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MeeGo: Será o fim do Symbian?

O Moblin é um sistema operacional baseado no Linux Fedora especialmente desenvolvido para netbooks, MIDs e outros dispositivos móveis. Leve, facilmente operável e com uma bela interface de usuário, ele nasceu nos laboratórios da Intel em 2007 e desde então conquistou vários fãs. Junto com ele, temos o Maemo, outro SO “mobile connected” baseado no Linux (neste caso, no Debian). O Maemo foi criado pela finlandesa Nokia em 2005 e também impressiona pela facilidade de uso e recursos de interface, apesar de estar presente em poucos aparelhos – como no Nokia N900.

No Mobile World Congress 2010, evento que reuniu em Barcelona a nata da telefonia móvel, Intel e Nokia anunciaram um acordo para criar uma plataforma para dispositivos móveis a partir da união do Moblin com o Maemo, o já badalado MeeGo. Na verdade o MeeGo não seria “criado” ou então “desenvolvido”, pois ambos os sistemas (Moblin e Maemo) executavam plataformas de middleware bastante similares. Os dois utilizaram X, Glib, D-Bus, Pango, Cairo, GStreamer, Evolution Data Server, PulseAudio, o mecanismo de renderização HTML Gecko da Mozilla, Telepathy, ConnMan e vários outros utilitários em comum. Só diferenciavam prá valer no kit de ferramentas de alto nível, pois enquanto o Moblin usava o GTK+ e o Clutter como kits de ferramentas preferidos a versão mais recente do Maemo estava em processo de transição para o Qt. Mas era só! Por esta razão, uni-los certamente não foi uma tarefa tããããããooo complicada!

Segundo as empresas, o MeeGo é “uma plataforma de software baseada em Linux compatível com múltiplas arquiteturas de hardware entre diversos segmentos de dispositivos, incluindo computadores móveis, netbooks, tablets, telefones para mídia, TVs conectadas e sistemas de entretenimento/informação veicular”. O MeeGo também terá código aberto e os desenvolvedores poderão vender seus aplicativos tanto na Nokia Ovi Store quanto na Intel AppUp Center. Podemos dizer que o MeeGo nasceu como uma manobra defensiva para fazer frente ao Android, do Google, um sistema operacional igualmente baseado na plataforma Linux cuja participação no mercado vem crescendo assustadoramente. E ele não é o único, pois Palm, Samsung e o multiconsórcio de fabricantes LiMo Foundation estão todos competindo nesse setor.

Então será que o MeeGo atropelará o querido Symbian? Ou melhor, será a morte dele? Esta é uma pergunta difícil, daquelas que só o tempo irá responder, mas a Nokia já anunciou: o smartphone N8 será o último modelo da N-series a ser equipado com o Symbian. “Mais adiante, os dispositivos N-series serão baseados no MeeGo”, disse o porta-voz da Nokia, Doug Dawson. E como a venda de smartphones só cresce, podemos afirmar que o velho Symbian já não se encontra em sua melhor fase, mesmo liderando (por quanto tempo?) este mercado!

É isso!



Intel Moblin + Nokia Maemo = MeeGo

O Moblin, prá quem não conhece, é um sistema operacional baseado em Linux especialmente desenvolvido para netbooks(*), MIDs(**) e outros dispositivos móveis. Leve, facilmente operável e com uma bela interface de usuário, ele nasceu nos laboratórios da Intel em 2007 e desde então vêm conquistando vários fãs. Junto com ele, temos o Maemo, outro SO “mobile connected” baseado no Linux (neste caso, no Debian). O Maemo foi criado pela finlandesa Nokia e também impressiona pela facilidade de uso e recursos de interface, apesar dos poucos aparelhos que ele equipa – como o Nokia N900. Moblin? Maemo? O que mais eles têm em comum?

No Mobile World Congress 2010, evento que reuniu em Barcelona a nata da telefonia móvel, veio a bomba: a Intel e a Nokia fecharam um acordo para criar uma plataforma para dispositivos móveis a partir da união do Moblin com o Maemo – o já apelidado MeeGo. Segundo as empresas, o MeeGo é “uma plataforma de software baseada em Linux compatível com múltiplas arquiteturas de hardware entre diversos segmentos de dispositivos, incluindo computadores móveis, netbooks, tablets, telefones para mídia , TVs conectadas e sistemas de entretenimento/informação veicular”. O MeeGo também terá código aberto e os desenvolvedores poderão vender seus aplicativos tanto na Nokia Ovi Store quanto na Intel AppUp Center.

