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Google Wallet – A Carteira Eletrônica do Google

NFC (Near Field Communication)

Trata-se de uma tecnologia de transferência de dados sem fio coordenada pelo NFC Fórum, uma união de empresas criada em março de 2004 que atualmente conta com mais de 100 membros (entre Microsoft, Motorola, Samsung, Texas Instruments, MasterCard, Visa e outras). Aprovado como um padrão ISO/IEC em dezembro de 2003, seus dispositivos operam na freqüência de 13,56 MHz e trabalham em até três velocidades diferentes: 106 kbps, 212 kbps ou 424 kbps. Eles também são ativados por indução magnética e cobrem distâncias extremamente pequenas, próximas dos 15 centímetros. Hoje o NFC está começando a se espalhar pelo mundo, conquistando um número cada vez maior de adeptos por meio de suas aplicações nos telefones celulares, como ingressos e pagamentos móveis.

Google Wallet

Google Wallet é o nome do serviço recém anunciado do Google que transforma smartphones Android em carteiras eletrônicas, podendo ser usadas para efetuar pagamentos com cartões de crédito ou débito em lojas conveniadas. Atualmente funcionando em caráter experimental nos Estados Unidos, o Wallet usa a tecnologia NFC para efetuar suas transações, que são, segundo o Google, robustamente criptografadas. Alias, aqui vale uma observação, pois a questão da segurança sempre atrasou o progresso das carteiras móveis, que só estão começando a aparecer de verdade em virtude das modernas técnicas de proteção – como chips autodestrutivos e algoritmos de encriptação cada vez mais sofisticados.

Voltando ao Wallet, ele foi desenvolvido em parceria com o MasterCard, CitiBank, Sprint e First Data e para utilizá-lo, pelo menos no início, é necessário ter um smartphone com um chip NFC – que até o momento não existe nos iPhones nem Blackberries. Então, a partir de agora, os clientes de cerca de 120 mil lojas nos Estados Unidos equipadas com o sistema Paypass da Mastercard, como Macy’s, Walgreens, Subway e Noah’s Bagels, já podem pagar suas contas apenas aproximando o celular de um ponto de pagamento NFC. Legal, não? Segundo a assessoria de imprensa do Google no Brasil, ainda não há previsão de chegada do Wallet por aqui – o que é perfeitamente lógico. No entanto, ao que tudo indica, estamos diante do primeiro serviço de pagamento móvel realmente promissor, afinal, além de todas as garantias que envolvem um serviço do Google, “espalhar” algo para o mundo é tarefa fácil para o gigante das buscas.

E para fechar…

Em conjunto com o Wallet, o Google também anunciou o Google Offers, um novo serviço de descontos locais que trará muitas dores de cabeça ao Groupon (seu principal concorrente). Com o Offers, por exemplo, os cupons de descontos ganhos com uma compra poderão ser utilizados a qualquer momento pelo usuário, da forma como ele quiser. E sua principal vantagem em relação ao Groupon está no fato de não precisar imprimir os talões de desconto, que são salvos no smartphone e lidos/interpretados pelos terminais NFC. Simples, não?

É isso!



Ingressos e pagamentos moveis NFC

NFC (Near Field Communication)

Trata-se de uma tecnologia de transferência de dados sem fio coordenada pelo NFC Fórum, uma união de empresas criada em março de 2004 que atualmente conta com mais de 100 membros (entre Microsoft, Motorola, Samsung, Texas Instruments, MasterCard, Visa e outras). Aprovado como um padrão ISO/IEC em dezembro de 2003, seus dispositivos operam na freqüência de 13,56 MHz e trabalham em até três velocidades diferentes: 106 kbps, 212 kbps ou 424 kbps. Eles também são ativados por indução magnética e cobrem distâncias extremamente pequenas, próximas dos 15 centímetros. Hoje o NFC está se espalhando pelo mundo, conquistando um número cada vez maior de adeptos por meio de suas aplicações nos telefones celulares, como ingressos e pagamentos móveis.

