220;Bluetooth&#8221; Blatand, um viking, rei da Dinamarca que viveu entre 940 e 981 d.C. Para unificar os povos, Harald utilizava o diálogo como estratégia. Ele era conhecido por Bluetooth devido sua arcada dentária, pois a mesma apresentava uma coloração azulada. Este]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><left><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/bluetooth_01.jpg" width="200" height="52"></left></p>
<p align="justify">Bluetooth, antes de qualquer outra palavra, significa união. Este nome foi inspirado em Harald &#8220;Bluetooth&#8221; Blatand, um viking, rei da Dinamarca que viveu entre 940 e 981 d.C. Para unificar os povos, Harald utilizava o diálogo como estratégia. Ele era conhecido por Bluetooth devido sua arcada dentária, pois a mesma apresentava uma coloração azulada. Este nome, provavelmente, foi indicado pela <a href="http://www.ericsson.com.br" target="_blank">Ericsson</a>. Afinal, além de nórdica, esta empresa foi a pioneira nos estudos que resultaram na tecnologia de comunicação sem fio: o Bluetooth. Após perceberem o potencial da tecnologia, grandes empresas formaram um consórcio. Além da Ericsson, o <strong><a href="http://www.bluetooth.com" target="_blank">Bluetooth Special Interest Group</a> </strong>continha gigantes como <a href="http://www.ibm.com.br" target="_blank">IBM</a>, <a href="http://www.intel.com.br" target="_blank">Intel</a>, <a href="http://www.nokia.com.br" target="_blank">Nokia</a> e <a href="http://www.toshiba.com" target="_blank">Toshiba.</a> </p>
<p align="justify">Basicamente, Bluetooth é um padrão de baixo custo, baixa complexidade e pouca potência (cobre poucas distâncias). Através dele, é possível conectar facilmente vários tipos de dispositivos de comunicação, tais como PCs, notebooks, palmtops, handhelds, impressoras, scanners, telefones celulares (telemóveis) enfim, qualquer aparelho que possua um chip Bluetooth.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/bluetooth_03.jpg" width="288" height="303"></center></p>
<p align="justify">Os dispositivos Bluetooth trabalham na faixa de freqüência ISM (Industrial, Scientific, Medical), em 2,4 GHz. A comunicação entre eles é feita através de um canal FH-CDMA (Frequency Hopping &#8211; Code-Division Multiple Access). Neste método, o transmissor envia um sinal sobre uma série randômica de freqüências de rádio. Um receptor captura o sinal, através de uma sincronia com o transmissor. A mensagem somente é recebida se o receptor conhecer a série de freqüências na qual o transmissor trabalha para enviar o sinal.</p>
<p align="justify">A rede Bluetooth pode ser composta de, no máximo, oito dispositivos. Um destes dispositivos será o master&#8230;e os outros sete possíveis elementos serão os slaves. Esta rede é denominada piconet. Porém, várias piconets podem ser interligadas para compor uma rede maior. Ao conjunto de piconets damos o nome de scatternet.</p>
<p><center><img border="0" src="http://www.vivasemfio.com/blog_images/bluetooth_02.jpg" width="416" height="263"></center></p>
<p align="justify">Para a operação do Bluetooth, foram definidas 79 portadoras espaçadas de 1 MHz. Ou seja, existem 79 freqüências nas quais instantaneamente um dispositivo pode estar transmitindo. A seqüência escolhida deve ser estabelecida pelo dispositivo mestre da piconet e os dispositivos escravos devem tomar conhecimento dessa seqüência para poderem se comunicar. Isso é feito através de sincronismo. Para minimizar interferências, o dispositivo mestre pode mudar sua freqüência 1600 vezes por segundo.</p>
<p align="justify">Para estabelecer conexões no Bluetooth, são necessários três elementos: scan, page e inquiry.</p>
<p align="justify"><strong>SCAN</strong> &#8211; É usado para economia de energia. Quando dispositivos estiverem ociosos, eles entram em modo stand-by.e passam a verificar a cada 10 ms se existe algum dispositivo tentando estabelecer uma conexão.</p>
<p align="justify"><strong>PAGE</strong> &#8211; É utilizado pelo dispositivo que deseja estabelecer conexão. A cada 1,25 ms são transmitidos dois pedidos de conexão seguidos em diferentes portadoras. O dispositivo verifica também duas vezes se há respostas.</p>
<p align="justify"><strong>INQUIRY</strong>- São mensagens enviadas por um dispositivo para determinar quais outros dispositivos estão em sua área e quais suas características. Ao receber esta mensagem, um dispositivo deve retornar um pacote chamado FHS (Frequency Hopping-Synchronization) contendo além de sua identidade, informações para o sincronismo entre os dispositivos.</p>
<p>É isso!</p>
]]></content:encoded>
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