
Chegou a hora. Depois de muitos meses de espera e dias na fila em frente às lojas da Apple e da AT&T nos Estados Unidos, os usuários puderam – finalmente – colocar as mãos no aguardado iPhone. As lojas começaram a vender o aparelho a partir das 18h (horário local; 19h de Brasília) da última sexta-feira (29/06/2007).
Foi uma confusão. Na Apple Store localizada na quinta avenida, em Nova York, houve empurra-empurra entre jornalistas e consumidores em frente às portas. De acordo com o site Engadget, a polícia teve que intervir para acabar com a baderna. Também em Nova York, na loja da AT&T do Brooklyn, o primeiro comprador foi admitido dois minutos depois do horário marcado para o início das vendas e saiu apenas meia hora depois. Em Tampa, na Flórida, o primeiro comprador, um rapaz chamado Nick, conseguiu colocar as mãos em seu iPhone sete minutos depois da abertura da loja. Já em Nova Jersey, houve até uma contagem regressiva, feita por quem aguardava na fila. Assim que a loja abriu, 20 pessoas entraram e o jovem Scott foi o primeiro a adquirir seu iPhone. Ele saiu da loja levantando o aparelho, em sinal de triunfo, e foi aplaudido por quem continuava na fila.
Alguns jornalistas foram escolhidos para analisar o iPhone. Um deles é Steve Levy, da revista Newsweek. Ele recebeu o telefone antes do lançamento em Nova York e foi cercado por repórteres que tentavam algumas imagens inéditas do “brinquedo”. Kurt Knutson é o nome de outro felizardo. Ele foi o único de Los Angeles a receber o iPhone antes do lançamento – assim como Steve.
Boas notícias para os 18 mil funcionários da Apple: todos eles vão conseguir gratuitamente seus iPhones (o melhor modelo). Porém, deverão esperar um mês para isso. “Vamos dar os telefones aos funcionários no fim de julho”, disse um porta-voz da Apple. Quem anunciou o presente foi Steve Jobs num encontro com trabalhadores da companhia.
No Brasil, antes de qualquer outra pergunta, é preciso saber se o iPhone tem condições de funcionar. Primeiramente, o “brinquedinho” é vendido pela Apple em parceria com a operadora americana AT&T. Até o momento…o único meio oficial de usá-lo por aqui é pelo serviço de roaming da AT&T. Quem comprar o aparelho e habilitar o roaming internacional poderá fazer suas ligações à vontade em qualquer lugar do mundo, posto que ele é quad band. O problema são os preços: US$ 2,29 por minuto, US$ 0,50 por mensagem de texto enviada, US$ 1,30 por mensagem de vídeo ou imagem e US$ 0,20 por kb de dados transferidos (dados retirados do site da AT&T). Tudo isso, claro, através de um plano que custa no mínimo US$ 60,00. Ou seja: é algo só para quem usa pouquíssimo o celular ou que tem muito dinheiro para gastar. Além disso, a AT&T também alerta que, no Brasil, as ligações feitas em roaming internacional para outros países (exceto os EUA) podem simplesmente não funcionar.
Vamos torcer por mais parcerias!
É isso!