NFC, TIM e Gemalto

A Gemalto, especializada em segurança digital, foi escolhida pela TIM (Telecom Italia Mobile), a maior empresa de telecomunicações da Itália, para implantar na província de Trento um mega projeto no transporte público utilizando NFC. Agora qualquer cliente desta operadora pode apanhar o ônibus e pagar a passagem apenas aproximando o celular (compatível com a tecnologia) de um pequeno terminal. Os benefícios deste sistema são indiscutíveis. Para os passageiros, além da cômoda “passagem”, facilita a compra dos tickets, pois podem ser adquiridos a partir de qualquer lugar e a qualquer momento por meio de um celular. Já para a operadora de transporte, é um meio de diminuir os gastos com a emissão de bilhetes, plásticos e até fraudes.

É isso!



Mobile Payment Banco do Brasil NFC

Mobile Payment ou M-Payment

Ninguém precisa fritar os neurônios para compreender o “significado” de Mobile Payment. Basicamente, trata-se do ato de usar um dispositivo móvel (celular, PDA, etc) para realizar o pagamento de um bem ou de um serviço. Há dois tipos de Mobile Payment: o remoto e o de proximidade. No primeiro os usuários efetuam suas transações a partir de qualquer lugar e elas podem ser P2P (Person to Person) ou P2B (Person to Business). Já no de proximidade as compras são feitas utilizando dispositivos móveis com chips NFC (Near Field Communication) e leitores “Ponto de Venda”. Mais sobre NFC aqui.

O caso Banco do Brasil

Clientes do Banco do Brasil de todo o país já podem realizar micropagamentos (de R$ 1,00 a R$ 100,00) por meio de Mobile Payment remoto. Este serviço, fruto da parceria entre a instituição financeira e a VisaNet, vingou devido aos ótimos resultados obtidos num projeto piloto, feito com cobertura restrita a quatro cidades brasileiras – Brasília, São Paulo, Osasco (SP) e Barueri (SP).

Neste caso o m-payment funciona da seguinte maneira: o cliente, através do celular, telefona para a farmácia e faz seu pedido. Feito isso, recebe uma SMS (Short Message Service) encriptada no aparelho e por meio desta poderá autorizar ou não o débito na conta.

Prático, não?

Abraços



NFC Near Field Communication Forum PAN

NFC é o acrônimo para Near Field Communication (comunicação por campo de curta distância). Trata-se de uma tecnologia desenvolvida pela Philips e pela Sony. É uma comunicação do tipo peer to peer que trabalha na freqüência de 13,56 MHz.

O NFC, como o próprio nome diz, abrange curtíssimas distâncias. Por isso é necessário aproximar os dispositivos para iniciar a comunicação. Esta obrigatoriedade, ao contrário do que parece, é vantajosa em diversas situações. E, claro, esta tecnologia é aplicada justamente nestes casos. Por exemplo: em lojas e supermercados, um celular equipado com NFC pode ser utilizado para efetuar os pagamentos como um cartão de crédito. Basta aproximar os dispositivos e pronto. Eles se reconhecem e a conexão é fechada automaticamente, poupando o usuário de digitar senhas, fazer configurações ou ajustes. A mesma idéia serve para o transporte público. Outra aplicação: câmeras digitais e TVs equipadas com NFC podem eliminar os cabos e economizar tempo. Ao aproximá-las as fotos serão exibidas na telona sem qualquer preocupação.

Quando falamos em pagamentos “inteligentes”, senhas e outras informações importantes são transferidas. Eis a principal vantagem da comunicação em curtas distâncias: a segurança. Não há como roubar dados sem estar extremamente próximo da vítima.

Os dispositivos podem se comunicar em modo ativo ou passivo. No modo ativo, ambos geram campos de radiofreqüência para transportar os dados. No modo passivo, apenas um dispositivo emite o campo de radiofreqüência, enquanto o outro transfere seus dados por modulação. A transferência de dados pode acontecer em velocidades de 106 Kbits/s, 212 Kbits/s ou 423 Kbits/s. Ela depende da negociação ao ser estabelecida à conexão.

Já existe no mercado alguns celulares com NFC. Por exemplo: o Samsung SGH-X700 e o Nokia 6131.