Que loucura, não?
Quanta reviravolta…

(*)Netbook: é um pequeno laptop portátil especialmente projetado para realizar tarefas básicas conectado à internet.

(**)MIDs: os (Mobile Internet Devices) são ainda menores que os netbooks, ficando entre smartphones e os tablets PCs.



O Sistema Operacional Moblin

Os Netbooks e os MIDs (Mobile Internet Devices)

Como o próprio nome diz, netbook é um pequeno laptop portátil especialmente projetado para realizar tarefas básicas (porém essenciais) conectado à internet: como ler e enviar e-mails, verificar a conta bancária, editar planilhas e documentos de texto entre outras. Ou seja, são máquinas que não possuem um grande poder de processamento, um invejável espaço em disco (quando há algum disco) ou fabulosos recursos de vídeo, mas “quebram o galho” nas horas em que mais precisamos. Por exemplo: editar e enviar ao chefe (por e-mail) aquela planilha do balanço mensal enquanto aguardamos pelo vôo na sala de espera. Que tal?

Por esta razão, os netbooks sempre saem da fábrica equipados com algum tipo de adaptador sem fio, como Wi-Fi, 3G e até WiMAX. Afinal mobilidade sem internet não combina, certo? Os netbooks também são mais delicados e baratos quando comparados aos laptops tradicionais! Alguns modelos: ASUS Eee PC 700, HP 2133 Mini-Note PC, MSI Wind, Acer Aspire One, Dell Inspiron Mini 9, Lenovo IdeaPad S10 e Samsung NC20. Já os MIDs (Mobile Internet Devices) são ainda menores que os netbooks. Na verdade eles ficam entre os smartphones e os Tablet PCs. Ainda são pouco conhecidos, mas já despertam o interesse de grandes empresas – como o da Intel. Exemplo de um MID típico: Nokia N810.

O Moblin

Quem diria, mas a Intel, a empresa dos chips cada vez menores, mais rápidos e mais baratos, está trabalhando com força total para se tornar uma referência na área dos softwares. Isso mesmo! Os programadores da empresa, cujo trabalho sempre passou despercebido, estão recebendo ao menos parte da atenção que costumava ficar concentrada nos engenheiros de hardware. Toda esta bagunça ocorre porque ela resolveu apostar pesado no mercado de netbooks e MIDs – com chips (é claro) e com a criação de um belíssimo sistema operacional: o Moblin.

O Moblin é um sistema operacional baseado em Linux desenvolvido especialmente para netbooks, MIDs e outros dispositivos móveis. Nasceu nos laboratórios da Intel em 2007 e, após uma série de eventos do tipo “sobe e desce”, começou a conquistar as grandes marcas – para o azar do Ubuntu, Android, Windows, Xandros Presto e outros. O Moblin é extremamente leve, facilmente operável e muito bonito (basta ver aos vídeos no YouTube). Na parte superior da tela, por exemplo, existe uma toolbar com diversos tipos de serviços pré-configurados que dão acesso à sites de relacionamentos, mails, galeria de músicas, fotos entre outros. Já no canto esquerdo da tela o usuário vê a lista de compromissos juntamente com os programas favoritos. Todas as operações básicas no Moblin ficam ao alcance de um ou dois cliques! É fantástico!

Ele também começou a marcar presença até no “território inimigo”. O Google anunciou que os usuários/programadores do/para Moblin poderão acessar, sem problemas, a Android Market – loja de aplicativos pagos e gratuitos que podem ser baixados na máquina. É como a famosa App Store, da Apple. Bom para os desenvolvedores Moblin, melhor para os usuários!

Alguém aí já colocou as mãos em uma máquina com Moblin?
Então compartilhe sua experiência nos comentários!

É isso!



WiMAX Residencial

O WiMAX

WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access) é o “nome” da tecnologia de banda larga sem fio que opera em conformidade com o padrão IEEE 802.16. Desenvolvida para cobrir grandes áreas, era capaz de estabelecer conexões a quilômetros de distância em linha de visada já na sua primeira especificação, publicada em abril de 2002. Depois desta, surgiram outras, como a ratificação em 2004 do padrão IEEE 802.16d, também conhecido por WiMAX Nomádico. Este padrão incorporou diversas melhorias, como o suporte a antenas tipo MIMO (Multiple-Input Multiple-Output), porém, somente na especificação IEEE 802.11e o WiMAX passou a fazer handoff em altas velocidades. Foi nesta “etapa da evolução” que muitos desacreditados começaram a dar seus votos de confiança a esta tecnologia. Então surgiu o WiBRO (Wireless BROadband), versão coreana do WiMAX que opera em 2,3 GHz e os primeiros rumores sobre o WiMAX como uma tecnologia de 4G (candidata a substituir o 3G). Hoje sua velocidade pode atingir 1 Gbps com um raio de atuação de até 50 quilômetros, características que fazem do WiMAX a tecnologia mais promissora para levar a Internet a qualquer lugar.

O WiMAX Residencial

Na Futurecom deste ano a Parks, empresa 100% brasileira que atua no mercado de telecomunicações, anunciou que dará início à fabricação de CPEs (Customer Premises Equipment) WiMAX já no próximo ano, por meio de uma parceria com a Asus. “A idéia é produzir 30 mil CPEs por mês”, disse o diretor comercial da Parks Mauro de Araujo. Esta empresa, inclusive, está trabalhando com a indiana Sloka e com a israelense WiNetworks para trazer ao Brasil a fabricação de ERBs (Estações Rádio Base) fixas e móveis. Legal, né? Enquanto a Anatel ainda define as datas para os leilões de freqüência do WiMAX, já existem empresas 100% nacionais “preparando o terreno” para atender o promissor mercado de WiMAX residencial.

Sabemos que a Embratel utiliza o WiMAX como tecnologia complementar à rede da Net para oferecer o plano Embratel PME, plano composto por quatro linhas de voz e um link de dados de até 2 Mbps para Pequenas e Médias Empresas. Ou seja, um plano corporativo que, devido às indefinições da Anatel, não pretende atender a qualquer pessoa física (por enquanto). Já a Telefônica, em parceria com a Motorola e Intel, deu início aos testes de WiMAX residencial em dois bairros de São Paulo (futuramente no Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre). Durante três meses, um grupo com 150 clientes receberá GRATUITAMENTE o sinal WiMAX para navegar na Internet com velocidades de até 2 Mbps no download. É mole? Se os equipamentos da Motorola (wi4 WiMAX) forem homologados pela Anatel e se os resultados deste projeto forem satisfatórios, pretende-se lançar o serviço comercialmente em São Paulo.

E ainda têm gente que não acredita no WiMAX!

É isso!



WiMAX residencial da EMBRATEL

O WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access) é uma tecnologia de banda larga sem fio capaz de abranger grandes áreas. Ela foi desenvolvida com o objetivo de levar a internet para regiões desprovidas de infra-estrutura técnica. Isto é, em locais cuja distância e o número de usuários inviabilizam a passagem de cabos. E mais: a criação do WiMAX também foi motivada pelas pessoas que precisam de conexão em lugares desfavoráveis a passagem de fios nos grandes centros (como em prédios antigos).

No Brasil o WiMAX finalmente começou aparecer, apesar do “descaso” de algumas operadoras com a tecnologia. A PUC de Campinas (SP) em parceria com a Alvarion, por exemplo, construíram no ano passado uma rede desta natureza. Na época, eles conseguiram uma autorização especial da Anatel para regimes acadêmicos e utilizaram o sistema ponto multiponto BreezeMAX 2500. A EMBRATEL (Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A.) também mostrou que aposta no WiMAX. Ela passou a oferecer, a partir de março deste ano, internet para pequenas e médias empresas por meio da tecnologia.

Até aqui, nenhuma surpresa!

Agora a novidade: Maurício Vergani, executivo da EMBRATEL, recentemente anunciou que a empresa disponibilizará aos lares brasileiros conexões WiMAX já no início de 2009. Esta divulgação “bateu” com os planos da Intel de trazer ao país, justamente no começo do próximo ano, as primeiras máquinas com a plataforma Montevina. Lembrando que os notebooks equipados com esta plataforma, além dos adaptadores Wi-Fi (IEEE 802.11n), virão com de fábrica com suporte ao WiMAX. Curioso, não? Problema: hoje as conexões WiMAX no país só podem existir entre a antena e um ponto fixo. Ou seja, tanto a EMBRATEL como a Intel terão de esperar o próximo leilão de freqüências do WiMAX para fornecerem acesso totalmente móvel.

É isso!