A fim de gerar o desenvolvimento e a adoção do NFC, a Philips, a Sony e a Nokia criaram o Fórum NFC, uma associação do setor sem fins lucrativos que promove a implementação e padronização da tecnologia NFC para assegurar sua interoperabilidade entre dispositivos e serviços. O Fórum NFC possui atualmente mais de 100 membros ao redor do mundo, entre eles: MasterCard International, Matsushita Electronic Industrial Co, Ltd, (Panasonic), Microsoft, Motorola, NEC Corporation, Renesas Technology Corp., Samsung, Texas Instruments e Visa International.

Abaixo alguns casos reais:

Em Hanau, na Alemanha, as pessoas estão usando telefones celulares equipados com NFC para comprar, armazenar e usar bilhetes em sistemas de transporte público. Em Limburg, Holanda, torcedores de futebol trocaram suas carteiras de sócio por celulares NFC. Eles usam essa tecnologia não só para entrar no estádio, mas também para comprar alimentos e bebidas ou até mesmo adquirir produtos dos seus times favoritos em lojas especializadas.

Já em Caen, na França, a população está usando o telefone celular para fazer compras, pagar estacionamentos, obter informações turísticas, fazer download de toques para telefone e ficar por dentro dos horários dos ônibus através de “smart posters”, painéis de informações equipados internamente com dispositivos eletrônicos.

Nos Estados Unidos, fãs de esportes também estão descobrindo a praticidade da tecnologia NFC. No estádio Philips Arena em Atlanta, na Geórgia, um projeto piloto baseado em NFC está permitindo que fãs de esportes entrem no estádio utilizando seus celulares equipados com NFC. Da mesma forma, podem comprar produtos em estandes e em lojas de artigos esportivos com toda a facilidade.

A tecnologia promete !!!

É isso!



Mobile Fi 802.20

O Mobile-Fi, ou MBWA (Mobile Broadband Wireless Access), teve seu desenvolvimento aprovado em 2002. Formado pelo padrão de comunicação IEEE 802.20, foi especificamente projetado para transportar dados por IP de uma forma completamente móvel. Seu objetivo principal é permitir, mundialmente, o desenvolvimento de uma rede de acesso de banda larga sem-fio para celulares que atendam as necessidades do mercado (operabilidade entre diversos fabricantes de celulares, etc).

O Mobile-Fi trabalha em espectros licenciados abaixo dos 3,5 GHz e consegue atingir até 4 Mbps. A palavra intimamente relacionada com tal tecnologia, como já exposto, é a mobilidade. Fornecê-la com qualidade envolve inúmeros desafios. Um deles é a forma de efetuar handoff. Neste caso, Mobile-Fi possui pequena latência (cerca de 20 ms) mesmo em velocidades de até 250 quilômetros por hora. Não é preciso muito esforço para compreender que este valor é mais que suficiente para diversas aplicações.

Um possível esquema do Mobile-Fi:

Em paralelo ao 802.20 há o 802.16e – WiMAX. Esses dois padrões começaram baseados em aspectos técnicos diferentes e endereçavam tratar problemas suavemente distintos. Mas o WiMAX avançou e o que assistimos agora é “uma briga de foice” entre os dois. Alguns, inclusive, já afirmam de forma clara e direta que o WiMAX triunfará/já triunfou sobre o Mobile-Fi.

O WiMAX (802.16e), extensivamente discutido aqui na VIVASEMFIO em artigos anteriores, permite efetuar handoff entre as ERBs em velocidades de até 150 quilômetros por hora. Tal valor atende boa parte das necessidades. Além disso, sua velocidade de transmissão é consideravelmente maior em relação ao Mobile-Fi. O padrão em questão (802.16e) é capaz de atingir taxas de 15 Mbps. E mais: o número de parceiros do WiMAX cresce a cada dia (ver WiMAX fórum) contribuindo para a popularidade da tecnologia.

E agora? O que resta ao Mobile-Fi?

Ele tende a ser redirecionado para um nicho específico de aplicação. Ou seja, locais onde há pessoas que precisam de conexão mesmo em altas velocidades (ex: passageiros de trens da Europa).

É isso!